Davi me Ensinou

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Olá voltei... Meu nome é Erika, possuo um corpo magrinho, seios pequenos, bundinha redondinha, meus cabelos são castanhos compridos e lisos, possuo olhos castanhos, sou toda cheia de sardinhas e adoro provocar, adoro homens mais velhos, adoro andar com roupas curtinhas, ou justinhas ou os dois... Quem já leu meus contos conhece o Davi, ele é moreno, alto, fortinho atlético já que joga bola em um time de várzea, ele é bem gostoso na verdade, cabelos castanhos e olhos negros, onde as vezes me perco olhando, imaginando coisas depois de nossas experiências.

Estávamos novamente na praia, só para um feriado prolongado, então desta vez não estavam todos os primos e primas e tios, só eu, meus pais e meu irmão, eu tinha ido a praia, era um sábado quente e gostoso, Davi tinha ficado em casa com o meu irmão, vendo filmes e meus pais estavam em um quiosque na praia, aliás, rever o quiosque mexeu comigo, me deixou toda arrepiada, aquela mesa que resguardou o que havia acontecida, logo depois o arrepio que me fez olhar em volta, procurar pelo carro que nos viu aquela noite.

Voltei para casa mais cedo a mando dos meus pais, eles queriam beber cerveja, falar coisas de adultos segundo eles e eu sabia que isso ia terminar em algum motel na beira da praia, para só voltarem para casa bem tarde... Então fui para casa, usando a parte de cima do biquine, um shortinho jeans mostrando as poupinhas do bumbum, chegando em casa entro silenciosa como sempre, nunca fui de fazer alarde, caso fosse, muitas coisas que já relatei aqui seriam impossíveis..

Entro em casa pela cozinha e escuto sons de sexo, alto, fico curiosa, mas também cuidadosa, não entro na sala, só olho com cuidado, meu irmão e o Davi estavam vendo um filme pornô, nele uma mulher transava com dois homens, ambos a possuiam ao mesmo tempo na hora que olhei, enquanto ela cavalgava um, o outro fodia sua bunda com força, as lembranças de já ter feito o mesmo me deixaram vermelha na hora, mas também bem excitada, fiquei lá assistindo com eles, sem ser vista, até o filme acabar... Aí saí e fiz algum barulho como se estivesse chegando, me divertindo ao ouvir barulho de CD sendo guardado as pressas.

- Olá.

- Oi Erika... - meu irmão parecia assustado de mais para dizer algo mas o Davi rapidamente tomou o controle.

- Oi meninos vou para o banho... - passei direto por eles, me deixei perceber como o Davi me olhava, meu irmão nem se tocou.

No banho eu relaxei completamente me tocando, deixando as sensações me invadirem gozei gostoso antes de ir dormir...

Acordei com um carinho no rosto, abri os olhos e vi o Davi, sorri para ele, nós dois sabíamos que queríamos, palavras se tornam desnecessárias e isso é bom, o beijo disse tudo o que precisava ser dito, nos beijando eu tiro a coberta, ele me vê nua, toda entregue e se empolga imediatamente tirando a roupa, sorrio, a afobação destes homens mais jovens sempre me impressiona.

Espero ele tirar a roupa e recebo outro beijo, deixo acontecer a mão dele vai logo para o meio das minhas pernas, me incomoda um pouco, apressado, rápido demais, seguro a mão dele e vou guiando ela, fazendo ele encontrar o ritmo, o lugar, fazendo ele ir com calma, me preparar direitinho.

Ele entende o recado e quando acerta eu dou um gemido alto de prazer para sinalizar sua vitória, (preciso começar a cobrar as aulas de sexo para esse menino rsrsrsrsrsrsrs), isso faz ele se empolgar, me entregando ao seu toque, beijando sua boca, gemendo baixinho, sua língua na minha orelha, sua outra mão nos meus mamilos, causando uma dorzinha gostosa, gozo, com um gemidinho mais alto me contorcendo.

- Você é uma delícia sabia?

Não respondo, apenas sorrio e puxo ele pela mão, puxando para mim, deixando ele me ter todinha, ele sorri e se encaixa entre minhas pernas, ele empurra de uma única vez, eu dou um gritinho um gemidinho alto e aceito, ele começa a me foder com força, com vontade, me chama de gostosa em sussurros, me excita em seu abraço, me acariciando, fazendo comigo com carinho, mas também se movendo com força.

Sinto ele empurrar cada vez com toda a força que tem, me contorço em baixo dele, gemendo, os dois excitados de mais, penso no filme, penso no quanto gosto de dar para o Davi, o único menino da minha idade que eu realmente curto deixar me possuir, ele me beija, aperta meus seios, ou simplesmente me abraça, intercalando seus carinhos, ao mesmo tempo que me fode com força, com vontade, fazendo a cama fazer barulho acertando a parede, eu me concentro e manter as pernas abertas, em não cruzar nas costas dele, estou gostando dessa empolgação, desse descontrole.

Eu me deixo apenas sentir, gemer alto, me entregar inteira, deixar o prazer tomar conta, sem se preocupar, sei que não tem ninguém em casa, ou já estariam derrubando a porta, me deixo gemer, me deixo se entregar, gostando, me entrego a sua vontade de me foder com força, agarro os lençóis entre os dedos e aperto com força...

Gozamos os dois juntos, nos beijamos com força, com vontade, abraçando, rolando na cama, a mão dele deslizando por todo o meu corpo... Sorrio, toda excitada ainda.

- Posso colocar na sua bundinha?

Ele pede com tanto jeitinho e sinceramente, eu já tinha feito com outras pessoas bem menos interessantes e menos carinhosas, além de maiores, que eu só fiz que sim com a cabeça. Afinal porque não?

- Pode sim. Mas só se for com cuidado.

- Sempre.

Só muito depois eu vou entender o que eu fiz naquele dia, ele passou muito tempo querendo isso, comigo desfilando de fio dental na frente dele, por quanto tempo ele deve ter imaginado minha bundinha no pau dele, por quanto tempo ele deve ter pensado no assunto, imaginando se algum dia eu aceitaria, quantas vezes ele deve ter se masturbado pensando nisso.

Me virei de bruços na cama, esperando, deixando ele realizar aquele sonho, me aconcheguei inteira, abraçando um travesseiro, deixando ele se divertir com a minha bundinha. Ele começa a acariciar, a beijar, dando suaves mordidinhas, me causando arrepios que vão dos pés a cabeça, me deixando cada vez mais afim, curtindo, deixando o menino matar a vontade que devia estar guardada há muito tempo.

Ele dá uma cuspidinha e começa a se posicionar em cima de mim, com carinho, acariciando minhas costas, beijando minhas costas, meus ombros, dando mordidinhas na minha nuca, eu estremeço inteira, eu começo a me tocar querendo ter ele em mim, arrepiada, sinto a cabecinha na entrada e ele empurra, entra a cabecinha entra me fazendo dar um gemidinho com a dorzinha gostosa da entrada e aí ele começa a me foder de vagarinho, sem entrar todo, praticamente só a cabecinha.

Eu fiquei lá deitadinha de bruços enquanto ele só fodia a entradinha, nem entrava mais, nem saia muito, aquilo estava me enlouquecendo enquanto eu me tocava, eu não imaginava que poderia ser tão indolor e tão maravailhosamente bom, eu me contorcia, as vezes empurrava o quadril para entrar mais, sentia a dorzinha gostosa, voltava a deixar ele me foder a entradinha...

Gozei, sentindo meu corpo todo estremecer, enterrei a cara no travesseiro para abafar um gritinho de puro prazer, não deu, meu gritinho ecoou pelo quarto, aquilo deixou ele mais excitado, mais disposto, ele empurrou mais, desta vez doeu um pouco mais, mas não tive nem tempo de sentir, porque ele gozou, ele gozou e aquilo estava quente dentro de mim, aquele foi o melhor anal em muito, muito tempo.

Ele tirou e ficamos os dois ali abraçados por um tempo, se acariciando, eu ainda de bruços e ele deitado do meu lado, acariciando minhas costas, minha bunda, fascinado por ter conseguido, eu envolta em meus pensamentos, curtindo, gostando de estar com alguém que me tratou com tanto carinho.

Infelizmente meus pais chegam um pouco depois, ouço o carro e faço ele fugir pela janela, olho pela janela e respiro fundo o ar da noite, por um momento imagino se os vizinhos ouviram alguma coisa, mas a verdade é, se ouviram, nunca comentaram nada... Até a próxima.

PS: Nomes fictícios.

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