Dei tudo que podia em 24 horas

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Quantas vezes sonhamos em poder reviver momentos marcantes de nossas vidas? Nos últimos dias tive a oportunidade de fazê-lo, obviamente não integralmente, mas foi uma experiência interessante. No conto “Ele me pegou de jeito e eu squirtei" relatei como eu e o Victorlionheart nos conhecemos (Depois de tanta gente vir perguntar, foi mais prático escrever um conto, rs). Foi em uma viagem que fiz a trabalho a São Paulo e acabamos nos conhecendo.

Precisei retornar a essa cidade caótica e maravilhosa para continuar o trabalho que iniciei em agosto passado e claro, dei um jeito de estender minha estadia e curtir um pouco da companhia do meu amigo e amante delicioso.

Nos reencontramos na estação de metrô que nos conhecemos e no lugar da timidez e nervosismo, lá estava eu, ansiosa e saudosa. Três longos meses que esperava por aquele abraço apertado. Dessa vez já nos beijamos de pronto e seguimos para o mesmo boteco despretensioso que abrigou nosso primeiro encontro.

Entre conversas e carícias, a noite seguiu perfeitamente bem. Por questões operacionais que não cabem expor aqui, sabíamos que não poderíamos matar a vontade que estávamos um do outro naquela noite. Foi uma tortura psicológica tê-lo ao alcance de minhas mãos, boca.. e todo meu corpo que tanto ansiava por ele e não poder tê-lo. Mas o que temos não resume-se a sexo, nunca foi apenas isso, então estar com ele foi uma tortura deliciosa!

No dia seguinte não pudemos nos ver, por causa do meu trabalho, o que só aumentou a minha tormenta. Finalmente o sábado chegou e finalmente iríamos nos isolar do mundo e aproveitar plenamente. Depois de almoçarmos juntos, seguimos para o hotel em que estava hospedada, o mesmo em que fiquei na minha primeira vinda. Ao fecharmos a porta do quarto, nos beijamos com ternura e desespero. Logo ele arrancou minha blusa e beijou meu pescoço e seios, enquanto eu apertava o volume rijo sob sua calça.

Ele me jogou na cama, subiu minha saia, colocou minha calcinha de lado e pôs-se a me chupar. Nossa... Como eu estava com saudade daquela língua! Me senti como da primeira vez em que ele abocanhou minha buceta, completamente rendida e descontrolada de tanto tesão. Enquanto ele lambia meu grelo, enfiava um dedo na minha buceta e ia mexendo no meu cuzinho, eu gemia descontrolada e cravava as unhas no lençol. Não resisti muito tempo e gozei gostoso na sua boca.

Minhas pernas ainda estavam trêmulas quando ele me puxou pelos cabelos e me fez ajoelhar à sua frente. Abri o botão e o zíper de sua calça e me deparei com sua pica tão dura que parecia estar prestes a rasgar sua boxer. Coloquei-a para fora e comecei um boquete. Quem leu meus outros contos sabe que eu adoro chupar, principalmente a dele, que só de pensar me faz salivar. Minha língua começou passeando pela cabecinha, bem lentamente, pois sabia que ele estava louco pra que eu engolisse tudo e queria provocá-lo ao máximo. Olhei em seus olhos enquanto batia seu pau em meu rosto e via sua expressão de prazer e fome exacerbada. Havia chegado a hora. Comecei a engolir enquanto punhetava-o em minha boca. Sentia a intensidade de seu tesão pelo rigor com o qual segurava meus cabelos e isso só me motivava a aumentar mais o ritmo e engolir tudo. Me deliciei com cada gota daquela porra quente que jorrou em minha boca.

Em seguida ele me pôs de quatro no chão e, por trás de mim, começou a bater na minha bunda, deixando-a vermelha e em brasa. Seus dedos grandes e grossos voltaram a me penetrar e eu gemia rebolando em sua mão. Quando seu pau já estava pronto pra mim de novo, ele deitou-se na cama e me pediu pra sentar.

- Vem pra cima do seu macho, minha puta! Mas eu quero você com essa saia, que sei que comprou ela pra usar pra mim.

Dito e feito! Desci minha calcinha e fui pra cima dele. Peguei sua pica e comecei a passar a cabecinha na minha buceta, pois queria que ele sentisse o quão molhada eu fico quando ele goza na minha boca. Provoquei-o assim por um tempo, até que soltei o peso do meu corpo de vez e ele me preencheu toda. Gememos juntos com as mãos entrelaçadas, uma apertando a outra. Comecei a rebolar e o tesão tomava conta de mim. Eu mexia tão intensamente que a cama box se deslocava, mas ainda queríamos mais. Impulsionados pelas molas do colchão, eu quicava cada vez mais forte, sentindo sua pica sair toda e entrar de vez. Entre gritos e palavras desconexas, gozamos novamente.

Me deitei desfalecida a seu lado em busca de fôlego e energia, mas ele não estava preocupado com isso. Voltou a dedilhar minha buceta como se quisesse acabar comigo de tanto me fazer gozar. Ele metia três dedos fundo e com força, me fazendo ir a loucura. Quando me entreguei aquela sensação indescritível, lambemos juntos o gozo em seus dedos e saboreamos em um beijo safado.

Ficamos um tempo na cama assistindo televisão, conversando bobeira e não demorou muito para trocarmos olhares safado novamente. Deitada a seu lado, comecei a passar a mão no meu corpo, apertando meus seios, descendo pela minha barriga e chegando até a minha buceta. Comecei a me masturbar olhando pra ele e depois passei meus dedos melados em seus lábios. Em pouco tempo já vi seu pau em riste e agarrei-o com a outra mão. Esfregava meu grelo no mesmo ritmo em que o punhetava, e via o quanto isso o enlouquecida pela forma que ele me comia com os olhos. Nessa brincadeira gostosa, acabei gozando primeiro e logo após ele me seguiu.

A esse ponto nossas energias já tinham acabado e só nos restava dormir, pois certamente no dia seguinte (hoje) teria mais. Dormimos pouco, mas profundamente, e logo depois que despertei, suas mãos já me tomavam com a intensidade que me faz encharcar na hora. Depois de me apalpar toda, ele me chupou com a mesma sede da noite anterior, tendo assim meu melzinho como desjejum. A única diferença foi que além de penetrar os dedos em minha buceta, ele também tomou meu cuzinho. Ele, que estava bem apertadinho, deu um certo trabalho para ceder. Com o dedo lubrificados pelo meu mel, ia abrindo ele devagar me preparando para o que estava por vir.

- Fica de quatro pra mim, minha puta!

Mais uma vez atendi prontamente. Empinei minha bunda e senti sua rola ir abrindo meu buraquinho aos poucos. Ia rebolando devagar e ia sentindo ele ceder, e quanto mais ele abria, mais eu jogava meu corpo para trás. Finalmente aquela pica já estava todinha dentro de mim e eu gemia alto pedindo pra ele me comer com vontade.

Cai trêmula na cama. Tomamos banho, mas como ainda era cedo, ficamos deitados. Estava saciada, mas não podia ir embora sem meu macho foder minha boceta com força me pegando por trás. Como não nos controlamos quando ficamos próximos, já um tempo depois já estávamos nos provocando e foi assim que tive o que queria: ele metendo fundo e forte, sentindo suas bolas batendo em mim, enquanto ele me dava tapas e

me xingava. Essa foda intensa que nos levou ao nosso último orgasmo.

Fizemos o check-out e fomos aproveitar a cidade. Batemos perna pela Paulista, rimos muito juntos e nos deliciamos da companhia um do outro. Escrevo esse conto do avião, com as poucas energias que me restam e os músculos queimando. Mal acabei de chegar e já me pego pensando em como será a próxima vez.

Espero que tenham gostado,

Beijos, Blue

Babyblue. Contos@gmail. Com

https://www.casadoscontos.com.br/texto/201804217

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