Após O Test Drive o reencontro com a coroa

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Olá, hoje vou relatar como foi o segundo encontro com Vivian. Para quem não leu o relato “O Test Drive”, sugiro que leiam para entenderem esta segunda parte.

Não vou me apresentar novamente, por que acho desnecessário, mesmo por que minha descrição foi dada no outro relato, e acho uma tremenda perca de tempo ficar dando flashes de descrição em relato; como vejo os outros contistas fazerem. Quer detalhe? Leia o conto anterior.

Vamos ao que interessa. O encontro que tive com Vivian no motel foi em uma sexta, portanto, não a vi e nem nos falamos no final de semana. Na segunda-feira quando cheguei na faculdade, fui direto para a a sala e eis que encontro Vivian repassando o conteúdo em seu lugar devido. Cumprimentei-a com um beijo no rosto, como tradicionalmente fazia; e em tom de discrição e amizade como se nada tivesse acontecido. Ela me perguntou como fora o meu fim de semana e eu respondi que foi bom, nada de novidade; apenas fiquei pensando no ocorrido. Ela riu. Refutei perguntando: - E o seu?

Vivian riu novamente e disse que foi normal; plantão, filhos, marido. Mas que também ficou pensando no ocorrido. Com cara de séria perguntou: - E aí vamos marcar essa semana?. Respondi que sim, e combinamos para sexta novamente. Desta vez ela me esperaria no estacionamento, mais ou menos no mesmo local do encontro anterior. Fiquei eufórico, porém, o sinal de início da aula soou, voltei ao mundo real da dura vida estudantil; vamos lá, prova!

Os dias passaram e nossa discrição era total, conversávamos como amigos mas com a certeza (para ambos) que a vontade de ficarmos juntos nos enlouquecia internamente. E finalmente a sexta chegara. Como combinado, fui até o estacionamento e já vi o Fox estacionado, abri a porta do carona e dei-lhe um selinho tipo namoradinho; e ela disse: - Dá a volta, dirige você! E assim fiz; na portaria o segurança que ficava na guarita nos olhou fixo como se disesse: “Vai pro motel heim”, até comentei com Vivian e rimos da situação.

Enquanto fazíamos o percurso, vi que Vivian usava um vestido nem curto nem longo floreado, e se vocês estão pensando que ela fez um boquete enquanto eu dirigia, estão enganados. Fomos conversando normalmente como um casal normal, aliás, o motel é bem próximo da faculdade cerca de 5 minutos e não daria graça.

Chegando ao motel, pedimos uma suíte e nos dirigimos ao quarto. Adentramos a alcova, e ali começamos a namorar, beijos calorosos e longos. A excitação começou a tomar conta de nossos corpos, os abraços começaram a ser mais apertados, como se tivéssemos a vontade de sermos um só. Tomei partido e comecei a abaixar a alça do vestido de Vivian, enquanto ela tirava minha camisa. Deixei seu vestido cair e vi que ela usava somente sutiã. Tirei-o e de imediato seus grandes seios naturais saltaram, corri o olho em seu corpo deslumbrando-a e notei que ela viera sem calcinha. Aquela visão me deixou com mais tesão. Fui conduzindo Vivian até a cama, deitei-a e suguei seus mamilos, deixando-os rijos, Vivian começava a gemer baixinho enquanto eu passava a língua nos biquinhos e rodeava suas auréolas grandes e avermelhadas. Ela por consequência do tesão ia oferecendo seus seios fartos para eu degustar alternando minha cabeça em cada um dos mamilos.

Não contente com o presente ofertado, fui descendo, beijando seu corpo e coxas; buscando o que realmente eu queria. Antes, apreciei por uma fração de segundos sua buceta, como uma obra de arte. Aquele púbis alto de pelos liso escuro e macios me atiçava mais. Sua buceta estava extremamente molhadinha, escorrendo e deixando a região das coxas e pelos que estavam próximos totalmente melados. Caí de boca em seu grelo, e mais uma vez fui enebriado pelo perfume e o gosto feminino misturado ao Floratta que Vivian usava. Nisso, fui tirando minha calça e cueca e já nú segui com empenho minhas carícias orais, me concentrando no grelo mediano de Vivian e alternando com penetradas de língua. Vivian ofegava e já gemia alto, segurando minha cabeça e dizendo: - Me chupa gostoso vaiiii!!! Issoooo!!!. Sugeri então fazermos um 69, deitei na cama e Vivian veio afoita me chupando e já passando as pernas por cima, ficando com sua bucetinha totalmente exposta, dali escorria um fio de sua lubrificação natural que caia diretamente em minha língua.

Iniciei novamente minhas chupadas no grelo e Vivian parou por uma fração de segundos de me chupar; soltando um delicioso Ahhhhh!!! Como se o tesão tivesse lhe alvejado. A esta altura, ela já retomara suas chupadas, engolindo todo meu pau e subindo até a cabeça, de forma cadenciada e molhada. Dava para ouvir o som molhado de sua boca sugando meu cacete com maestria, enquanto eu a penetrava com a língua e dedilhava seu grelo, que a esta altura do campeonato estava muito duro. Ficamos nessa pegada por uns 10 minutos, quando pedi que ela virasse e sentasse em meu rosto, colocando sua bucetinha em minha boca. Prontamente ela atendeu e foi apoiando as mãos na parede e sentando bem devagar, e assim, me afoguei em sua buceta, chupando, sorvendo, ora enfiando minha língua, ora sugando só o grelo. Vivian a essa altura gemia muito alto e começou a fazer movimentos de vai e vem dizendo que ia gozar. Percebendo isso, acelerei minha chupada e ela acelerou seu jogo de quadril e entre gemidos, pequenas pausas de quadril e estocadas em meu rosto ela atingiu o orgasmo.

Pensei que ela iria querer uma pausa depois do orgasmo. Ledo engano o meu; Vivian só recuperou por alguns minutinhos o fôlego e já deslizou pelo meu corpo, encaixando sua buceta em meu pau, que a esta altura do campeonato pulsava de tesão. E novamente como uma amazona, passou a me cavalgar requebrando o quadril, fazendo movimento para trás e para frente de forma compassada, e depois intensificando de forma mais frenética. Ora ela alternava o rebolado, e metia fundo, socando literalmente a buceta no meu pau, ora arqueava o corpo para trás e rebolava. E eu delirava, chupando seus peitos, qual ela ofertava para eu chupar, e que saltavam com o seu requebrar.

Vivian decidiu mudar de posição e ficar de ladinho e como uma gata no cio disse: - Vem mete assim de ladinho. Fui introduzindo meu pau e quando comecei meus movimentos ela também começou a dedilhar o grelo. Eu olhava no espelho e via a cara de tesão que Vivian fazia, revirando os olhinhos e gemendo quando eu metia profundamente em sua buceta. Mas eu não queria gozar de lado. Então coloquei Vivian de 4, ela empinou o máximo que pode, abriu com as mãos a buceta e disse com voz de safada: - Mete meu homem! Vem, me faz gozar de 4. Com o pau em riste, meti com força, bombava tão fundo que sentia o útero de Vivian bater no meu pau, e eu dizia: - É assim cachorra? Quer assim? Forte e fundo...sente...tesuda. E ela dizia:-assim mesmo, vai mete tesudo...mete fundo...não para...vai...mete mais rápido...to quase gozando.

Eu também não ia aguentar por muito tempo, então, intensifiquei as metidas e aumentei a velocidade dizendo que também ia gozar, e ela gemendo e grunindo anunciou mais um orgasmo, dizendo: - Vai goza comigo, enche minha buceta de porra. Entreguei os pontos e também gozei, confesso que senti os jatos de porra invadirem a buceta de Vivian, enquanto ela tinha fortes espasmos provocados pelo orgasmo atingido em sua plenitude. Pausamos, e fomos para o banho.A ali namoramos um pouquinho; nos secamos e ficamos nos recompondo. Sugeri ir embora, e ela disse: - Sim vamos, mas antes quero a saideira. Vivian ficou de 4, e disse: - Vem, mete gostoso. Com o pau meio mole ainda, fui esfregando na entradinha da xoxota dela, logo ressuscitei o dito e fui penetrando. Vivian gemeu, porém fez: - Tsc...Tsc... e disse com voz de safada: - Aí não. Quero que me enrabe, quero que coma meu cú. Eu fiquei surpreso e nervoso; confesso. Nunca tinha comido um cuzinho. Mas não me fiz de rogado peguei o lubrificante e lubrifiquei o cuzinho de Vivian (como via nos filmes), introduzindo um, depois dois dedos em seu buraquinho; depois coloquei a camisinha e lubrifiquei-a um pouco. E ela de 4 novamente pediu: - Vem, me enraba! to louca de vontade. Parti pra cima, coloquei a ponta do pau e fui tentando entrar. Com cuidado fui encaixando bem devagar, enquanto ela gemia e pedia para ir devagar, por que ela só havia dado uma vez para o marido, e que ele foi estúpido com ela e a machucou.

Recado dado, fui penetrando devagar e fazendo pausas para ela acostumar. Para mim a sensação era a melhor possível, sentia as contrações do cuzinho dela no meu pau e tive que me concentrar muito, pois a vontade de gozar me rondou bem antes de começar a bombar. Depois de penetra-la por total iniciei os movimentos, via no espelho seus grandes peitos fazerem um movimento de vai e vem, batendo um no outro, enquanto via que ela; ora segurava um bico do peito acariciando-o, ora dedilhava seu clitóris.

Cadenciei as estocadas e ela disse: -Isso! Mete forte que já me acostumei. Segui seu pedido e comecei a dar estocadas vigorosas segurando seu quadril largo, estocadas que duraram mais ou menos uns 10 minutos, pois vi Vivian delirar em gozo com gemidos e frases do tipo: - Tô gozando pelo cú, aiiiii caralho...aiiiiiiii. No espelho via os olhos dela revirarem; seu cú nessa hora piscava rapidamente e em contrações extremamente fortes que “apertavam” literalmente meu pau, minha excitação foi ao máximo quando vislumbrei Vivian tendo espasmos e contrações que indicavam seu clímax naquele momento.

Eu também não resisti e anúnciei que ia gozar, ela tirou o corpo e de 4 na cama, porém de frente, tirou minha camisinha e começou a chupar impondo: - Goza na minha boca, enche ela de porra! Vai...Não resisti e gozei, as pernas tremiam; gemia alto enquanto ela sugava e engolia a última gota de porra que saia do pau. Outro banho, e o tempo do motel já estava estourando. Banhados; saímos, paguei o motel e ela me levou para casa. Nos despedimos com beijos ardentes tipo namoradinhos

Na segunda como de costume nos cumprimentamos antes da aula, e ela em tom sério disse que não poderíamos mais nos encontrar, pois o marido tinha desconfiado do horário que ela havia chego e até havia conferido a quilometragem do carro que não bateu com a distância percorrida. Diz ela que foi um rolo total. Depois de mais duas semanas de inferno na casa dela relatado, e hematomas por ele causado, ela decidiu trancar a matrícula e parou de estudar. E eu acabei o curso, me formei e nunca mais a ví e nem mantive contato para preserva-la dos maus tratos do canalha.

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