GRÁVIDA, TIVE QUE DAR PRO CUNHADO

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Quem leu meu primeiro relato, soube como tive caso com um sobrinho e engravidei dele. Me chamo Roberta, 30 anos, casada e uma filha de oito anos. Tenho cabelos castanhos, ultimamente tingido com toque de ruiva. Não sou uma modelo de beleza, porém, quando me arrumo, ganho olhares cobiçosos.

No começo da gestação, tive muitas náuseas e mudanças de apetite. Até cheiro de perfume me deixava enjoada, com ânsia de vômito. Vivia sonolenta e fatigada. Ainda bem que meu marido, quinze anos mais velho, se já não me procurava muito na cama, depois da gravidez então, nem chegava perto.

Como ele viaja muito a negócios, chamou seu irmão mais novo para dormir em casa. Pedro estuda o colegial, em preparativos para ingressar na faculdade. Minha sogra mora num bairro próximo e assim, o garoto vem passar a noite em casa.

Se eu não tinha apetite sexual, meu sobrinho, o Red é que tentava alguma coisa. Ele nem sabe que o filho é dele. Certeza que eu como mãe e mulher, tenho absoluta. Sempre dava um jeito de aparecer em casa, querendo transar. Eu até cedi algumas vezes, porém, fazer sexo estava ficando insuportável.

Depois do quarto mês, meus seios cresceram, os bicos incharam e as auréolas escureceram. Ficaram mais sensíveis. Tirando algumas cólicas e ganho de peso, me sentia bem. Por estranho que possa parecer, o desejo voltou e bem mais forte.

Senti isso quando meu marido viajou e Red, o sobrinho veio em casa. Já chegou me beijando, pedindo para transar. Ficou insistindo com jeito de quem não iria embora sem me possuir. Sendo beijada e com as mãos libidinosas dele me tocando, a bocetinha umedeceu, algo que não acontecia. Na hora cedi apenas para que ele fosse embora e me deixasse em paz.

Diferente das outras vezes, que fiquei passiva, deixando que ele aproveitasse do meu corpo, desta vez, participei com muita vontade e desejo. Até tomei a iniciativa de ir por cima e cavalgar no seu falo, conseguindo orgasmos. Estávamos na cama, nus, recuperando o fôlego. Nisso ouvi barulho no corredor do quarto. Apavorada, falei para o Red:

- Meu cunhado! Meu cunhado chegou! Vai, se veste depressa! Depressa!

Todo atrapalhado, meu sobrinho e amante foi colocando a roupa. Eu também me vesti, pensando no que fazer. Cheguei a pensar em pedir para ele se esconder no banheiro da suíte. Com o rosto corado, saí do quarto e encontrei o cunhado na cozinha, tomando água.

- Oi, Pedrinho. Chegou cedo hoje!

- É, Roberta. Com essa greve dos caminhoneiros, o colégio cancelou as aulas.

Nisso Red apareceu, tentando disfarçar:

- Tia Berta, já consertei a torneira. O chuveiro já não está pingando... Oi, Pedrinho, tudo bem? Bom, já vou indo, tá? Se precisar de algo é só me chamar.

Dizendo isso, me beijou na face e foi embora. Pelo modo que meu cunhado cumprimentou o Red, deu para ver que algo não estava bem. Seu olhar, acompanhando-o até a saída de casa demonstrava isso.

Na hora pensei: ¨Será que ele percebeu?¨. Estávamos tão confiantes que transamos com a porta aberta. Se o garoto passou pelo corredor, para ir no quarto dele, com certeza viu alguma coisa. Para tirar dúvida, fui até o quarto ocupado por ele. Sua mochila escolar estava em cima da cama!

Senti a vista escurecer! Fui flagrada com meu próprio sobrinho, na cama do meu marido, pelo irmão dele! Cheguei a cambalear. Devia estar pálida, com todo sangue indo para a cabeça. ¨O que fazer? o que fazer?¨, foi tudo que pude pensar.

Voltei para a cozinha e resolvi enfrentar:

- Pedrinho, você viu, não viu?

- O que?

- O Red. Viu, né?

- É, vi sim.

- E o que você vai fazer?

- Nada. Nem vou contar pro Paulo (meu marido), tá?

- Não vai mesmo?

- Não, não vou contar. Não sou boca mole. Pode ficar sossegada. Mas se ele souber, nem sei o que vai acontecer!

Ficou uma situação constrangedora e depois disso, quase não falamos mais. Na minha cabeça passava pensamentos frenéticos. ¨Se ele contar, estou ferrada!¨. ¨Eu não devia ter cedido. Que burrice!¨. ¨Que merda de greve! Tinha que cancelar as aulas?¨. ¨Meu marido não pode saber!¨.

Fiz a janta maquinalmente. A cabeça a mil. ¨Tenho que dar um jeito do Pedrinho não abrir o bico!¨. ¨Acalme-se, pense mulher!¨. Nesses momentos de desespero é que decidimos cometer os maiores desatinos. ¨Se o cunhadinho transasse comigo, ele não poderia abrir a boca nunca!¨.

Decisão tomada, depois da janta, nem lavei a louca. Empilhei tudo na pia e fui tomar banho. Vesti uma camisola preta rendada, bem transparente. Sem nada por baixo. Fui até o quarto do cunhado e bati na porta.

Ele a abriu e seu olhar denotou espanto. Afinal, eu estava praticamente nua. Bem diferente dos outros dias, em que sempre usei vestido em casa e nunca se deixei ver nem de pijama. Nem sabia direito o que fazer. Tudo que tinha na cabeça é que deveria seduzir o rapaz.

- Pedrinho, me diga uma coisa, o que é que você viu?

- Eu vi tudo. Vi você encima do Red, os dois gemendo.

Meio sem graça perguntei:

- E o que você achou?

- Fiquei bobo com tudo aquilo. Nem tava acreditando. Você com teu sobrinho!

- Só isso?

- Só isso mesmo?

Disse enquanto esticava o tronco para frente, deixando meus seios crescidos bem evidentes, quase na cara dele. Ele assustado, até recuou o rosto, pela situação esdruxula. Meio insana, na hora, tudo que eu pensava era em seduzi-lo para que assim, não contasse nada ao meu marido. Apalpei seu genital e por cima da calça, o senti duro e ereto:

- Se excitou? Ficou excitado, não ficou?

- Eu... eu não, claro que não.

- E o que é essa coisa dura aqui, quase furando as calças?

- É que... é que.,., eu não...

- Deixa eu ver!

Começamos a lutar, com eu tentando desabotoar e tirar sua calça. Confuso, meu cunhadinho esboçava leve reação, não querendo e ao mesmo tempo, desejando que tudo aquilo continuasse. Consegui abaixar sua calça, com ele segurando a cueca.Nem precisei forçar muito. Foi só acariciar o precioso, que ele parou de reagir.

Tudo que pensava era em masturbá-lo, ou fazer um oral nele. Isso já bastaria para que consolidasse sua cumplicidade, num pacto de segredo. Quando abaixei a cueca, vi saltar um um mastro diferente. Até então, eu tinha visto o do meu marido, do sobrinho e de dois namoradinhos nos tempos de colégio.

Nenhum deles, porém, era igual aquele. Tinha a base normal, contudo a cabeça era grossa, muito grossa. Meio formato de lâmpada, aquela das antigas. Fui abocanhar a glande e tive de abrir bem a boca para agasalhá-lo. Aquilo enchia minha boca, pressionando a língua e o céu da boca.

Fiz o oral como deu. Pedro, que até então estava passivo, começou a suspirar. Eu ajoelhada e ele sentado na cama. Com as duas mãos, pegou na minha cabeça, segurando-a e começando a mover o quadril, copulando na minha boca. Não demorou para estar gemendo e gozar, ejaculando fartamente. Foi tanta gala que engasguei e tossi. Pelo vão dos lábios e da berinjela, espirrou esperma.

Corri para o banheiro. Coração acelerado, aquela sensação de quem acaba de fazer algo errado. Por outro lado, um sentimento de que conseguira meu intento. Meu cunhado nunca poderia contar para meu marido sobre meu caso com o sobrinho.

Dizem que quando se está ferrada, nos ferramos cada vez mais tentando não se complicar. Igual a mentira, que para manter em segredo, inventamos outras mentiras. Honestamente, depois daquela loucura, ao menos um pouco de tranquilidade. Era o que sentia. Porém...

Porém, Pedrinho depois daquilo, queria mais. Queria também aquilo que eu tinha dado para o sobrinho. Quando me enxugava, ele entrou no banheiro, totalmente nu. Seu mastro ainda babado do gozo, todavia, duro e inchado. Pendendo para baixo pelo peso da glande enorme. Veio e sem qualquer cerimônia me beijou. Como alguém que pagou uma prostituta e quer furunfar.

Eu tinha transado há pouco com o sobrinho. Ainda estava com seus gozo no fundo das minhas carnes. E tinha outro querendo também. Fomos para o quarto, com ele me pegando de tudo que é jeito, as mãos taradas passeando no meu corpo, procurando apalpar cada pedacinho dele.

Fomos para a cama, com Pedrinho querendo subir em cima. Literalmente, querendo trepar em mim. Só então o foco das minhas preocupações mudaram. Agora era o medo de abortar. Não sei se transar tanto não seria prejudicial à gravidez. Além disso, aquela berinjela iria abrir toda minha bocetinha.

Empurrei ele, dando as costas. Tinha que proteger a barriga volumosa. O garoto era inexperiente na coisa. Levado pelo instinto, estocava por trás, com a cabeça rombuda entrando entre os montes da bunda. Temerosa, pus a mão para trás e tentei guiá-lo para a entrada. Ele em seu ímpeto varonil deu uma forte estocada, com a ponta espessa entrando forte.

Não foi dor. Foi medo mesmo. Afastei o quadril para frente, desengatando rapidinho. Conhecendo agora meus caminhos, o garoto encostou a ponta espessa e forçou novamente, desta vez segurando minhas ancas para que não escapasse. Senti que os músculos vaginais dilataram para acomodar o invasor.

Foi avançando dentro de mim. Aos poucos fui relaxando, percebendo que o pior tinha sido na penetração. Era bem diferente de quando fazia com meu marido ou com o sobrinho. Era um preenchimento pleno, retesado, que causava fricção à medida que entrava mais e mais. Ele meteu mais forte e tive de reclamar:

- Devagar, Pedrinho! Assim você me machuca!

Ele passou a estocar com mais cuidado. Me tranquilizava saber que assim, de ladinho, eu podia controlar tudo. A ponto de confiante, empurrar o bumbum para trás, permitindo penetração mais profunda. Estava gostoso e assim, ficamos ele puxando e empurrando, num coito demorado.

O orgasmo estava vindo. Senti isso. Nessa hora, tudo bem busquei foi chegar ao clímax. Devo ter pedido para ele meter tudo, meter com força, meter com vontade. Esqueci da gravidez, de que estava dando para o irmão do meu marido. Uma insanidade momentanea!

Quando o orgasmo veio, foi tão intenso que senti até falta de ar. Devo ter gritado e até apagado por alguns segundos. Ao mesmo tempo, meu cunhadinho bombava com entusiasmo, indicando que estava para gozar. Seus jatos dentro de mim aconteceu quando senti contrações do útero!

Apavorada, saí dele com a rapidez que a barrigona permitiu. Corri ao banheiro para examinar o estrago. As contrações demoraram para cessar.

Fui até a ginecologista do pré-natal. Ela examinou e disse que está tudo bem. Apenas recomendou que eu tivesse mais cuidado ao fazer sexo. Se possível, evitando nos últimos meses.

Há muito tempo já não brinco com ¨Pantera¨, o meu consolo. Tenho evitado o sobrinho. Só não tenho conseguido escapar do cunhadinho, que volta e meia, quer meter sua berinjela em mim. Vou levando como dá. Ao menos, não corro o risco de engravidar dele...

https://www.casadoscontos.com.br/texto/20180688

 

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