Meu Marido Não Comia Meu Cu

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A história a seguir é real, e aconteceu a três semanas.

Resido na Zona Norte de São Paulo, Capital, e passa uma linha de ônibus bem ao lado de casa, q às vezes utilizo.

Certo dia em torno das dez horas, iria produzir um vídeo promocional de um evento no qual apareceria em vários momentos, e a produtora fica a uma quadra do itinerário desse ônibus.

Assim, achei melhor usá-lo pq na região é difícil estacionar.

Nesse dia estava com o melhor terno, de gravata, roupa q percebo me destacar bastante, e logo q entrei no ônibus percebi muitos olhares especialmente das mulheres.

Havia um único lugar vazio no penúltimo banco no lado direito, onde estava uma jovem, após a catraca na qual não havia cobrador.

Pedi licença, me assentei ao seu lado, sorri para ela, e fui correspondido.

- Q sorriso lindo, ela me disse.

- Obrigado, correspondi, o teu tb é muito bonito. Como é teu nome?, indaguei.

- Rose, e o teu? ela perguntou.

- Muito prazer, disse-lhe, estendendo a mão. Pode me chamar de Guto.

- Gostei do nome, e do dono do nome, Rose acrescentou. Que olhos azuis lindos, vc tem! E me olhava de um jeito direto, parecendo entrar dentro de mim.

Começamos a conversar sobre onde íamos, eu já afirmei aqui o q faria, e ela iria pagar um carnê numa loja do Centro, onde tb trocaria uma peça recém adquirida; nossa idade, eu com 58 e ela com 32; condição civil, eu divorciado a 22 anos e ela tb, a menos de um ano; não tenho filhos, e ela é mãe de uma garota com 16 anos; eu loiro, ela morena clara; nossa roupa pq eu estava de terno, e ela com uma camiseta amarela bem decotada e calça suplex preta dessas bem justas q mostram até as dobrinhas, com uma sandália de salto q arrebitava bem a sua senhora bunda, percebida por mim qdo se levantou.

Antes, trocamos telefones, e ela me disse:

- Liga mesmo, eim! Se não ligar, vou te procurar.

- Logo depois q produzir o vídeo lhe telefono, disse, antes de lhe dar um beijinho no rosto.

Telefonei para Rose, no final da tarde qdo já havia cumprido os compromissos do dia.

Ela reside uns dez minutos a pé da minha casa, e a convidei para jantar comigo. Relutou um pouco dizendo q iria demorar pra se arrumar, q talvez fosse melhor noutro dia, mas a queria logo, e insisti indo busca-la com o meu carro.

Ela é uma mulher bonita, tem o corpo violão, seios médios, cabelos curtos pretos bem cuidados, lábios carnudos, trabalha como bancária, e estava de férias.

Qdo chegamos em casa perguntei o q gostaria de beber, observando q não bebo álcool.

Ela achou legal, pq tb não aprecia álcool, e fomos à cozinha fazer um suco de abacaxi, com manga, e mel.

Já na cozinha nos beijamos, e me coloquei atrás da sua senhora bunda, encochando-a bem forte de modo q sentisse o qto estava excitado, segurando tb nos seios num contato com a pele pq estava sem soutian.

- Nossa...já está animadinho, disse, e levou a mão até meu pau encostado na sua bunda, sentindo-o bem com uma massagem deliciosa.

Estava difícil fazer o suco desse jeito, pq ela já quis abrir o zíper da calça, e pegou o pau diretamente na sua mão, friccionando como se batesse uma punheta.

Tb abaixei a sua calça suplex amarela até o meio das coxas, e ela arrebitando a bunda apontou o pau para a sua buceta, passando a esfregá-lo na entrada pra cima e pra baixo várias vezes, entre gemidos cada vez mais fortes, qdo percebi q estava simplesmente inundada, tamanho era o seu tesão.

Embora estivesse muito excitado tb, queria prolongar a trepada pra fazer bem feito, e pedi q me chupasse enquanto tentava fazer o suco.

Ela se abaixou e começou o que me pareceu um dos melhores tratamentos q minha pica recebeu, ao ponto de parar algumas vezes para não gozar, embora ela tenha dito q podia gozar na sua boca q ela gostava.

Claro q o suco demorou bem mais para ser feito, porém, qdo terminei de bater no liquidificador e coar, a carreguei para o quarto e a coloquei na cama. Daí, trouxe a jarra, servi para ela, e onde ia beijar e lamber, derramava um pouco do suco gelado criando um contraste agudo com o tesão explosivo.

Assim, molhei os seios, a buceta, sua coxas, o cuzinho, o umbigo, a bunda inteira, com ela de bruços, gemendo e às vezes gritando, qdo gozou umas três vezes.

Contou q goza muito rápido, e comigo seria mais ainda, pq não transava fazia uns cinco meses.

Disse q adora loiro, q seu ex-marido tb é loiro, só q de olhos verdes, q ficou com a calcinha molhada qdo me assentei ao lado dela no ônibus, e por isso, puxou assunto comigo.

Pq transpirei muito e estava com muita sede, dei uma parada para tomar o meu suco q a essa altura já não estava mais tão gelado, fui buscar umas pedras de gelo na cozinha, e ela me acompanhou toda nua se abraçando a mim.

Qdo abri a geladeira, ela me disse:

- Queria te pedir uma coisa q é importante para mim, exatamente agora.

Curioso, lhe disse:

- Pode pedir, q farei com certeza, se estiver ao meu alcance.

Um tanto envergonhada, sem olhar direito para mim, ela disse:

- Sabe o q é... é q meu ex, não gosta de comer o cuzinho. Fui casada com ele oito anos, e ele nunca me enrabou. Pedi muitas vezes pra ele, mas respondia q não curtia, q o cu é só pra sair, então ele nunca me comeu o cu. Na buceta ele era muito bom, fazia direitinho, gozava muito com ele, mas queria no cu tb. Tenho umas amigas q sempre me contam o qto gozam pelo cu, com os seus maridos e namorados. Uma até me convidou pra transar junto com o namorado, mas não aceitei. Claro, não são todas q gostam, mas essas são assim, disse, pq foram mal enrabadas uma vez, geralmente na primeira. Se o cara não sabe comer, daí cria um trauma, eu acho, a Rose me disse.

Prestava bem atenção na sua explicação, e qdo a conversa tomou esse rumo, já a coloquei na minha frente, com o pau encaixando bem no cuzinho dela, na portinha, com ela empurrando a bunda contra o pau. E dando uma de bobo, perguntei:

- Teu pedido é pra comer o cuzinho? Te enrabar? É isso?

- É isso mesmo q desejo primeiro. Depois, se vc quiser, come a buceta, como e quantas vezes desejar, te chupo bastante pq gosto muito disso, mas me come o cu antes. É isso q eu quero, e acho vc experiente, deve saber comer um cu, tem um jeito de q sabe comer um cuzinho direitinho....rsrsrs

Nesse clima fomos abraçados ao quarto, e a coloquei de quatro na cama.

Tinha lubrificante pq gosto de sexo anal, sempre estou prevenido, e o usei para introduzir devagar um dedo indo e vindo muitas vezes, enquanto ela gemia e se masturbava.

Realmente parecia não haver entrado nada ainda naquele cuzinho, pq era bem apertado.

Qdo laceou um pouco, acrescentei outro dedo, agora os dois indo e vindo bem rápido, e ela se masturbando e gozando fácil com gemidos e gritos.

Parei algumas vezes para beijar a sua boca, pq ela beijava muito bem, e seus beijos eram uma delícia.

Por último, coloquei um terceiro dedo, fazendo os movimentos bem rápidos de ir e vir, enquanto ela não parava de se masturbar.

Nesse momento, lembrei de um filme de sexo anal q possuo no notebook, entre uma loira e um negro, e a levei para a sala para assistir.

Há nesse filme uma cena na qual o negro bem dotado, q não é o meu caso, deita de costas e a loira senta o cu no pau dele.

É uma cena pra lá de erótica, me excita muito mesmo, pq mostra os detalhes do pau enorme entrando com dificuldade no cu da loira, e ela subindo e descendo muitas vezes no pau gigante do negro.

Coloquei o filme nesse ponto, e lhe mostrei como deveria fazer para ter uma primeira vez, q apenas lhe desse prazer e todos os motivos pra depois repetir sempre.

Ela controlaria a penetração, de modo q não doesse, ou se doesse, ela saberia como controlar, até q se transformasse apenas em prazer.

Então, coloquei o lubrificante no seu cuzinho, no meu pau, me deitei com o pau bem duro e ereto, e pedi q sentasse nele o cuzinho.

Demonstrando muito tesão, sorridente como se estivesse conseguindo realizar um sonho de muitos anos, ela se colocou por cima de mim, e sentou o cuzinho bem devagar no meu pau.

Preparada assim, não foi difícil o pau entrar no seu cuzinho até o fim, e ela agir como viu no filme, iniciando os movimentos de subir e descer devagar a princípio, gemendo muito, e depois, acelerando até fazer bem depressa, explodindo num orgasmo avassalador gritado, no final do qual pareceu desmaiar.

Continuava com o pau dentro do cuzinho dela, e ainda não havia gozado.

Mas precisei pressionar e movimentar a sua cabeça para voltar a si, e a percebi toda molinha, suspirando, com a boca gelada qdo a beijei, bem largada.

Então, olhou muito safada nos meus olhos, e disse:

- Muito obrigada por me iniciar no sexo anal. Tive agora com vc, simplesmente, o melhor orgasmo de toda a minha vida! Sabia? Nossa, estou tão mole, q não sei se consigo sair de cima de vc. E completou: mas vc ainda não gozou, não é?

- Não, ainda não gozei, Rose. E estou com tesão para gozar logo, disse-lhe.

- Então me diz como vc quer gozar, q eu faço o q vc quiser.

- Fica de quatro, q vou gozar no teu rabo, bem no fundo, pedi.

- Ai, eu quero muito isso. Goza mesmo no fundo do meu rabo, pra eu sentir como é. Minhas amigas dizem q é uma loucura, q elas gozam de novo, ou terminam de gozar, qdo o esperma sai bem quente do pau dentro delas no rabo.

Excitado como estava, fiz os movimentos de ir e vir bem rápidos, e não demorei muito para gozar demais, no fundo do rabinho da Rose.

Daí, ela ficou de bruços comigo por cima das suas costas, com o meu pau dentro do cuzinho dela, até sair.

Ela me cochichou q deu vontade de gozar, q o esperma quentinho dentro do rabo é uma sensação muito gostosa, mas q estava mole, e ficou com medo de desmaiar.

Nos abraçamos, dormimos cerca de uma hora, e acordamos morrendo de fome.

Então fomos para a cozinha preparar uma lanche, q pretendia lambuza-la inteirinha com ele, lambendo-a e limpando-a com a língua, como fizera com o suco, e ela havia amado.

Nessa noite transamos direto em todos os aposentos da casa, variando muito as posições q imitamos dos filmes pornôs, dormindo em seguida a cada vez.

Qdo acordávamos recomeçávamos a brincadeira, e de manhã paramos já esgotados.

Pq fizemos anal várias vezes durante a noite e madrugada, e na buceta repetimos bastante tb, Rose reclamou q estava muito desconfortável pra sentar, e até para andar, pois estava bem dolorida no anus e na buceta q tb ardiam, mas q a sensação era ótima, e mesmo ardida e dolorida, queria repetir naquele dia mesmo se eu tb pudesse pq ela estava de férias e queria aproveitar as duas semanas de q ainda dispunha.

Após a última transa daquele dia, lembro q tb estava tão esgotado, q tive dificuldades para sair da cama, precisando me apoiar nas paredes, e nos móveis.

Quem vive ou já viveu essa experiência, sabe o qto é maravilhosa a sensação de comer uma mulher violão muito bonita, toda durinha, linda, q gosta muito de sexo, e colabora de todo as maneiras.

Rose se tornou uma das minhas namoradas q mais como o rabo, na minha casa e na dela, sempre apertado, q parece nunca ficar muito laceado.

Pq tem orgasmos mais intensos, ela curte tanto o sexo anal q em certos dias, nem quer fazer na buceta.

Sempre se gaba de q agora não fica mais apenas olhando as suas amigas contarem seus orgasmos com o sexo anal, e q até pode dar uma aulas nessa modalidade de tanto q faz pq gosta.

E me prometeu q iria aceitar o convite da amiga para transar junto com o seu namorado, pq agora se sente mais preparada para dar e receber todo o prazer, q uma relação sexual completa pode oferecer.

Se alguma mulher quiser a mesma experiência, meu e-mail é gutoexperiente@gmail.com

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