Despertando uma ninfeta

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Olá, me chamo Lia, tenho 18 anos, sou ruiva natural , tenho 1,63 e peso 46 kg, seios médios durinhos e uma bundinha empinadinha, e eu gostaria de contar sobre minha primeira experiência sexual.

Tudo começou com uma tarde chuvosa, eu e meu namorado Victor estávamos ambos usando os notebooks um ao lado do outro no sofá, a postura dele era impecável, já eu estava toda torta, sentada sobre as minhas pernas.

— Amor... Senta direito... Você vai ficar toda fodida depois... — Ele declarou fechando o notebook e agarrando meu note.

— Vic! — Protestei enquanto ele fechava meu note e colocava os dois sobre a mesinha de centro. — Você não têm esse direito!!

— Meu deus... — Ele me beijou e deslizou as mãos pela minha cintura.

Enquanto a gente se beijava, senti uma das mãos quentes dele deslizar por baixo do meu shorts e apertar minha bunda. Na hora me apavorei, eu realmente nunca tinha deixado ninguém me tocar assim, sempre cortei atitudes assim de outros namorados. E pra piorar, meu irmão mais velho estava em casa, provavelmente no quarto jogando videogame.

— Amor...eu não acho uma boa ideia... Não quero isso.— Senti na hora que ele havia se desapontado.

— Ok. — Se afastou de mim com um olhar tristonho.

— ....Não é você..é só que... Eu..

— Não precisa se explicar... Eu entendo.. — Ele subiu a escada e foi para o meu quarto.

Droga! - pensei.

Victor era um garoto que dificilmente ficava triste e eu tinha conseguido estragar nossa tarde.

Já de noite, eu resolvi ir para o quarto, onde Victor passou a tarde sem descer sequer para comer algo, bati na porta e esperei. Nada. Tentei novamente e nada de novo. Abri a porta pronta para chutar o pau da barraca e o vi, ali na cama, dormindo, seu rosto sereno.

Senti um aperto no coração, ele realmente estava mal. Eu fechei a porta e caminhei até a cama, tirei meus chinelos e deitei ao lado dele. Imediatamente ele acordou e me encarou por um segundo, em seguida, beijou a ponta do meu nariz e disse:

— Eu sabia q você viria.. — Sorriu — Mas esperava que fosse mais cedo..

Eu ri e ele me beijou intensamente. Eu senti uma leve onda de calor entre as pernas. Respirei devagar. Nosso beijo já tinha se prolongado e novamente senti as mãos quentes dele na minha bunda, ele apertava minha carne no ritmo do beijo, sua boca quente dominava a minha, senti um calafrio subir a espinha.

Eu ainda estava apavorada, mesmo com todas as sensações boas, mas eu não queria magoá-lo novamente. Então falei baixo nos lábios dele:

— Vic... Eu... Nunca fiz isso antes... Eu.. Sou virgem..

Ele parou de me beijar mas ainda manteve colado em mim.

— Você... Não quer tentar? — Disse calmamente com seus olhos escuros fixos nos meus. — Não vou insistir se não quiser.. — Me beijou suavemente.

Aquele calafrio subiu novamente minha espinha, estávamos juntos já fazia um ano e meio e eu sempre cortava esses momentos. Não. Hoje não, hoje vai ser diferente.

O beijei intensamente e senti ele sorrir, suas mãos agora subiam minha camisa, senti elas tocarem meus seios sob o sutiã. Isso aumentou o calor entre minhas pernas e comecei a sentir minha calcinha ficando molhada. Seus dedos circulavam meus mamilos já duros e eu ofegava contra seus lábios. Não ia aguentar tanta tortura, logo me livrei da camisa e do sutiã.

Me diverti vendo ele com os olhos fixos nos meus seios, me senti tão desejada.

Ele logo caiu de boca nos meus mamilos, chupando com força um de cada vez. Sua língua quente acariciava meus mamilos enquanto suas mãos exploradoras removiam meu shorts. Virei de barriga para cima e ergui os quadris o auxiliando e quando ele jogou meu shorts longe eu vi seus olhos percorrerem lascivamente meu corpo.

Senti minhas bochechas corar, virei meu rosto de lado. Sentia que ele podia ver minha alma através do corpo.

— Quero que você levante.. — Beijou sobre minha calcinha e me ajudou à levantar. — Tão linda... — Suspirou acariciando minhas coxas.

Ele posicionou os dedos na borda superior da minha calcinha azul bebê e a retirou olhando fixamente para os meus olhos enquanto sorria. Respirei fundo e logo senti sua respiração quente no meu sexo úmido. Ele passou dois dedos pelo vão da minha buceta e eu senti uma leve pulsação. Tirou os dedos melados e lambeu. Ofeguei. Ele riu e logo afundou o rosto na minha buceta melada. Chupava meu clitóris e alternava com lambidas. Senti minhas entranhas se contorcerem e meu corpo teve um forte espasmo. Meu primeiro orgasmo foi intenso. Minhas pernas derreteram e quase caí. Victor me segurou e me deitou na cama continuando a tortura oral. Pouco mais de um minuto e eu já estava inundada por espasmos deliciosos novamente. Porra! Ele fazia isso tão bem.

– Sua vez.. – Ele rapidamente se despiu e sentou ao meu lado acariciando aquela vara grande porém não tão grossa.

Eu me ajoelhei no chão e dei um beijo na cabeça vermelha do pau. Nunca tinha sequer visto um tão de perto. Segurei e coloquei na boca, meio desajeitada e comecei a sugar bem forte. Vic me guiava com a mão na minha cabeça, me pediu apenas para tomar cuidado com os dentes. Eu engolia a cabeça e ia cada vez mais fundo, lambia a cabeça e estava realmente delicioso, quando senti um líquido grosso e quente inundar minha boca.

– Caralho!!! – ele gemeu. – quero foder sua bucetinha rosa agora!

Ele me levantou pelos braços e me jogou na cama como um animal no cio, me segurou pela cintura e abriu minhas pernas.

Eu senti um pouco de vergonha nessa hora mas confesso que ver ele encarar minha buceta com tanto desejo me deixou escorrendo de melada. Ele encaixou a cabeça do pau na minha entradinha e empurrou. De princípio eu senti uma leve dor, mas depois foi ficando tudo muito gostoso. Eu podia sentir seu pau me preenchendo. Era tão bom. Ele metia com certa força e cada estocada fazia minha buceta pulsar. A onda de espasmos logo atravessou meu corpo e eu gozei. Senti então algo quente inundar minha buceta e escorrer p fora melando meu cú, respirei fundo e ele deitou sobre mim.

Transamos a noite inteira e acho q meu irmão bateu uma enquanto ouvia no quarto dele. Victor acendeu as chamas nessa ninfeta e a partir desse dia teve que aguentar muita putaria.

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