Ela queria sexo com a minha cumplicidade

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"introdução" - Selênio e Mariane nos pediram para escrever o relato da história deles. Contaram a sua aventura em quatro mensagens. Com essa base redigimos um rascunho da história e enviamos. Isso ajudou para que eles comentassem e pudessem acrescentar. Finalmente, fizemos o conto que eles aprovaram. Publicamos a primeira parte chamada “Caprichos e Desejos” com autorização deles, mantendo a identidade do casal em segredo. Agora a segunda parte. Para quem não leu a parte anterior, começamos com um pequeno resumo.

Tudo começou com a vontade de Mariane de fazer uma tatoo na virilha se ela conseguisse uma promoção no trabalho. Pelo menos é o que parecia. Formada em administração, com 32 anos foi promovida a consultora numa empresa de assessoria. Aí começou nossa aventura. Sou o Selênio, 40 anos. Não sou especial em nada, sou normal, apenas mantenho meu físico em dia com alimentação saudável e exercícios regulares. Tenho cabelos castanhos um pouco compridos, olhos castanhos e 1.79 m de altura. E sou muito liberal, gosto de sexo e de alimentar fantasias. Mas nunca fizemos nada antes dessa aventura.

Na manhã do sábado acordei e Mariane já havia saído da cama. Passei no banheiro e fui encontrá-la preparando nosso café da manhã. Perguntei como ela estava e ouvi:

- Um pouco ardida, mas feliz. Faz muito tempo que não gozava tanto!

Abracei-a dizendo que senti a mesma coisa. Tomamos café da manhã em clima muito carinhoso. Naquele sábado tivemos tempo de conversar bastante sobre tudo aquilo. Seguindo os caprichos e desejos de Mariane nós estávamos totalmente cúmplices do que acontecia. E ela confessou que desejava minha participação total. Foi quando ela me revelou mais detalhes da história. Ela disse:

- Preciso lhe confessar que eu fui combinar tudo com o Mazza no início da semana.

Olhei admirado. Não fazia ideia daquilo. Mariane continuou:

- Eu queria contar tudo a você, antes, mas depois resolvi manter em segredo, para ver se você concordava ou seria contrário. Se você não concordasse e não me acompanhasse eu teria desistido de continuar.

Fiquei calado esperando que ela prosseguisse.

- Na segunda-feira passada, como tenho de atender clientes na cidade na parte da tarde, eu reservei um horário para conhecer o Mazza e seu estúdio. Era um dia calmo e ele me esperava. Ele me explicou como seria o procedimento e me mostrou algumas fotos de tattoo que já fez nessa região. Gostei de ver. Contei a ele da amiga que me indicou e percebi que ele se lembrou dela e ficou mais interessado. Olhou-me com uma cara bem sacana. Ele perguntou se eu queria fazer um teste, com uma tatoo provisória, para ver como ficava. Eu expliquei que era casada e que queria meu marido de acordo, participando da escolha e do processo. Ele me tranquilizou, dizendo que na maior parte das vezes os maridos começam refratários à ideia, mas depois que concordam sempre dão apoio. Fiquei mais animada e ele me pediu para ver onde eu pretendia tatuar. Ele não sabia, mas eu estava bem excitada, tinha fantasiado muito antes, então, suspendi o vestido e abaixei a calcinha com as pernas meio abertas, mostrando onde eu queria a tatoo. Na hora eu tremia de nervosismo e de excitação. Estava diante dele me exibindo e aquilo era provocante. Ele se ajoelhou, chegou bem perto para observar a virilha, passou aqueles dedos fortes, mas suaves e quentes sobre a pele da virilha e perguntou se era ali o ponto. Imagine como eu estava tremendo! Mal consegui responder.

Ouvindo Mariane contar, eu imaginava a cena e fiquei muito excitado novamente. Era surpreendente que em vez de me sentir enraivecido ou magoado, ficava tarado com o prazer exibicionista dela. Comentei:

- Mas que safadinha! Agiu à surdina!

Mariane murmurou um sim meio enrolado e depois me abraçou. Ela foi carinhosa quando começou a falar:

- Amor, eu precisava saber se ia dar certo, precisava preparar o terreno, pois não tinha a certeza da sua aceitação e nem se ia me interessar por ele. Por isso, fui conhecer antes. E estou contando isso porque não quero nada em segredo ou oculto. Quero contar tudo!

Eu achava que o que ela revelara já era uma aventura suficiente, mas parecia que havia mais:

- Contar tudo? O que falta?

Mariane me beijou e tomou fôlego:

- Vou explicar. Na hora ele ficou ali acariciando minha virilha e eu sentindo um prazer enorme. Ele sabia que eu desejava. Aos poucos ele foi alisando os lábios de minha xoxota perguntando se eu estava com tesão. Eu suspirava. Meu mel escorria melando seus dedos. Ele me tocou na xoxota, enfiou dois dedos e mexia lentamente, eu quase gozando. Então, ele me sentou sobre a maca, retirou minha calcinha e ficou me masturbando deliciosamente, massageando meu grelinho, enquanto perguntava se eu queria começar logo... Eu disse que queria que você estivesse junto. Ele retirou o pau pra fora da calça e eu fiquei segurando. Masturbava de leve.

Ouvindo-a contar meu pau latejava novamente, duro e quente. Sentia-me tarado. Mariane prosseguiu:

- Então o Mazza apenas me provocou muito, depois se abaixou e me chupou deliciosamente, me fazendo ter três orgasmos seguidos. Ele perguntava se queria dar para ele. Eu concordei. Ele percebeu que sou exibicionista. E perguntou se você ia deixar ele me comer e eu falei que achava que sim. Que você ia me deixar fazer o que tinha vontade. Quando eu estava quase desmaiando de tanto gozar ele me deu o pau dele para chupar. Chupei e lambi com muito desejo. É um pau grande, grosso, firme, da cabeça escura. Fiquei tarada. Tive que me controlar para não dar logo para ele.

Naquela hora, ouvindo, eu estava muito tarado também. Meu pau babava. Retirei para fora do calção e dei para Mariane pedindo:

- Vem aqui, chupa como você chupou o pau dele!

Ela se ajoelhou na minha frente bateu com o pau duro em sua face. Começou a lamber, passava a língua no saco e ia até na glande, depois beijava e colocava na boca sugando gostoso. Ela disse:

- Eu chupava confessando que estava tarada para dar para ele. Disse que o pau dele é maior que o seu. O Mazza tentava me erguer para me comer e eu dizia que só com a sua presença. Então ele aceitou e me deixou mamando gostoso, me chamando de gulosa, tarada e mamadeira. Foi assim até que ele gozou muito e me lambuzou o rosto, o pescoço, e os peitos de esperma. Nossa, escorreu muito, até na minha blusa. Na hora eu tive outro orgasmo. Depois só limpei o rosto e os peitos com um papel higiênico e fui embora sentindo o gosto e o cheiro da pica dele na boca.

Eu também estava quase gozando de ouvir a narrativa e sentir sua língua provocante me lambendo. Meu pau latejava. Eu disse:

- Que tarada! Agora eu sei por que você estava tão sensual na segunda à noite! Provocou-me até!

Mariane fez que sim e confessou:

- Beijei você muito. Queria sexo sem parar. Depois você me chupou gostoso e me fodeu sentindo o cheiro do sexo que eu tinha no corpo. Não foi?

Lembrei então que de fato, naquele dia nossos corpos estavam exalando muito cheiro de sexo e eu não podia imaginar qual seria o motivo. Acabava de saber o que era. Eu fiquei bem tarado com aquilo e tive que me controlar muito para não entrar em orgasmo. Queria prolongar aquele jogo. E assim nós fizemos por todo o final de semana. Provocávamos nossa libido, imaginando nossa aventura, a futura transa de Mariane com o Mazza e o que nós gostaríamos de fazer. Não víamos a hora de chegar a sexta-feira para terminar a pintura da tatoo e prosseguir com aquele jogo de provocações. Contaremos em breve como foi. (melga38@zipmail.com.br)

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