Cunhada de sobremesa

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Era domingo, e como de costume meu irmão e sua esposa viriam até a casa de meus pais para almoçar.

Sua bela esposa de 22 anos e com peitos deliciosos me encanta, na primeira oportunidade de ficarmos sozinhos, eu a segui até a cozinha. Como todo mundo estava na sala, a cozinha era um cômodo seguro, se não demorassemos muito.

Ao chegar na cozinha, começamos a conversar e com tranquilidade fui me aproximando cada vez mais dela, que pelo fato de já termos pulado a cerca juntos algumas vezes não houve resistência.

Até o momento em que nossos corpos se encontram, pois a pia atrás dela a impedia de ir para trás, em contra partida, meu corpo se encaixava no dela, meu pênis que ia endurecendo encontrou seu corpo e sua boca buscou a minha enquanto seus braços se entrelaçavam em volta do meu pescoço.

Nos beijamos por alguns instantes e ela já demonstrava excitação, sem demorar muito, minha boca já beijava seu pescoço e minha mão invadia sua calça legging em busca de sua buceta molhada.

Quase que cronometradamente, sua mão encontrou meu pênis que já estava duro feito pedra e abaixando um pouco da minha calça, começou a me masturbar enquanto eu colocava meus dedos dentro dela e massageava seu grelo.

Aumentei o ritmo dos meus dedos e ela não conseguia mais me masturbar de tanto prazer que sentia, apenas o segurava e gemia em meu ouvido, até que gozou.

Sua respiração estava ofegante, seus olhos fechados, apenas pedia para eu continuar, manti o ritmo por mais um pouquinho de tempo e novamente ela da um suspiro me avisando que gozou.

Sem dizer nada, tirou sua calça, sentou na beira da pia, cruzou suas pernas na minha cintura e colocou meu pau na sua buceta enxarcada.

Agora num vai e vem que pegava velocidade, meu pau penetrava sua buceta até que não restasse nada fora.

Sua unha arranhava minhas costas enquanto com força ela era fudida.

Sinto suas pernas tremeram, e em meu ouvido ela me pedia para fazê-la gozar no meu pau.

Ela gozou novamente e rapidamente desceu da pia e se ajoelhou, abocanhando meu pau, engolindo cada centímetro e sentindo o gosto da sua própria buceta.

A cada lambida que ela dava na cabeça seguida de uma engolida, eu me contorcia, segurando sua cabeça e metendo em sua boquinha até que gozei.

Em busca de cada gota do meu gozo, ela lambida meu pau inteiro, até que se levantou e se vestindo voltou para a sala como se nada tivesse acontecido.

Conto digitado pelo celular, desculpe qualquer erro.

Espero que gostem.

https://www.casadoscontos.com.br/texto/201804180

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