Encoxando com os pezinhos na boca

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Como tenho tantas histórias, quero compartilhar mais uma - ou algumas. Depois que me formei mudei de cidade e, mais uma vez minha irmã veio me visitar. Ficamos sozinhos.

Deitados no colchão de ar, começamos a brincar de lutinha, mas ela não resistia. Eu a todo momento a colocando no meu colo, pois eu estava de shorts fino e queria sentir minha pica encostando em sua bunda maravilhosa. Ficamos assim por horas, às vezes paravamos pra descansar, mas eu sempre com seus pés colados na minha boca.

De repente, surgiu uma posição quase sexual: ela deitada, com uma perna levantada e a solinha do pé direito apertando a minha boca. Ela diz: ah, então levanta a outra perna pra ficar mais confortável. Na hora atendi a seu pedido, como se fosse minha rainha, e levantei sua perna esquerda, de modo que as duas solas ficavam coladas no meu rosto, enquanto minha pelvis pressionava a sua. Ficamos assim, eu encostando a verga bem dura entre sua vagina e seu ânus (mas de roupa), com as duas solinhas esfregando no meu rosto. Eu conversava com eles na minha boca, e ela não se importava. Falava qualquer coisa apenas pra sentir os lábios mexerem em suas solinhas. Essa posição deve ter durado 1 minuto apenas, mas pra mim foi uma eternidade. Momento em que ela diz: se o seu companheiro de casa chega e vê essa situação acharia estranho - vi que a porta estava aberta. Mas não queria sair dali pra fechar, era melhor arriscar. Ao fim, brinquei de querer mexe-la, para fazer movimentos com meu quadril, como se estivesse fodendo com seus pés em meu rosto. Ela deve ter se mexido e saído da posição, até que um de seus pés para sobre minha pica, para evitar que eu chegasse perto. Eu fingia que ía pra cima apenas pra senti-lo mais forte, até que ela disse: só vc não percebeu onde está meu pé; tome cuidado. Fiquei mudo. Queria ter dito "vc não tem coragem", só para ver se ela me empurraria com seu pezinho.

Durante mtos anos, quando ainda se usava desk top, ela sentava na cadeira do computador e eu entrava debaixo dela, para ficar com os dois pés pisando no meu rosto. Ela às vezes falava que eu era apaixonado pelos seus pezinhos, pois eu cuidava muito bem deles. Mas isso é história para outro conto.

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