A MAGRELA ÓTIMA DE FODA

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A CÂMERA ERÓTICA - PARTE 11

Primeiro, Mayara conversou com o porteiro do meu prédio, para saber se havia câmeras de circuito interno. Não havia. Então, voltou à delegacia, onde estava ainda o corpo da detetive Mônica, assassinada dentro da cela onde estivera encarcerada. Verificou que havia umas poucas marcas de pisadas dos sapatos do assassino ou assassinos, como as deixadas no apartamento da coroa Lia. Interrogou os policiais que estavam de plantão, mas a resposta foi a mesma: não viram quem os nocauteou. No entanto, nenhum deles reclamavam de contusões, nem dores pelo corpo. A policial Mayara achou isso estranho. Significava que haviam sido dopados. Mandou analisar a água do bebedouro da delegacia, as garrafas de café e qualquer tipo de líquido que fosse encontrado. Queria o resultado das análises urgente. Como as câmeras do circuito interno estavam desligadas, investigou se tinha alguma próxima, na rua. Havia.

Ela requisitou as imagens gravadas e voltou-as, até o trecho onde se via o movimento de entrada e saída da delegacia. Identificou o policial meu inimigo saindo a pé, e logo depois o detetive Dimas saindo de carro. Esteve assistindo por mais de meia hora e não verificou mais nenhum movimento de pessoas na fita. Ia desistir, mas resolveu dar mais um tempo. Levantou-se da frente do pc onde analisava as imagens e foi até um bar defronte à delegacia. Lá, comeu um sanduíche com um refrigerante e esteve por um longo tempo pensativa. Resolveu-se a voltar para a delegacia para desligar o vídeo que estivera assistindo e depois fazer uma visita ao apê do detetive Dimas. Quem sabe não encontraria por lá alguma pista do desaparecimento do policial?

Para a sua surpresa, deparou-se com imagens do detetive saindo do prédio da delegacia. Voltou imediatamente o vídeo até vê-lo no momento que entrava na chefatura de polícia. Por que ele teria voltado? Mais: por que ninguém havia relatado a sua volta depois do expediente? A resposta era simples: o detetive entrara e saíra quando os policiais estavam desacordados. Sentiu a urgência de ir imediatamente ao prédio onde o detetive residia.

Havia câmeras de circuito interno no condomínio onde morava Dimas. O porteiro cedeu-lhe as fitas e um aparelho adequado para que ela pudesse vê-las. Mas as últimas imagens do detetive datavam de quando ele saiu do prédio logo cedo, para trabalhar. Demorou mais de duas horas no apartamento do cara, em busca de pistas, mas foi perda de tempo. Quando já se dispunha a sair, eis que seu celular toca. Avisavam da delegacia que haviam encontrado um corpo no trecho exato onde haviam achado o cadáver do seu namorado ruivo, poucos dias antes. Pertencia ao policial meu inimigo. Dessa vez, não era um blefe. Haviam mesmo matado o cara. Imediatamente, Mayara rumou para o local do crime.

Lá chegando, encontrou o cadáver na praia. Sem marcas visíveis de violência. Pegadas profundas na areia mostravam o trecho onde entrara no mar. Tudo indicava que havia ido lá só para se afogar. Suicídio. Mas o policial nunca demonstrara tendências a tirar a própria vida. Cismou. Por isso, pediu que os tiras que foram consigo desde a delegacia cobrissem todo o terreno nas proximidades até encontrarem novos rastros, já que aquela área era deserta. Fotografou o corpo e tudo que achou interessante, em volta dele, inclusive a paisagem, e voltou para o carro de polícia. Esteve matutando, quando uma chamada interrompeu seus pensamentos. Um dos policiais havia localizado rastros saindo do mar e indo em direção ao calçamento. Ela bradou de alegria, antes de convocar os outros a irem até o novo achado. Era a prova de que o policial meu inimigo não havia se suicidado!

Fez mais uma tentativa para localizar o detetive Dimas por telefone. Para a sua surpresa, dessa vez alguém atendeu. Uma voz visivelmente disfarçada exigia resgate pelo detetive. Mayara tentou pedir provas de que o policial ainda estava vivo, mas desligaram antes. Alguém usava o celular do detetive para fazer a ameaça: matariam o homem dentro de duas horas se não atendessem suas reivindicações. Que reivindicações? Decerto os sequestradores eram mais que um. Minha falsa irmã compartilhou a informação com os outros policiais. Todos estavam preocupados. E ela tinha mais um mistério para resolver. Então, foi surpreendida por nova ligação do sequestrador. Ele passou a ligação para o sequestrado, e este disse que atendessem todas as exigências do grupo, pois os caras já haviam matado o outro policial. Mayara confirmou ter achado o corpo.

Não deixaram o detetive demorar-se ao telefone. Exigiram a quantia e disseram o local de resgate. Mayara teria que ir sozinha, caso contrário matariam imediatamente o detetive. Ela pediu um tempo maior, para juntar a grana. Concederam.

Assim que a ligação foi encerrada, o detetive Dimas deu um largo sorriso. Seu plano estava dando certo. No início, era apenas um caso de amor. Conhecera Marina quando começou a trabalhar na delegacia. Ela, no entanto, o preteriu para casar-se com um colega de profissão, o policial que acabaram de encontrar morto. Ele insistiu em assediá-la, mas ela acabou botando um par de chifres no marido ao conhecer um cara que se fazia de garoto de programas nas horas vagas. Marina apaixonou-se por ele. Aquilo foi demais para o detetive, que engendrou um plano de vingança. Mexeu na mecânica do automóvel usado pelo casal às vésperas de viajarem para um passeio no exterior. Ajeitou as coisas para que as suspeitas recaíssem sobre o marido dela. Induziu a policial Mônica a acreditar que o próprio colega de trabalho era o assassino. Quando a detetive começou a desconfiar, Dimas conseguiu fazer o namorado de Mayara, o policial ruivo, voltar-se contra Mônica. O cara foi ludibriado a achar que a policial estava chantageando o detetive e que tinha sido responsável pelo assassinato do amante da mulher que Dimas amava. A policial percebeu que estava sendo investigada pelo ruivo e tratou de se livrar dele. Acreditava que tramavam assassina-la por causa da suas chantagens contra o chefe e matou o rapaz antes. Melhor para o detetive Dimas. Ele continuou assassinando as pessoas que acreditava que poderiam incriminá-lo: a policial Mônica, o marido corno da sua amante, o policial que odiava o filho do amante assassinado (ou seja: eu) e até a irmã deste, que havia sido alertada pelo próprio corno da trama do detetive.

Matar seu rival corno foi fácil. Esperou o fim do expediente na delegacia e, quando este largou, tratou de sedar todas as garrafas contendo café que estavam nas salas do plantão. Seguiu seu rival e logo o alcançou. Ofereceu uma carona e o cara ingenuamente topou. Não foi difícil nocauteá-lo com uma pancada forte na nuca. Tirou-lhe os sapatos e calçou-os. Voltou para a delegacia e já encontrou os policiais desacordados. Esfaqueou a detetive Mônica e deixou rastros em seu sangue, de propósito, para destacar as marcas dos sapatos do rival. Fez o mesmo quando foi ao apartamento e assassinou a irmã do cara. Depois, levou o sujeito ainda desacordado para a praia deserta onde o ruivo havia sido encontrado. Atirou o inimigo ainda sem sentidos no mar, afogando-o em seguida. Deixou-o lá, boiando, e caminhou pelas águas da praia até um trecho distante, para não deixar rastros, saindo depois para a areia. Voltou a pé para o seu carro e, em seguida, hospedou-se num hotel qualquer, que pudesse estar anônimo. Agora, acabara de simular a farsa que faria a detetive Mayara, que considerava muito "verdinha" para investigações, acreditar que ele fora sequestrado. Depois, de posse da grana do resgate, inventaria uma desculpa qualquer para a sua escapada ileso. No entanto, faltava atrair a policial para uma armadilha e matá-la, também. Não deixaria pontas soltas.

Enquanto isso, eu dava a minha segunda foda com a minha vizinha magrela. Agora, ela exigia uma chupada bem dada. Melhor para mim, pois eu estava exausto e já desinteressado de sexo.

Comecei lambendo-a dos pés à cabeça. Depois, concentrei-me na região das coxas, demorando-me ali. Pulei das entre-coxas para os lábios e chupei sensualmente sua língua e desci aos mamilos. Ela já estava quase gozando. Deu um urro de prazer quando eu enfiei-lhe um dedo no cu, depois outro e mais outro, até conseguir encaixar meu punho inteiro dentro dela. Ela estava ensopada na boceta e seu ânus estava escorregadio, facilitando meus movimentos de cópula. Então, finalmente, meti minha boca em sua vulva, lambendo seu pinguelo já pronunciado. Ela prendeu minha cabeça entre suas pernas e desvairou-se em gozadas múltiplas.

Então, o tesão me despontou novamente. Antes de enfiar meu pau no corpo dela, no entanto, eu ejaculei.

FIM DA DÉCIMA PRIMEIRA PARTE.

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