Iniciando Priscila

Categoria: 

Como sou adepto do BDSM, uma noite dessas, solitário, saí a procura de uma vítima para descarregar meus instintos de dominador, entro num bar e fico ao lado do balcão e peço um drink, olhava para todos os lados, apreciando as beldades ali presentes. O lugar é muito bem decorado, as mesas ficavam em nichos, dos quais quem estava sentado não poderia ver quem estava sentado na outra mesa, logo avisto uma mão acenando-me, era uma mesa em um canto, ainda mais discreta que as outras, dirijo-me até o local e sou surpreendido: em um lado estava Ana e Flávia (amigas que já tínhamos transado) e no outro, sozinha, uma amiga delas, sentei-me ao lado da amiga que depois descobri que se chamava Priscila; fui recebido com um sorriso largo e um perfume delicioso, fomos apresentados formalmente, pela Ana e partimos para uma conversa leve e descontraída, falamos de tudo, rimos muito com as histórias de Flávia e o papo foi indo até chegar na parte boa, relacionamentos e sexo, Flávia soltou-se e falou que eu tinha feito ela descobrir como é bom chupar uma buceta (chupou a buceta da Ana, pois saímos os três) mas que nunca iria deixar de adorar uma pica... eu ri muito, mas senti a pele de Priscila arrepiada... encostei-me mais nela e ela também...

A conversa delas fluía bem, falavam de todas as aventuras e bebiam seus drinks... E a cada hora ficavam mais relaxadas e tontas, riam, até que Ana olhou no relógio e disse que teria que ir embora, pois já tinha reunião no outro dia e Flávia iria a acompanhá-la...

Despediram-se e Priscila perguntou-me se ficaria mais um pouco com ela, disse que sim e sentamos no lado onde elas estavam, mais perto da parede e mais discreto ainda, pediu mais um drink e eu uma tônica, ficamos bem juntinhos, num movimento, encostei-me na parede e a coloquei de costas para mim, ficando ela encostada em meu peito, o braço esquerdo passei pela cintura dela e o direito fiquei acariciando seus cabelos e a conversa fluiu naturalmente, ela colocou sua mão esquerda em cima da minha e ficava alisando sua barriga com a minha mão, por cima conseguia ver seus lindos seios e seus mamilos já estavam eriçados; estava curiosa com a história de Ana, sobre como a fiz descobrir 'essas coisas'? Eu disse que na vida temos que conhecer um pouco de tudo e perguntei se ela não tinha tido nenhuma aventura parecida? Ela contou-me que aos 17 anos conhecera de vista uma menina que morava na rua dela e que todos sabiam que a menina gostava de meninas, e aquilo a marcou, pois toda vez que via a tal menina ela ficava super excitada, às vezes, voltava em casa para se masturbar pensando nela, mas depois de um tempo mudei-me de lá e nunca mais olhei outra mulher como ela. E eu perguntei: o que você sentiu no relato de Ana, da delícia que é chupar uma buceta? Fiquei excitada, ainda estou.. e riu, olhou para mim e nos beijamos, fiz movimentos leves e depois acelerava o beijo, mordia-lhe o queixo, o lábio, mas deixei-a colocar sua língua toda na minha boca e depois a mordi, caramba ela arrepiou-se toda, eu segurei por um tempinho e soltei, ela disse-me baixinho: delícia... Continuei a mordendo sua orelha e nuca, nesse momento ela pegou minha mão, que estava em sua barriga e levou a sua buceta, por cima do vestido, apertei forte e ela estremeceu... continuei apertando e nos beijamos novamente, deslizei a mão na buceta dela e senti ela tremer forte, afastou-se um pouco sorriu... Rimos e ela ajeitou-se na cadeira, bebemos um pouco mais e decidimos ir embora, levei-a até a casa dela e nos despedimos, mas marcamos outro encontro para a sexta, marcado lugar e hora de nos encontramos fui embora feliz da vida.

Na hora marcada e no lugar nos encontramos, Priscila estava radiante, com um vestido colado, cheirosa, fomos direto a minha casa. Ao entrarmos em casa fui logo agarrando a morena, sentamos no sofá, atracados e nos beijarmos compulsoriamente, comecei a tirar sua roupa, deixando somente de calcinha, preta de rendas, ative-me em seus seios, mordisquei-os e acariciei-os com minha língua, ela arrancou minha camisa e calça deixando-me de cuecas... Abaixou-se e foi lambendo e mordiscando meu pau duro, colocando-o todo na boca, falo para irmos para o quarto, mas digo para ir de 4 como uma cadelinha, ela acha estranho, mas obedece, eu vou guiando-a pelo cabelo e dando tapas na sua bunda, no quarto eu sento na cama e ela fica no chão a coloco novamente para chupar meu pau, mas agora eu forço sua cabeça contra o meu pau, ela vai chupando, engasgando e babando mas não desiste, até o momento que a coloco deitada na cama e inicio uma chupada em sua buceta toda melada, ela geme muito, mordo seu clitóris, mordisco os grandes lábios, levanto suas pernas semi dobradas e dou a lambida que mais adoro, aquela que vai do cuzinho ao clitóris, ela se contorce de prazer, puxo as pernas dela para fora da cama e encosto a pica na entrada da buceta, ela implora para eu penetrar, brinco um pouco e depois vou metendo vagarosamente, depois tiro tudo e soco de uma vez, ela geme e pede mais, começo a socar ritmado e com força até ela estremecer e gozar, deito na cama e mando ela me cavalgar, ela pula muito em cima da minha pica e eu vou apertando seus mamilos, dando tapinhas e torcendo eles, vou levando-a delicadamente para o binômio dor/prazer. Paramos um pouco, nos beijamos muito e conversamos sobre coisas variadas até o momento que ela volta a tocar no assunto da Ana, pois também queria que eu a fizesse descobrir coisas, eu ri e disse que iríamos sim, prometendo levá-la a conhecer um mundo interessante, ela acenou positivamente e disse estar preparada, pedi que ficasse deitada e fui lamber sua buceta, mas com a intenção de fazer um fisting, fui lambendo e colocando os dedos um de cada vez até conseguir colocar 4 e forçar a entrada do punho... nessa hora ela gemia e me chamava de louco, que tava doendo, mas não era para eu parar, pois a dor era deliciosa, eu dizia: isso putinha, agora você será minha cadelinha puta e eu que vou mandar em você em 4 paredes, sou sua puta, você é meu dono e assim fui forçando e depois de um tempo minha mão estava toda dentro da buceta dela, ela oscilava entre delírios e gritos, e não acreditava que minha mão estava toda dentro dela, movia a mão lentamente, vibrando para ela ter mais tesão, comecei a morder seu clitóris com força, ela tremeu-se toda e foi gozando como uma alucinada, não falava coisa com coisa e amoleceu-se toda, fui tirando a mão da buceta dela vagarosamente, depois peguei sua mão e a fiz sentir o quanto sua buceta estava aberta, ela olhou-me e chamou-me de louco...

Estávamos suados e fomos tomar banho, no banheiro a fiz ficar no chão e chupar meu pau, batia com meu pau em seu rosto e a xingava de cadela, putinha, cachorra, puta safada e minha escravinha, a água caindo e eu socando a pica no fundo da garganta dela, ainda tapava o nariz, para mostrá-la quem manda, dizendo: só vai respirar quando eu quiser, segurava até o limite, mas ela continuava impassível e lindamente tesuda, chupando meu pau. Acabamos de nos banhar e fomos para a cama, peguei um tapa olhos que tenho para dormir e a deixei sem visão, avisei se ela usasse os braços iria amarrá-la; a coloque deitada na cama, com as pernas abertas e avisei que ria mostrar um pouco de dor e prazer a ela, disse ainda que a Ana adorava.. rsrsrsrs Ela consentiu e eu fui avisando a ela que iria dsr uns tapinhas em sua buceta e ela teria que ir contanto os tapas, mas se perdesse a conta iria começar tudo de novo. iniciei dando tapinhas fracos, mas direcionados para o clitóris, ela gemia e contava, gemia e contava, quando decidi aumentar a força e mirei bem os grandes lábios e dei um tapa daqueles, ela revirou-se de dor e prazer, contou. Perguntei se queria que parasse, ela disse que não, a dor era deliciosa e o prazer também e que estava perto de gozar, então continuei a castigá-la, a fiz contar até 25 tapas. Gozou que revirou os olhos. Sua bucetinha ficou inchada demais, depois lambi muito e ela pediu que eu gozasse em sua boca, pois adorava meu leite.

Após essa aventura fomos nos banhar e depois dormimos, eu estava exausto e ela também...

Pela manhã acordei com ela chupando meu pau, colocando tudo na boca, e me chamando para acordar... que delícia... pedindo desculpas, pois teria compromisso familiar. Mas mesmo assim ainda vi sua buceta, estava inchada demais, pedi que cuidasse dela e que da próxima vez iríamos conhecer mais coisas juntos.. Ela riu e disse que viria mesmo...

https://www.casadoscontos.com.br/texto/201806216

Comentar