ENRABEI A NAMORADA DA SAPATONA

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ENRABEI A NAMORADA DA SAPATONA

Sexta-feira. Dez e meia da noite. Bares cheios de gente. Todos querendo se distrair um pouco depois de uma semana cheia de compromissos. Trabalho, faculdade, metas, etc. Automóveis enchiam as avenidas, ruas, estacionamento nem pensar. Era sobre as calçadas mesmo. Ninguém ligava.

A música sempre em volume alto. Um grupo de pagode aqui, outro tocava MPB do outro lado da rua. Outro som vinha de um carro parado mais adiante. Era assim mesmo. E todo mundo se dava bem. Não havia grandes desentendimentos. Algum ou outro mais exaltado era logo contido pela turma do “deixa disso”. E assim vivíamos felizes naquela cidade.

Cidadezinha boa, talvez cento e vinte mil habitantes. Cidade Universitária como era conhecida. Muitas Faculdades atraíam estudantes de toda região. Muitas repúblicas, residências universitárias, hotéis, pensões, pensionatos para moças mais recatadas, etc. Lugar maravilhoso para se morar, se divertir e namorar.

Eu morava numa república com mais dois colegas de trabalho. Bem jovem fui aprovado num concurso público e mandado para trabalhar naquela cidade. Prestei o “velho” vestibular e cursava Direito na mais prestigiada Faculdade da região.

Não queria namorar sério. Uma namorada atrapalhava muito o meu apetite sexual, que apenas uma ou duas mulheres não davam conta. Bons tempos. Quase toda semana pintava gente nova, e eu não perdoava. Sem critério nenhum: preta, mulata, morena, branca, loira, baixa, alta, gorda, magra, novinha, coroa, rica, pobre, enfim, o que viesse. Esse fato fazia com que eu fosse “cobiçado” por muitas mulheres. Assim como quem tem uma reputação de conquistador. Nunca entendi muito bem a psique feminina. Por que diabo as mulheres são tão atraídas por alguém que se sente atraído por todas? Nunca entendi.

Apesar de ser um cara normal, sem muitos atributos físicos, eu era bastante extrovertido, engraçado, bom amigo, e modéstia à parte, muito perspicaz. E gostava muito de festas. Havia festas homéricas em nossa república. Muitas dessas festas começavam na sexta e só terminavam na madrugada da segunda-feira.

Sempre aonde ia, havia uma grande turma de amigos, colegas e conhecidos. Naquela sexta estavam conosco um casal de lésbicas. Verônica era o macho da relação, cabelo rente e camisas folgadas, andar viril. Quem não a conhecesse não imaginava que fosse mulher. Queria que a chamassem de “VÊ”. Era o “Vê”. Ninguém se metia com ela. Sua namorada era uma menina linda, chamava-se Eliane. Não havia quem entendesse que uma moça tão bonita de rosto e de corpo. Que podia namorar quem desejasse, quisesse namorar uma sapatona, como a chamavam entre sussurros.

Pouco tempo depois de chegarmos ao barzinho, após tomarmos algumas vodcas, houve um pequeno desentendimento entre Vê e Eliane. Vê achou que Eliane havia se demorado demais no banheiro. Por mais que ela tentasse justificar, nada acalmava Vê. Chamei atenção dela, pedi, ”por favor, cara, tem gente olhando, faz isso não, ela não fez nada” e até brinquei dizendo “que mulher é assim mesmo, demora muito no banheiro”. Vê calou-se, mais ficou emburrada, depois vi que elas cochichavam alguma coisa. Pensei que tudo estivesse resolvido. Quando de repente Vê se levantou e disse: “Pois se não quiser ir, pode ficar que eu vou embora”. Levantou-se, vi quando subiu na sua motocicleta e partiu, fazendo barulho.

Havia ido atrás de Vê, pedindo para que ficasse. Quando retornei à mesa, sentei-me ao lado da Eliane. Ela estava triste, assustada até, preocupada como iria para casa, pois morava longe. Disse que não se preocupasse que eu a deixaria em casa quando ela desejasse. Pedi outra rodada de vodca e Eliane, que não bebia, pediu para experimentar “só um pouquinho”. Não esqueço sua boquinha linda fazendo esse pedido.

As horas foram passando e as pessoas foram saindo, ficando apenas eu, Eliane e um casal de colegas da Faculdade. Eliane já estava bem mais alegre, depois de duas ou três doses de vodca com laranja.

Não apareceu nenhuma “candidata” naquela noite. E já estava pensando que mais tarde iria para alguma “casa de caridade”. De repente senti uma mão deslizando sobre a minha coxa. Naquele momento, percebi, lembrei que Eliane era mulher. Uma linda mulher.

O fato de tê-la conhecido, já de namoro com uma sapatona, parece que tinha colocado uma venda em meus olhos, que não conseguia perceber que ela era mulher. Nunca entendi muito bem o que acontecia comigo. Será que é assim com todas as pessoas que tem amigos homo afetivo, como se diz atualmente? Esses pensamentos afloraram na minha mente como um relâmpago, mas minha natureza me permitiu agir com uma naturalidade que Eliane não percebeu meu instante de indecisão.

Naturalmente alisei sua mão, seus dedos macios, passei a mão por suas coxas por baixo da toalha da mesa. Ela deslizou a mão por sobre meu amigo. Recostei-me na cadeira para que ela pudesse investigar mais e sentir uma protuberância que já se formava no meio das minhas pernas.

Fiquei avaliando a situação. Tinha que sairmos dali o quanto antes. Ela era a namorada da sapatona mais conhecida da cidade. Alguém visse algo, não tardaria a chegar aos ouvidos dela.

Pedi a conta. Quando fomos sair, Eliane estava um pouco “alegre”, devido às doses de vodca. Levei-a até meu carro. Abri sua porta, ajudei-a a sentar. Quando entrei, ela me disse: “Me leva pra onde tu quiser, hoje eu sou tua”.

Quando cheguei à república já passava de meia noite. Os meus colegas tinham viajado naquele fim de semana. Eu estava só em casa. Que maravilha, pensei.

Entramos no meu quarto, abracei-a por trás ainda na porta. Beijei sua nuca, afastando com a cabeça seus cabelos sedosos. Ela virou-se, passou a mão no meu rosto, alisou minha barba, ponta dos dedos nos meus lábios. A outra mão invadiu minha camisa, passando a mão nos pelos do meu peito, até encontrar meus mamilos. Procurou meus lábios e trocamos um longo beijo. Esfregou seu rosto no meu pescoço, quando pensei que ela morderia minha orelha ela disse: “Me promete que você vai ser muito carinhoso, eu nunca transei com homem”. Admirado olhei-a nos olhos, mas ela me acalmou: “Não sou virgem não, apenas não foi com um homem”. Por mim já estava tudo esclarecido, não fazia nenhuma diferença mesmo.

Nós ainda estávamos de pé. Eliane desafivelou meu cinto e desceu minhas calças até os joelhos. Pegou no meu amigo, que já estava atento, ainda por sobre a cueca. Ficou como quem está brincando de descobrir as coisas. Ela disse que nunca tinha estado com um homem, então também nunca tinha manuseado um cacete. Fiquei de expectador, apenas assistindo aquela descoberta. Eliane procurava sentir a forma, a textura, a rigidez daquele desconhecido. Aproximou o nariz e cheirou, disse que tinha um cheiro bom. Tentou morde-lo, ainda de cueca, eu a tudo assistindo, ela não conseguiu. Finalmente ela baixou a cueca, ao se ver em liberdade, o cacete desdobrou-se batendo no seu lindo rosto. Ela assustou-se, sorriu muito, um riso nervoso. Ficou apalpando, deslizando as mãos por todo seu corpo, enfiando a ponta dos dedos entre a cabeça e o prepúcio. Tornou a cheirá-lo, beijá-lo. Eu supliquei baixinho, quase murmurando: “Faz um boquete”. Ela olhou pra mim, com um cara de safada, um risinho no canto da boca, com a mão colocou toda a cabeça do meu amigo pra fora e colocou-a na boquinha. Chupou com gosto. E eu fui ensinando: ”Alisa os ovos, lambe de lado, enfia até a garganta, passa a língua na cabecinha...”. E tudo ela fazia com gosto, obedecendo a todos os meus comandos. Eu estava ainda de pé, com cuecas e calças nos joelhos, com aquela mulher linda chupando meu cacete, não podia gozar ali. Peguei-a pelos braços e levantei-a. Ela estava tão concentrada em sua tarefa, que vi que assustou quando eu a interrompi. Disse que queria ela na minha cama. Ela entendeu e deitou-se na cama tentando já tirar sua roupa. Pedi que parasse, eu que iria tirar sua roupa. Eliane sorriu satisfeita. Livrei-me rapidamente dos meus tênis, calças, cueca e camisa. Completamente despido fiquei parado na frente dela, querendo que ela observasse o corpo de um homem, coisa que ela desconhecia. Notei o ar de satisfação em seu semblante. Delicadamente tirei sua sandália de saltinho médio, massageei seus pezinhos, observei suas unhas bem aparadas. Beijei e chupei seus dedinhos. Deslizei as mãos por suas pernas, pele macia e sedosa. Desabotoei sua saia, que ia até o joelho, tirei-a pelos pés. Coxas roliças, com pelinhos dourados. Alisei suas coxas, beijei e com a barba arranhei suas partes internas. Nessa hora vi que Eliane já estava com os olhos fechados, esticando o pescoço, a respiração já acelerada. Calma meu amigo, a brincadeira está só começando, pensei. Propositadamente pulei sua calcinha, de renda, branca, minúscula, que mal cobria sua pequena xaninha. Minhas mãos invadiram sua blusinha, de um tecido fino e macio. Tirei-a por sobre sua cabeça, deixando à mostra seu sutiã, que não tinha alças, seguro apenas pelas costas. Fiquei um pouco admirando aquela peça, desconhecida para mim. O fecho era entre os seios, e que após beijos e mordidas no pescoço, alcancei-o com os dentes e libertei-os. Eram seios médios e durinhos, morenos da mesma cor da pele de Eliane. Beijei-os, com a ponta dos dedos fiz movimentos circulares em redor de seus mamilos. Passei a língua por baixo em direção aos biquinhos, assim com um gato quando bebe água. Depois caí de boca, ora em um, ora no outro. Minha mão deslizou em sua barriguinha, parou e fez círculos em seu umbigo e invadiu sua calcinha. Nessa hora Eliane já segurava meu amigo com força, querendo de toda maneira que ele tomasse lugar entre suas pernas. Delicadamente soltei sua mãozinha, passei-a em minha barba, chupei seus dedinhos, mordi levemente sua palma e coloquei-a no meu peito para que ela alisasse meus pelos. Posicionei-me entre suas pernas, recolhi seus joelhos e delicadamente, com os dois polegares, puxei vagarosamente sua calcinha. Aproveitei a proximidade e peguei seus dois pés e encostei-os no meu rosto, fazendo com sentisse a maciez da barba. Sem pressa coloquei seus pezinhos um em cada lado, de maneira que sua linda xaninha ficasse inteiramente ao meu dispor. Eliane já não tinha mais controle sobre seus movimentos, ofegante, balbuciando palavras desconexas, ora retesava seu corpo esticando-se como se estivesse em choque, ora se encolhia como se sentisse frio, tentando de todas as maneiras me colocar em cima dela, conseguia apenas me puxar o cabelo, que por ser curto, lhe fugia às mãos. Quando encostei a língua em seus lábios vaginais, ela deu um suspiro profundo acompanhado de um pequeno gemido. Passou suas penas em volta do meu tórax e me apertava com força. Minha língua atingiu seu clitóris e senti que seu corpo todo estremeceu. Não consegui mais controlar meus movimentos e chupei aquela xaninha como se fosse a única coisa da minha vida. Eliane estava completamente excitada, sua vagina tão úmida que escorria pela minha barba. Senti que não podia deixa-la gozar daquele jeito. Senão qual seria a diferença do homem pra sapatona. Delicadamente retirei suas pernas que me imobilizavam. Posicionei meu amigo na porta da felicidade, na posição papai-mamãe. Quando a cabecinha entrou, ouvi um murmúrio: ”Ai, ai, ai...”. Comecei a ritmar os movimentos e vagarosamente foi entrando. Muito apertado no início, mas que foi relaxando, até por conta da lubrificação exagerada daquela xaninha. Quando senti que já estava tudo dentro, procurei sua boca para um beijo. Gostava de gozar beijando. Ela aturdiu-se um pouco, recobrou um pouco de consciência, sorriu pra e retribuiu meus beijos. Dessa maneira acelerei os movimentos, ela parou de beijar e jogou a cabeça para trás. Senti seu corpo estremecer completamente descompassado. Começou a dizer coisas ininteligíveis, arqueou seu corpo, comprimiu meu amigo com sua vagina, entrecortou sua respiração, cravou suas unhas em minhas costas, urrou e gozou, gozou muito. Fiquei ainda balançando dentro dela até sentir que os seus espasmos tinham terminado.

Quando recobrou a consciência, Eliane perguntou se eu tinha gozado. Disse que não. Ela deu graças dizendo que não tomava anticoncepcional. Perguntou se eu tinha camisinha. Tinha um montão nas minhas gavetas. Mas uma ideia imediatamente aflorou-me: o cuzinho virgem dessa princesa. Disse que não tinha camisinha, mas que ela não se preocupasse que tudo daria certo.

Tomamos banho e nus fomos à cozinha tomar umas cervejas. Ficamos no balcão, sentados naqueles bancos altos e ela aninhou-se entre minhas pernas. Beijou-me e disse que nunca tinha gozado tanto, que era muito diferente. Que estava disposta a rever seus conceitos. Não gostei do rumo dessa conversa e abracei-a alisando sua linda bundinha, deixando um dedinho escorrer pelo rego até alcançar suas pregas. Beijamo-nos longamente, e meu velho amigo já estava em ponto de bala outra vez. Eliane caiu de boca, chupando, lambendo, deixando que ele alcançasse até o fundo de sua garganta. Senti que se deixasse acabaria gozando ali na sua boca.

Levei-a para o quarto novamente, de passagem peguei meu velho tubo de KY numa gaveta. Deitei-a de costa na cama e comecei a chupar sua xaninha, na medida em que Eliane se excitava, ia me aproximando de seu cuzinho. Primeiro massageando os contornos, lubrificando sempre, enfiando a ponta de um dedo. Ela assustou-se, sorri e ela entendeu o que eu queria. Um dedo já entrava sem dificuldade, lubrifiquei e tentei já enfiar dois dedinhos, sempre devagar, massageando. Quando dois já entravam sem muita resistência, tentei meter o terceiro dedo, o indicador, o médio e o anelar. Sentir que Eliane estava já com pequeno desconforto, embora eu tivesse ainda com a língua na sua xaninha. Passei o resto do KY no meu amigo e deitei de costas na cama e pedi que ela viesse por cima, assim poderia dirigir os movimentos e recuar, se sentisse que não suportaria. Eliane a tudo obedeceu. Posicionou seu cuzinho bem sobre o meu amigo e foi descendo devagar, entrou a cabecinha, ela recuou um pouquinho, tornou a entrar mais um pouquinho. Ela sentiu um grande desconforto. Disse que estava doendo. Pediu para mudar de posição. E virou-se ficando de cócoras, virada para meus pés. Colocou meu amigo outra vez no seu cuzinho, entrou a cabecinha, e eu só assistindo. Eliane desceu mais um pouquinho, estava realmente entrando com mais facilidade. Eliane continuou tentando e pouco a pouco entrou tudo. Eu via apenas suas costas e a bunda maravilhosa que subia e descia num ritmo cada vez mais acelerado. É uma sensação diferente, uma pressão uniforme por todo o pênis, agente sente as camadas internas abrindo caminho para passagem de sua majestade o cacete. Eliane jogou seu corpo para trás ficando segura agora pelos braços apoiados nos meus ombros. Meu amigo não suportou aquelas sensações e jorrou jatos e jatos de porra dentro daquele cuzinho que não parava de mexer. Percebi que Eliane estava excitada com aquela tora ainda socada no seu cuzinho. Ela arriou completamente o corpo, se deitando inteiramente sobre mim. Ela estava ainda por cima, seu peso dificultando a minha respiração e seus cabelos sobre meus olhos impediam-me de ver aquele espetáculo. Deslizei minha mão para sua xaninha, que estava completamente encharcada outra vez. Meti os dedos procurando encontrar as pregas do seu ponto G. Quando o encontrei fiquei massageando-o com o dedão e com o polegar alisava seu clitóris. Eliane gozou outra vez ainda com pau no seu cuzinho e meus dedos na sua xaninha. Depois escorregou para meu lado, e dormimos até quase meio dia de sábado. Agradeci à vida por tanta felicidade.

Acordei com o celular chamando. Era Vê querendo conversar comigo. Que estava arrependida do que tinha feito, essas coisas. Fiquei de outro dia falar com ela e o que podia fazer para ajuda-la.

Eliane voltou a namorar a Vê, mas vez por outra bate na porta da república.

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