E minha esposa encontrou o João

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Quem leu meu conto anterior sabe que eu e minha esposa fantasiamos durante nossas transas uma terceira pessoa, às vezes uma mulher, que apelidamos de Maria, ou um homem, o João. Apaixonada por mim como ela só, minha esposa K. deixou-se levar pela minha imaginação. Tanto que, como relatei no conto anterior, ela topou realizar um encontro com a Maria em Foz do Iguaçu. Foi meio por acaso e, talvez por isso, muito prazeroso.

Depois daquele episódio, nada mudou entre nós. Relembrávamos com muito carinho a Maria. Sem nenhuma cobrança que seria normal num casal que sempre teve na fidelidade e confiança o ponto forte do relacionamento. Com frequência, eu dizia que estava em dívida com ela e que eu estaria aberto a vê-la com o João. Mas ela apenas respondia com um enigmático "quem sabe um dia". E eu acrescentava que quem sabia era ela. Eu não forçava, afinal a ideia de vê-la dando para outro era assustadora, mesmo porque, na nossa imaginação, João era dotado.

Alguns meses após nosso passeio em Foz do Iguaçu, recebi na empresa onde trabalho a visita de um ex-colega de faculdade, que estava desempregado. Vou chamá-lo, para fins "didáticos", de Adolfo. Ele devia ser uns 10 anos mais novo e estava em forma. Devido à sua afrodescendência, aparentava ter no máximo 30 anos. Ele me contou que para ganhar a vida vendia roupas. Meio sem interesse, autorizei que ele fosse em casa com sua sacola para me mostrar algumas peças. Combinamos uma quarta-feira, mas confesso que me esqueci completamente.

No dia combinado, cheguei do trabalho cansado, tomei banho e relaxei em frente à TV. Minha esposa já havia feito o mesmo. Eu via o jornal nacional quando ouvi palmas no portão.

- Você está esperando alguém? - perguntou minha esposa.

- Putz, esqueci!

K. gostava de saber com antecedência quando eu fosse receber alguém em casa. Por isso, fiquei chateado ao admitir que eu estava esperando alguém sim.

Enquanto eu saí para recebê-lo, K. retirou-se. Mandei-o entrar.

Nossa sala de TV é a mesma onde recebemos visitas. Fiquei a sós com ele. Disfarçando o descontentamento, passei aos negócios. Pretendia adquirir uma peça simples para ajudar o amigo e depois voltar para minha tranquilidade.

As peças que Adolfo vendiam eram de ótima qualidade. Ele sempre fora muito estiloso ao se vestir durante o curso superior que concluímos juntos, e era compreensível que o bom gosto refletisse nos produtos que vendia. Confesso que mudei de ideia e passei a examinar com mais interesse.

Eu sou péssimo nessa tarefa de escolher roupas. Para me ajudar, chamei minha esposa. Feitas as apresentações, sua reação foi a mesma, de desinteresse no início, porém mudou de ideia ao notar a qualidade das roupas.

Escolhi uma camisa e uma calça e fui até o quarto para experimentar. Assim que vesti, chamei K. para me ajudar. Ao entrar no quarto, ela exclamou:

- Meu marido, o que foi isso?

- Viu como são roupas de qualidade?

- Sim, também. Mas estou falando do vendedor...

- Se comporte, mulher - disse eu brincando enquanto ela corava.

Voltamos para a sala. Eu já havia decidido pela compra do conjunto, mas não revelei ao vendedor.

- Meu marido, você está precisando de roupas de baixo...

- Eu tenho umas ótimas aqui - respondeu Adolfo, de pronto, puxando outra sacola.

Novamente a qualidade do material era surpreendente. Minha esposa já estava mais soltinha, visivelmente entusiasmada com o vendedor. Escolhi algumas.

- Temos que escolher bem, já que roupa íntima não tem como provar - disse minha esposa.

- Mas você está cheiroso, vi que já tomou banho, pode provar numa boa - o tom de Adolfo demonstrava segurança.

Concordei. Novamente minha esposa foi comigo até o quarto, enquanto o vendedor aguardava na sala.

Experimentei duas. Ambas perfeitas, novamente. Voltamos para a sala. Minha esposa tinha um sorriso fácil no rosto. Ao chegar à sala, disse ela ao vendedor:

- Já imaginou o sucesso se essas cuecas viessem com um modelo para desfilar para o cliente?

- Eu não me interesso - respondi sorrindo.

Adolfo também sorriu.

- Já me pediram isso. Saiba que se fosse para vender mais, eu não teria problema em fazer. Estou precisando fazer boas vendas, as contas deste mês estão altas!

- Experimente mais essa - disse K. com outra cueca nas mãos.

Ela foi na frente. Quando entrei no quarto, ela fechou a porta, me olhou nos olhos e disse;

- Topa pagar tua dívida hoje?

Compreendi na hora. Acenei a cabeça afirmativamente. Ela me beijou e sorriu.

Voltamos para a sala. Ela foi logo dizendo que a cueca parecia perfeita, mas tinha ficado estranha no meu corpo. Eu sabia aonde ela queria chegar, pois eu sequer vestira.

- Não é possível, eu só trabalho com produtos de primeira linha.

- Por que você não veste? - perguntou K., serena.

- Tudo bem, mas se não tiver nada de errado vocês terão que escolher outra, combinado?

Concordei. Tendo entendido os planos dela, aceitei que tudo levava a crer que minha dívida com ela seria paga naquela noite.

Adolfo solicitou permissão para ir ao banheiro. Obviamente ele já devia ter sacado tudo, pois não havia nada de errado com a cueca.

Minutos depois ele retornou. Minha esposa suspirou. Além da peça íntima ter caído muito bem no seu corpo moreno, o rapaz tinha um excelente preparo físico. Mas o que chamou mesmo a atenção da minha esposa foi o volume generoso entre as pernas do rapaz.

- Veja - disse ele - não tem nada de errado.

Minha esposa examinou detalhadamente. Apontou para a região genital dele:

- É aqui - quase tocava no pênis - no meu marido está sobrando pano.

Ele riu. Não disse, mas certamente pensou, que o problema não estava exatamente com a roupa, mas com a falta de conteúdo de quem pretendia usá-la.

Eu não me considero "pp" (pinto pequeno), mas não dava para me comparar com ele. Nem me preocupei em me defender. Ele sabia que ela estava jogando.

- E agora, não quer examinar se o problema não é comigo? - sorriu ele.

- Até que não seria uma má ideia - respondeu K. decidida.

Ela me olhou com ternura. Nem precisava. Eu sabia que da mesma forma que a Maria era um sonho sexual que ela me ajudara a realizar, agora era o João que estava ali, e cabia a mim retribuir o carinho.

- A doutora precisa de privacidade para trabalhar? - perguntei sorrindo.

- Não. Você é meu assistente, esqueceu? E você - dirigir-se a Adolfo - já entendeu o que queremos?

- Sim - respondeu ele. Desde que eu venda meus produtos, topo seu jogo. Vamos fazer assim: se vocês ficarem com 5 peças, eu desfilo todas elas. Para finalizar, ainda faço uma surpresa.

- Fechado - disse ela prontamente.

Uma a uma, desfilou com desenvoltura todas as peças que eu havia gostado, começando pelas camisas, calças e por fim as cuecas. Parece que o ato de trocar de roupa estava provocando a libido do rapaz. Nitidamente, o volume sob a cueca ia aumentando a cada peça trocada. Na última, eu tive a impressão de que a cabeça do pau dele ameaçava escapar. Minha esposa, evidentemente, percebeu e apontou:

- Essa cueca está com defeito aqui - e colocou o dedo.

Ele sorriu e disse que no próximo desfile mostraria o defeito.

Enquanto ele saía para se trocar, K. me beijou ardentemente, dizendo que estava adorando.

Em instantes, Adolfo voltou à sala. Estava completamente nu e em plena ereção! Era completamente depilado. O saco imenso abrigava duas bolas volumosas. O pênis moreno apontava para o alto. Grosso, com veias protuberantes. Na ponta do que aparentava uns 23 centimetros de tora grossa, uma cabeçorra cor de chocolate. Colocou-se em pé na frente dela:

- Está com defeito sim. Será que você consegue consertar?

- Posso tentar. Não tenho muita prática com esse tamanho, mas vamos ver o que eu consigo fazer. Vamos ao meu "consultório".

E saiu puxando Adolfo pelo pau e eu pela mão. Fomos até o quarto de hóspedes. Ao entrarmos, ela fechou a porta e acendeu o abajur, deixando o quarto com uma iluminação agradável. Ajoelhou-se e, sem qualquer cerimônia, abocanhou a imensa rola, num beijo molhado. Confesso que a cena, embora estranha, me fez ficar de pau duro. Comecei a massageá-lo sobre o tecido da calça. O pudor tinha dado lugar a um tesão inimaginável. Observei minha amada. Ela dava um trato profissional naquela pica enorme, que já atingira o auge da ereção e o que fazia agora era ficar quase roxa de excitação. K. se alternava entre tentar colocar as bolas na boca e engolir o pau todo. Não conseguia nem uma coisa nem outra. Prestes a gozar, Adolfo sugeriu melhorar a posição. Deitou-se de costas, segurando aquela tora descomunal apontada para o teto. K. partiu para o ataque, continuando a chupada de onde havia parado. Ao fazê-lo, arrebitou a bundinha deliciosa em direção aos pés da cama, onde eu estava. Entendi a deixa. Puxei sua calcinha de lado. Estava encharcada. Beijei com carinho o cuzinho que piscava a cada linguada que eu dava. Ao mesmo tempo, massageava o clitóris. Olhei de relance. O boquete caminhava para o final. Meti forte na buceta melada. Não deu 5 minutos ela gozou, gemendo com a boca cheia de pau. Adolfo suspirou fundo, segurou a cabeça dela e gozou. Assustada, ela tirou da boca e eu assisti aos últimos jatos. Um leite grosso, farto, que espirrou no rosto, seios e cabelo da minha esposa. Retirei e terminei gozando nas costas dela. Adolfo acompanhou minha gozada, me elogiando por amar incondicionalmente minha mulher.

Enquanto ela se limpava, Adolfo mostrava-lhe o pau ainda duro.

- Teu tratamento não deu certo, doutora. Ainda estou com problema.

Estendi uma camisinha à ela, que vestiu nele com a boca. Em seguida, ela foi por cima, segurou firme e sentou. Foi uma penetração forte. Eu via os pequenos lábios da sua buceta sendo arregaçados. Eles estavam esticados para dar passagem para aquela tora invasora. Minha esposa parou por um instante para tentar se acostumar, mas Adolfo não deu trégua. Continuou a estocar cada vez mais forte, e a cada estocada, seu pau entrava cada vez mais fundo na buceta apertadinha da minha esposa. Com um golpe de cintura, ele a jogou na cama, ficou por cima e meteu forte, com rápidas estocadas. K. gemia, suspirava, pedia mais pau, dizia que estava uma delícia. Me olhava, fechava os olhos, dizia que eu era maravilhoso. Adolfo virou-a de lado e continuou a fodê-la. Nessa posição eu voltei a assistir a meteção. O pau entrava todo. Em seguida, ele tirava quase todo voltava a socar. K. estava entregue. Já devia ter gozado mais de uma vez e se preparava para gozar novamente. Nova troca de posição. Ela voltou a ficar por cima. Me aproximei para ver bem de pertinho. O cheiro de lubrificante se misturava ao cheiro de fêmea que exalava da buceta e ao cheiro do cuzinho molhado. Me posicionei atrás dela e Adolfo entendeu. Afirmou o quadril dela enquanto eu a penetrava no cu sem nenhuma cerimônia. Ele percebeu que ela já estava enrabada e retomou as estocadas. K. quase gritava, gemia e falava obscenidades que eu jamais ouvira de sua boca. Que era muito bom ser fodida por um super pau com a rola do marido Amado a lhe arrombar o cu. Que era uma loucura, que ela era a puta mais feliz do mundo porque tinha duas picas a lhe arrombar todos os buracos. Isso acelerou nosso gozômetro. Senti que Adolfo estava pulsando dentro dela, enchendo a camisinha com seu leite quente. K. gozou de uma maneira tão intensa como eu jamais vira. Despejei porra naquele no seu cuzinho arrombado. Exaustos, suados, satisfeitos, deitamos de qualquer jeito. O pau de Adolfo finalmente tombara. Minha mulher estava com a vulva inchada. Ela retirou a camisinha dele e deu um nó. A quantidade de esperma era impressionante.

Por alguns dias ela não conseguiu dar para mim. Depois de recuperada, retomamos nossa atividade, com muito mais prazer e muita história para contar.

Nunca mais vi o Adolfo. De certa forma, foi um alívio, pois para onde quer que tenha ido, levou nosso segredo. Mas seria muito gostoso repetir aquela noite maravilhosa.

https://www.casadoscontos.com.br/texto/201806374

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