Meu Primeiro Programa

Categoria: 

Oi, gente!

Faz muito tempo que não venho por aqui escrever algumas putarias que tem me acontecido. Mas é que eu acho tão banais que não valem a pena ser contadas. Gosto de contar histórias que me acontecem de verdade e que foram muito tesudas e que me deram muito prazer além de muita putaria, claro. Eu sou viciada em sexo e não tenho vergonha de dizer. Por mim faria sexo o dia inteiro.

Para os que não me conhecem vou me apresentar rapidamente antes de começar a contar essa história que eu fui protagonista, claro. Eu sou branca, 1,65 de altura e dona de um corpinho malhado que eu cuido muito dele com dietas e muitas horas de academia. Tenho uma bundinha redondinha e dura. Meus peitos são médios. Minhas pernas são torneadas. Hoje tenho 43 anos e sou muito carinhosa e meiga. Gosto de sexo em toda sua plenitude. Comigo tudo vale na cama desde que seja com a pessoa que eu simpatizo, claro. Vale lembrar que eu sou bi sexual. Meu prazer é sempre completo com homens e mulheres embora a minha preferência seja por homens. Mas também eu gosto muito de uma mulher bonita, cheirosa e que goste de sexo também. Eu adoro me masturbar a dois ou sozinha. Eu acho muito tesudo gozar sozinha ou conversando com alguém pelo computador. Mas isso é uma outra história que talvez eu conte depois. Então vamos à minha história.

Tudo começou quando recebi um telefonema de um amigo querendo que eu conseguisse uma garota para foder com o neto dele que havia retornado de um seminário e precisava conhecer os prazeres da vida. Naquele momento não me ocorreu nenhuma amiga e disse então que não conhecia ninguém. Então conversa vai, conversa vem ele perguntou se eu não toparia. Então pedi para ele vir na minha casa onde inaugurei um motel só para as amigas conhecidas e que querem manter relações escondidas e discretas. Não vou mentir que esse meu amigo já havia me comido algumas vezes. Então quando ele chegou na minha casa ficou encantado com o meu novo empreendimento secreto e disse que até viria com algumas garotas de uma próxima vez. Lógico que não perdemos a chance de mais de duas horas de foda gostosa aqui mesmo no meu quarto. Depois de tudo ele me explicou que o rapaz tinha dezessete anos e era virgem. Ele estivera em um seminário para ser padre, mas não se adaptou e voltou. E disse mais: “Gostosa do jeito que você é ele vai adorar.” Eu disse, acariciando o peito dele: “Não é melhor você contratar uma garota novinha?” “Não, Su. Você é a pessoa perfeita: linda, gostosa, boa de cama... é tudo o que um homem quer. Olha, ele está sozinho numa casa de praia. Eu disse pra ele que ia trazer uma mulher gostosa, bunduda...” “E ele o que disse?”, interrompi. Nunca tinha feito sexo por dinheiro. –“Ficou nervoso, claro. Mas eu pago cinco mil reais pra você passar uma semana com ele. Só vocês dois.” –“E o que eu posso fazer se ele não quiser?”, perguntei. –“Claro que ele quer, Su. Você seduz ele... faz essas coisas gostosas que você sabe fazer. Chupa o pau dele, dá o cu, a buceta... duvido que ele ainda pense em igreja depois disso!”

Topei. Ele transferiu o dinheiro para a minha conta na hora. No dia seguinte eu já iria para a casa de praia deles. O rapaz já estaria me esperando. Saí pela manhã no meu carro e fui até o endereço que ele me deu. Eu estava vestida com uma saia social branca que ia até ao meio das minhas coxas e justa com uma generosa abertura do lado. Estava vestindo uma blusinha bem leve de mangas longas e com um decote discreto. É assim que gosto de andar e me apresentar: sempre social e sexy. Nunca vulgar e com maquiagem pesada. Tinha nos lábios batom com brilho. Por baixo estava usando uma calcinha branca e bem pequena na frente e bem comportada atrás. Meu sutiã era branquinho e de rendinha quase transparente. Bem pequeno com alças de silicone. Meu cheiro estava por conta do perfume Paloma Picasso. Adoro. Lembrando que saias sociais sempre deixam minha bunda bem realçada e contrasta muito bem com a minha cintura fina.

Eu desci do carro e caminhei para a minha primeira aventura na qual eu estava sendo paga pra isso. Como ele só tinha dezessete anos eu esperava encontrar aquele adolescente gorducho e sem graça. Uma semana. Seria horrível. Mas tudo bem. Quando bati na porta e ele me atendeu com um sorriso largo fiquei boquiaberta: não era nada do que eu havia imaginado. Nossa, que homem lindo! Era um moreno-claro, alto. Estava usando uma camisetinha bem a vontade e exibia braços fortes. Naquele momento perguntou quem eu era e eu me apresentei como Susy, meu nome verdadeiro. Nos beijamos no rosto e disse que o avô dele tinha me mandado. Ele riu e disse: “A senhora tem a idade da minha mãe. Só que muito diferente.” Eu apertei as mãos dele entre as minhas e perguntei: “Diferente pra bom ou ruim?” “Pra melhor. Entre, venha comigo.”

Parecia que nos conhecíamos de muito tempo pois em poucos minutos conversávamos abertamente e ríamos de bobagens comuns enquanto preparávamos um lanche. Ele estava pouco a vontade com a ideia de eu ter ido para trepar com ele. Eu estava sempre agarrando-o e beijando-o de leve pois ele era muito lindo. Disse que passaria com ele cinco dias e que estava ali para realizar seus desejos. Ele me pareceu assustado com o que eu falei. Logo tirei aquela roupa e vesti um shortinho bem curtinho e justo onde realçava bem a minha bunda. Eu sentia ele um pouco nervoso, mas não conseguia deixar de admirar meus dotes físicos.

Durante o dia conversamos sobre banalidades, rimos a toa e ele até se acostumou com meus elogios para ele e com meus beijos e abraços. Ele era tão lindo que eu não queria perder a oportunidade de ficar abraçada com ele, pegada sempre na mão dele como se fôssemos dois namorados. Botava comidinha na boca dele e ele na minha. Durante o dia ele me confessou que tinha ido para o seminário ainda pequeno com oito anos. Mas agora, aos dezessete compreendera que não era aquilo que queria. Não conseguia ser padre. Ainda bem. Seria um desperdício. Ele ainda confessou que queria casar e ter filhos.

Ao cair da noite ele me convidou para darmos uma volta pela praia. Fomos. Era noite de lua e o vento era gostoso e a claridade da lua era bem intensa. Andando pela areia de mãos entrelaçadas. Depois de andarmos um pouco nos sentamos na areia um de frente pro outro. Eu admirando aquela beleza estonteante de um homem ainda muito jovem e que ainda ia ficar muito mais lindo. E ele também me olhava de maneira diferente, mas se recusava terminantemente a ter algo mais comigo. No entanto não queria que eu fosse embora.

Naquele momento eu fiz uma carícia no rosto dele e ele segurou minhas mãos em seu rosto. Disse: -“Eu quero que você fique comigo esses dias, mas diga pro meu vô que fizemos bastante sexo. Daí você pega o seu dinheiro e tá tudo bem.

Eu dei um beijo longo na boca dele cujo mesmo ele não resistiu.

-“Dinheiro para mim não importa. Eu queria mostrar pra você os prazeres do sexo. Seria muito bom pra nós dois. Você disse que tenho a idade da sua mãe; mas eu não sou sua mãe. Você tem medo de quê?”, perguntei, olhando-o dentro dos olhos. “Vai te fazer feliz se eu implorar pra você? Me diga qual é sua fantasia mais secreta. Me diga o que você tem vontade de fazer com uma mulher. Eu estou aqui. Você quer que eu devolva o dinheiro?”

“Não”, ele disse enquanto fazia carinho no meu rosto. “Você faria isso?!”

“É só você querer”, eu retruquei enquanto dava beijinhos pelo pescoço dele. Meu tesão por aquele garoto aumentava mais e mais. Eu nunca tinha sido recusada por um homem.

Então ele propôs que fossemos tomar um banho naquela linda praia. Por que não? Eu comecei a tirar a roupa até que fiquei só de calcinha e sutiã mostrando para ele meu corpão malhado e sem gordura. Percebi que ele ficou me olhando assim como que admirado. Como se eu fosse de outro mundo sei lá... ficamos nos olhando em silêncio... até que eu perguntei: “Alguma coisa errada, amor? Sou tão feia assim?” ele se chegou mais perto de mim e ficou admirando meu corpo. Olhou bem de pertinho como que me desejando fortemente. Na verdade eu sentia que ele me desejava desde a hora em que eu cheguei ali. Ele me tocou na barriga, admirado e exclamou: “A senhora é diferente” Ele ficou olhando minha buceta protegida pela calcinha e ficou ajoelhado diante de mim passando as mãos pelas minhas coxas. Aquele toque no meu corpo só aumentava o nosso tesão. Eu segurei as mãos dele e perguntei:

-“Alguma coisa errada? Tá querendo me dizer alguma coisa?” ele pegou na minha barriga. “Seu corpo... é muito bonito... macio... não tem gordura como as outras mulheres da sua idade. A barriguinha... tanquinho...”

Safada como sou, tirei o sutiã e a calcinha e joguei em cima dele. Bem que ele tentou me impedir dizendo para eu não expor meu corpo. Ele ainda com as ideias do clero. E eu ordenei, carinhosa: “Olha mais... sou toda sua. É só você querer e realizo seus desejos. Por que ficou de pau duro?” eu sentia que ele não estava mais resistindo aos meus encantos e ao meu corpo. Na verdade eu estava me divertindo com aquele garoto. Me virei e mostrei a bunda pra ele. “Olha só! Meu rabo! Você gostou?” se não fosse pelo claro da lua eu teria visto seu rosto ficar vermelhinho.

Saímos dali e corremos para a água. Mergulhamos os dois naquela água fria. Em determinado momento a gente parou e nos abraçamos e nos beijamos na boca de novo. Era a boca mais gostosa e quentinha que eu já havia provado. Dei um jeito de ele ficar pegando nos meus peitos e ele gostou. Eu sentia o pau duro dele sob o short. Ele não quis tirar a roupa. Eu fazia ele pegar na minha bunda. E ele tocava meio tímido... apertava... era gostoso seduzir aquele garoto lindo. Em certo momento depois de um beijo gostoso ele sussurrou: A senhora disse que realizaria meus desejos” “Estou aqui pra isso. O que você quer que eu faça?” “ A senhora não vai rir de mim?” “Claro que não, meu amor lindo e maravilhoso!” “Eu quero tomar o café da manhã em cima de você.”

Sorri. “Você vai me queimar com café quente?”, perguntei com a voz bem carinhosa. E ele: “Não. Claro que não vou queimar você. Eu quero comer os ingredientes em cima do seu corpo. Posso?” “Claro. Vou amar. Vamos pedir uma cesta de café da manhã?” “Não. Tem muita coisa na geladeira. Eu preparo.”

Saímos dali com eu tremendo de frio. Fomos para casa. Tomamos banho. Um de cada vez porque ele não quis. Eu já fiquei logo nua. Roupa pra que? E nos deitamos na cama. Ele agarrado comigo, me aquecendo. Ficamos de conchinha debaixo do edredon. Agora nós dois nus. O tempo inteiro eu sentia o pau dele duro e eu remexendo a bunda devagar para encaixá-lo ali. Pedi com voz carinhosa para que ele ficasse me beijando no pescoço. Por instinto de homem ele ficou lambendo meu ouvido e me encaixando entre seus braços. Eu sentia sua respiração no meu ouvido. Continuei movimentando a bunda e devagar fui encaixando o pau dele entre as bandas até sentir a cabeça encostar no meu cu. Como se tratava de um garoto recém saído do seminário, eu compreendi que tinha que ir devagar para não assustá-lo. Percebendo como estavam indo as coisas, ele sussurrou no meu ouvido enquanto mordia devagar o lóbulo da minha orelha: “Para... o que a senhora... tá fazendo?...” Agora as mãos dele procuravam meu peitos. Estávamos totalmente cobertos pelo edredom. Eu puxei mais o rosto dele e o beijei na boca. Aquela boquinha com gosto de mel. “Relaxa, meu gostoso... eu sei que você tá gostando. Somos só eu e você. Sem testemunhas...”

Ele começou tímidos movimentos de vai e vem enquanto me apertava com força. E eu remexia a bunda e gemia baixinho. Éramos só nós dois num ato lindo de sedução. Para mim era uma aventura nova e maravilhosa. Logo eu tendo o maior cuidado para não assustar um homem. Mas valia a pena. Ele era lindo demais. Tímido... mas muito carinhoso.

Eu sabia que ele estava amando aquela sacanagem pois gemia baixinho no meu ouvido... sua boca úmida e quente mordia minha nuca... beijava meu rosto... Continuei remexendo a bunda e prensando a pau dele entre as bandas. Eu sentia o pulsar daquele pau duro indo e voltando. Em determinado momento ele me segurou pela minha virilha e puxava contra ele. Eu remexia mais e mais sem sair da posição conchinha.

Eu sentia o pau dele pulsando agora mais forte e parecia estar se dilatando até que ele me agarrou forte e gemeu mais alto e senti ele se derramar entre a minha bunda. Seu rosto pousou sobre o meu e ficou quietinho por alguns segundos. “Desculpa... eu não devia ter feito isso com a senhora. Foi promíscuo.” Ele falou isso ao meu ouvido. Mas o pau continuava duro e entre a minha bunda. “Amor”, eu falei, sorrindo e acariciando aquele rosto lindo que eu não me cansava de olhar. “Você gozou, teve prazer com uma mulher de verdade. Eu posso levar você a ter prazer de mil maneiras. Não tenha vergonha. Somos eu e você. Homem e mulher.”

“A senhora não ficou com raiva?”, ele perguntou bem no meu ouvido. “Claro que não, meu lindo gostoso. O que você quer mais? Não tenha vergonha”, incentivei-o. ele tirou o pau duro de entre as bandas da minha bunda. “Posso fazer uma coisinha?”, ele perguntou. “Pode, amor. O que você quer fazer?” “Posso fazer o mesmo que eu fiz agora... só que nas suas coxas? Elas são grossas e macias... lindas.” “Claro, meu gostoso. Só que assim...”

Me deitei de barriga pra cima, juntei as coxas e mandei ele se posicionar estrategicamente como se fosse me comer na posição de frango assado. Botei as pernas juntinhas no ombro dele e mandei ele se abraçar com elas. Ele as abraçou e foi metendo a pica entre as minhas coxas. “Isso, amor... lindo... fode minhas coxas... do jeito que você gosta... vai... isso... assim... teu pau é lindo, gostoso e duro...”

Ele beijava e lambia as minhas pernas enquanto metia entre as minhas coxas. Com o líquido que saía da pica dele facilitava a ida e volta do pau. Eu dizia para ele não ter vergonha de nada. E ele me olhava com aquele rosto lindo e ficava cada vez mais lindo com suas expressões de prazer. Agora ele estava mais desinibido fazendo movimentos de vai e vem mais vigorosos. Eu amassava os peitos e o olhava de maneira sedutora. Eu me acariciava, sedutora... e pedia para ele gozar gostoso e sem vergonha. Eu ficava imaginando o quanto ele iria amar estar dentro de uma bucetinha quente e úmida. Depois de quase uma hora de vai e vem ele gozou gostoso num jato poderoso de esperma novinho que saiu tão forte que jorrou entre os meus peitos a primeira jatada e uma segunda mesmo na minha barriga. Dessa vez ele quase gritou de prazer. Então abri as pernas e ele se deitou sobre mim, meio ofegante. E nos beijamos nos lábios demoradamente. Depois tivemos que tomar um banho rápido para limpar o esperma que estava grudado em nossos corpos. De volta à cama ficamos agarradinhos debaixo do edredom e dormimos. Ele dormiu mais do que eu porque ele estava aliviadíssimo; eu estava com aquele tesão contido... horrível!

Segundo dia.

Acordei não sei que horas com aquele garoto lindo me olhando e rindo. Em cima da cama uma bandeja com algumas guloseimas que ele prometera comer em cima do meu corpinho. Fui ao banheiro me preparar para servir da bandeja para aquele garoto que, apesar de inexperiente, era muito amável e carinhoso. Com certeza quando estivesse mais velho seria um excelente amante.

Deitei-me na cama completamente e ele mandou que eu botasse os braços para trás da cabeça. Obedeci. Ninguém nunca tinha tomado café em cima de mim. Ele começou: como tinha pouca coisa na cesta, ele pegou um potinho com mel e derramou, aos pouquinhos, bem nos biquinhos dos meus peitos e logo em seguida encheu a tacinha do meu umbigo. Eu mordia o lábio inferior. E ele me olhava, sorrindo. Que lindo! Depois ele foi lambuzando minhas coxas até chegar nos dedos dos meus pés. Lambuzou todos. Depois ele derramou o resto do mel nas minhas axilas. Ele começou a lamber primeiro o mel que estava nas minhas axilas. Lambia, beijava e com uma das mãos acariciava meu corpo. Eu estava pegando fogo. Estava para explodir de tanto tesão. Ele continuou lambendo todo o mel que jogara nas minhas axilas. Ele esfregava o rosto nelas, beijava e lambia demoradamente. Com a pontinha do dedo ele metia na tacinha do meu umbigo e trazia para a minha boca. Eu chupava aquele dedo gostoso todinho de maneira bem safada, olhando-o dentro dos olhos. Eu estava ofegante de tanto tesão. Não estava aguentando mais.

Quando terminou de lamber, beijar e esfregar o rosto nas minhas axilas ele foi direto para os dedos dos meus pés e chupou um a um e depois veio subindo e lambeu todo o mel que espalhara nas minhas coxas. Eu remexia os quadris querendo que ele fizesse qualquer coisa na minha bucetinha. Mas quando terminou de chupar minhas coxas, veio tirar com a língua o mel que estava dentro da tacinha do meu umbigo. Eu gemi loucamente. Estava quase que descontrolada de tanto tesão por aquele menino lindo. Que tortura! Ele veio lambendo a minha barriga e dando mordiscadas maravilhosas e beijinhos molhadinhos... quando ele meteu a boca nos meus peitos para chupar o mel eu não resisti mais. Agarrei ele com força e gritei, gozando deliciosamente. Que boca maravilhosa! Ele continuou mamando. Quando aquela sensação passou, eu fui tirando o short dele e deixei-o nu. O pau estava duríssimo! Não era um pau grande. Pelos meus cálculos deveria ter de 13 a 15 centímetros. Mas valia a pena. Eu sabia que tinha que tomar as iniciativas. Como ele vivera num seminário e ainda era virgem pois tinha chegado a pouquíssimos dias de lá, era comum que se assustasse com certas práticas sexuais. Mas dava pra ver e sentir que ele seria num futuro próximo um amante maravilhoso. Ele gostava de sacanagem. Só estava com medo.

Naquele momento eu abri as pernas e fiz com que ele entrasse no meio delas. Meio sem jeito ele já sabia o que queria. Apenas murmurou: “Eu não sei se vou conseguir. A senhora pode não gostar e...” tapei os lábios dele com o dedo indicador e disse, olhando-o nos olhos. “Eu vou amar ter você dentro de mim. Eu vou lhe ensinar tudinho. Vem. Eu vou lhe ensinar como ser um homem delicioso. Você é muito lindo. Você só precisa esquecer o seminário e vir para o mundo real. O sexo é tudo para uma pessoa. Me fode. Bem... gostoso... assim... isso...”

Agora ele estava metendo o pau na minha buceta super melecada. Eu o agarrei com força e mandei ele meter com toda força. Ele dizia bem no meu ouvido: “que coisa gostosa... é tão quente... tá bom assim? Com força? Não dói na senhora... como é bom...”

“Isso, amor...” eu dizia, ofegante e remexendo os quadris para cima e para baixo... e para os lados... e aquele menino lindo revirava os olhos de prazer. “Seu pau é maravilhoso. Soca, amor... soca com toda a força que você tiver”, ordenei. “É assim... que você... tem que fazer... aahhh, meu Deus!... cm uma mulher... foder com muita força... ai, amor... eu... vou... gozar no teu pau deliciosooooooaaaaahhhhh...”

Gozei como uma louca gritando e agarrando ele com toda a minha força e beijando o pescoço dele e mordendo o ombro dele e logo veio outro gozo e continuei gritando e gemendo. Eu estava com tanta vontade de gozar com ele que não conseguia me controlar. Ainda mais porque involuntariamente ele começou a mamar nos meus peitos enquanto metia gostoso como se já fosse acostumado a foder.

E sem falar nada, em meio àquela loucura, ele gemeu mais alto e apressou os movimentos e não conteve os gritos dizendo “que coisa maravilhosa!!! Aahhhhh...!” e senti ele se derramando pela primeira vez dentro de mim. Ofegante, ele beijava a minha boca, meu rosto, meu ouvido numa loucura nunca antes vivida por ele. Eu pensava que o pau dele ia amolecer, mas isso não aconteceu, mas isso não aconteceu e ele continuou metendo firme e forte. Ele estava todo suado. Deliciosamente suado. Parecia que ele tinha tomado banho. Da ponta do seu nariz o suor pingava na minha boca. Eu acariciava o corpo dele inteiro. Puxei ele para mim e fui lambendo o suor do rostinho lindo dele, do pescoço. Era salgadinho. Deliciosamente salgado. E ele metendo mais e mais... então tive uma ideia. Se ele estava adorando comer uma bucetinha e ele dizia isso o tempo todo... ele iria amar o cuzinho. E eu queria muito dar o cu pra ele.

Naquele momento fiz ele parar de meter. Tava gostoso demais, mas eu queria na bundinha. Então eu pedi, quase ordenando: “Mete no meu cuzinho? Vem”. Ele me olhou meio que espantado e ainda com a pica dura pulsando dentro de mim, meneou a cabeça negativamente, dizendo: “A senhora quer fazer sexo pelo ânus?! Não posso fazer isso com a senhora.” “Por que, meu amor? É tão gostoso. Você vai adorar. Você gosta de sacanagem. Só está com medo. Vem... mete... se você não gostar a gente para pronto.” “Tá tão gostoso assim... vamos continuar...” Eu dei um beijo de língua bem gostoso nele enquanto ficava contraindo os músculos da minha buceta para apertar o pau dele. “Mas nós vamos continuar, sim. E você vai amar. Vem agora...”

“Não... eu não posso fazer isso... é contra as leis divinas...” tapei a boca dele com um beijo bem gostoso e molhado e fiz ele sair de dentro de mim... fui guiando ele enquanto masturbava lentamente o pau dele. Apesar das negativas, ele não fez nem um esforço para resistir. Como o meu cuzinho estava todo melecado pelo mel que escorrera da minha xana, eu ia guiando a pica dele para a entrada e ele dizendo “não”, “por favor, não faça isso”, “não, isso... não...”, aprumei na entradinha do meu cuzinho. Botei um travesseiro macio debaixo da bunda e ordenei, olhando bem dentro daqueles olhos... aquele rosto lindo e maravilhoso: “Vai, amor... força a entrada... assim... isso... hummm... ai, amor... como você é lindo...gostoso... aaaahhhh, entrou... vai metendo... assim... ai... isso... ai... vai entrando... mais... tá gostando? Hem?”

A resposta dele foi um largo sorriso lindo e não teve mais nenhuma negativa... e foi metendo... até que chegou no limite dele. Ordenei, entre gemidinhos: “Agora como você fez na bucetinha... mete com força como só você sabe fazer... “

Ele não se fez de inocente. Começou a foder meu cuzinho com força dando fortes estocadas deliciosas. Era tão bom sentir aquele pau gostoso entrando e saindo no meu cu. E mais delicioso era eu ver aquele rostinho lindo e suas expressões de prazer. Como o pau gostoso dele não era tão grande, naquela posição não dava pra entrar todo. Então depois de algumas arremetidas eu pedi pra ele sair de dentro do meu cu. Ele saiu de dentro de mim perguntando por que tinha parado se estava tão gostoso. Em reposta eu me virei e fiquei deitada de barriga para baixo e pedi pra ele entrar de novo no meu cu. Abri as pernas e senti ele se deitando sobre mim e a pica entrando novamente no meu cu. Sentia os beijinhos dele na minha nuca e sua respiração no meu ouvido. E eu dizia entre gemidos de prazer: “É tão bom dar o cuzinho pra você, amor” E ele dizia enquanto socava rola no meu cu com força: “Quero comer outras vezes. É muito apertadinho e gostoso”

Depois de mais alguns minutinhos deliciosos eu mudei de posição de novo. Dessa vez só levantei os quadris ficando de quatro e com a cabeça enterrada no travesseiro. Como se já fosse experiente ele segurou minhas ancas e entrou mais fundo. Daí foi socando com força e logo começou a apressar os movimentos e sem dizer nada começou a gemer gostoso. Ele estava gozando pois senti sua porra dentro de mim.

Não preciso dizer que depois dessa foda gostosa ele se soltou e toda hora queria sexo. Se com dezessete anos estava tarado daquele jeito imagine só quando ficasse mais velho.

Os dias que passe com ele foram maravilhosos. Corríamos pela praia a noite quando tinha lua. Brincávamos na areia e confesso que foram um dos melhores dias que eu passei. O menino se revelou um papa cu pois queria sexo anal toda hora. Foi preciso eu controlar ele. Fazíamos sexo antes do café da manhã, antes do almoço, a tardinha e antes de dormir. Ele era muito forte e tarado. Quando fui embora deixei meu endereço eletrônico com ele para nos falarmos. Não sei quando vamos repetir a dose novamente. Mas eu vou amar s isso acontecer novamente.

https://www.casadoscontos.com.br/texto/201710234