Fui conhecer minha "amiga" no Mato Grosso do Sul

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Olá, voltei para relatar mais uma passagem que aconteceu comigo. Sem me prolongar, e sem florear como vejo em muitos relatos por aqui (um absurdo) vamos aos fatos.

O nome dado será alterado para não prejudicar a pessoa, chamarei-a de Aline. Conheci Aline que na épocatinha 45 anos (eu 30) num site de bate papo (esse que compete com o da poderosa emissora). Trocamos skype e daí pra frente sempre falavamos, trocávamos fotos, faziamos umas besteirinhas virtuais na cam, porém, nunca tínhamos nos encontrado fisicamente. Ela relatou ter tido uma desilusão com um namorado a uns 5 anos atrás e ele tinha sido seu primeiro homem, e que depois do fato consumado ela descobriu uma traição e depois dele nunca mais havia namorado ou tido relações sexuais; fingi acreditar. Aline morava em uma cidade famosa por ter um rio com o mesmo nome; perto de Nova Andradina MS e eu em Presidente Prudente. Eu trabalhava nessa época como representante comercial, e um certo dia fui escalado para fazer a região de Aline. Fiquei eufórico, enfim, iria conhecer minha “amiga virtual”. Liguei para Aline na segunda feira e disse que na quarta chegaria em sua cidade para conhece-la. Ela achou legal, e disse que estava anciosa para me ver também.

Eis que chega o dia, saí na madrugada de Prudente para chegar bem cedo na cidade dela, liguei para ela quando cheguei e disse que ia fazer minhas vendas e depois encontrar minha amiguinha no fim da tarde. Ela sorriu no telefone e disse que tudo bem, que também ia trabalhar e no fim da tarde poderíamos nos encontrar. Dia de cão, um calor dos infernos, fiz minhas visitas e encerrei os afazeres. Fui para o hotel, tomei um banho e me arrumei. Liguei para Aline e ela me atendeu, combinando um local ali no centro da cidade. Perguntei para o atendente do hotel onde era o endereço, ele prontamente disse que era perto. Memorizei as informações, entrei no carro e fui.

Chegando ao local combinado, ela já me esperava. Para confirmar, dei um toque no celular e ela atendeu. Sim, realmente era ela me esperando, justamente como nas fotos e na cam, branquinha, alta mais ou menos 1,80, cabelos channel castanho e olhos castanhos, seios médios e um pouco gordinha.Parei o carro e ela entrou, nem deu para dar um beijinho de oi por que ela falou: “Vamos sair daqui, por que cidade pequena já viu né”. Ela era funcionária pública e disse que não gostaria de comentários. Pois bem, saímos dalí e ela foi me guiando para umas ruas mais escuras e afastadas. Paramos o carro em um loteamento novo com poucas casas ainda em construção. Aline toda tímida sorria, e conversava eu tomei a liberdade e dei-lhe um beijinho dizendo: “este foi pelo oi que você não me deu”. Ela sorrindo, correspondeu com um beijo mais prolongado. Daquele beijo mais prolongado eu fui esquentando e emendei mais um beijo daqueles “calientes”. Ela, sem ar disse: “Nossa que beijo delicioso” e continuou beijando. Enquanto isso fui abrindo o sutiã de Aline e tentando já sugar seus bicos. Aí veio o abalo. Ela se recompôs e disse que não. Com voz embargada disse que era melhor pararmos. Logo, lembrei da história do ex; e a questionei. Ela disse que sim, que havia sofrido muito e que algo a bloqueava quando se tratava de sexo. Perguntei das sacanagens na cam, e ela disse que era diferente, e que quando partia para o físico algo a bloqueava. Pense no balde de água fria.

Respeitei né! Parti para outros assuntos, perguntei sobre o trabalho dela, se ela gostava de viver ali naquela cidade, e ela disse que sim, que havia crescido alí e que adorava ter uma vida de cidade pacata, tirando os linguarudos de plantão. Eu ouvia toda aquela história, porém, no fundinho do cérebro o plano de tentar levar aquela gata pra cama me atiçava. Olhei-a profundamente e deferi um beijo, daqueles árduos, e fui para o pescocinho de Aline dando beijinhos e com as mãos fui acariciando seus peitos. Ergui a blusinha e o sutiã recomposto do momento anterior. Pude vislumbrar as aureolas rosadas caí de boca. Aline resistiu um pouquinho, mas foi cedendo. Nisso ela já ofegava, e eu alternava as chupadas nos bicos já duros com beijos quentes. Ela alí gemendo baixinho, já era um trunfo para eu partir para a segunda parte do meu plano. Puxei a mão de Aline e fui deslizando para meu pau. Naquela hora, caro leitor (a), doia de duro na calça jeans. Abri o zíper e Aline foi tirando da cueca e começando a punhetar. O tesão foi a mil, eu já dizia: “que tesão, minha linda vai continua”. E Aline atendendo ao meu pedido continuou punhetando, ora lentamente, ora mais rápido, eu ofegava em seu ouvido, acariciando os bicos dos peitos de Aline e alternando entre chupadas, mordidas e contornos nas auréolas com a ponta da língua.

Faltava eu por em prática, a parte final do plano; que era consumar o ato. Aline de súbito, pareceu despertar de um sonho. De um salto, parou de me punhetar e me afastou, se recompondo e dizendo que não dava. Que não ia conseguir. Não foi um balde de água. Não. Foi um balde de gelo. Nem questionei. Respeitei, disse que tudo bem. Ela com voz embargada pediu para irmos embora. Atendi seu pedido de boa, e saimos dalí. Levei-a até uma quadra antes de sua casa. Aline pediu para eu não ficar chateado, me deu um beijo e saiu em direção á sua casa. Retornei para o hotel, tomei um banho gelado e fui dormir. No outro dia, partí para Prudente em regresso, e no check out meu celular tocou, vi que era ela mas não atendi. Acertei a conta com o gerente e sem cumprir minha missão regressei para a terra natal.

Continuarei o relato em outra postagem, para não ficar muito longo o texto.

Obrigado por ler até aqui, espero que continuem lendo no próximo capítulo.

https://www.casadoscontos.com.br/texto/201710107