Minha Vida

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Júlia era do tipo que planejava tudo, mas dessa vez, seu plano era uma viagem com nossos amigos, a idéia era ótima, fazia um tempo que não fazíamos isso, a última vez foi depois da formatura da escola. Agora, depois de longos anos na faculdade de publicidade, eu só queria um tempo pra relaxar e descarregar as energias desses anos de quase tortura.

- Amor, já falei com a Lorena e o Pedro, eles vão vim dormir em casa, combinei que sairíamos às 7h00. - disse Júlia.

- E os outros ?

- A Bia e o João vão nos encontrar na rodoviária.

A viagem estava combinada, o plano era um tour pelo interior de São Paulo, incluindo salto de paraquedas em Boituva. Estávamos planejando a viagem a meses, estava tudo definido, sempre viajamos juntos, então era fácil saber como planejar cada detalhe, a responsável por tudo sempre era Júlia.

- Vocês demoraram, pensei que não viriam.

- Culpa da Lorena que demorou pra se arrumar - disse Pedro.

- Nem demorei tanto, foi o papai e a mamãe que ficaram fazendo perguntas.

Lorena e João eram gêmeos, estavam sempre juntos, consequentemente éramos muito amigos, nos conhecemos desde pequenos e foi graças a Lorena que conheci Júlia.

- Oi amiga, vamos conversar. - disse Júlia

As duas foram pra cozinha, eu e o Pedro ficamos na sala tomando cerveja e conversando. A noite foi passando e acabei pegando no sono, fui acordado pela minha namorada.

- Ei, Henrique, acorda amor ! - disse ela.

- Nossa, capotei, cadê o Pedro ?

- Ele e a Lorena foram dormir faz tempo.

Fui andando pro quarto, Júlia andando na minha frente e eu só observando seu corpo, ela estava com uma camisola branca com detalhes rosa que realçava muito seu lindo corpo, notei que estava sem calcinha e sem sutiã, quando chegamos no quarto, ela me olhou com uma cara de safada e disse tirando a camisola:

- Vamos só dormir tá amorzinho!

Sempre que ela me chamava de amorzinho, eu sabia o que ela queria, ela me chamou fazendo sinal com o dedo e mordendo os lábios, sabia muito bem como me provocar, fui até ela, que ficou de costas pra mim e colocou seus cabelos negros para o lado deixando seu pescoço a mostra, comecei a beijar ali, fui descendo para os ombros e tirei a alça da camisola, abaixei e comecei a massagear seus seios, eram tão lindos, eram medianos e redondinhos, comecei a beija-los calmamente enquanto minha mão descia e massageava sua barriga em direção a sua linda buceta, fui descendo beijando a sua barriga, quando cheguei lá embaixo, senti aquele aroma delicioso e não aguentei, comecei a beijar. Enquanto minha língua passeava por sua buceta, minha mão massageava seus seios, a cada toque, cada chupada, eu sentia sua respiração cada vez mais ofegante, sua mãos trêmulas estavam indecisas, se pedia pra mim parar ou para que eu continuasse, aumentei a intensidade e ela parecia estar fora de si, olhei pra cima e ela já não aguentava mais e colocou o travesseiro no rosto e começou a gemer baixo, seu corpo já estava sob meu controle quando o senti estremecer e em seguida relaxar, olhei pra cima e ela estava de olhos fechados, subi e ela me puxou pra um beijo apaixonado. Estávamos exaustos e ficamos só nisso, deitamos pelados e dormimos agarradinhos.

Acordei pela manhã com uma sensação muito boa, estávamos pelados e por estarmos de conchinha, acordei com o pai feito pedra de tão duro, comecei a beijar o pescoço dela enquanto encoxava ela, não resisti muito e fui forçando a entrada da buceta que não ofereceu muita resistência, percebi que ela estava acordada, só fingia dormir pra ver o que ia acontecer, quando penetrei ela começou a gemer bem baixinho, comecei a provocar ela:

- Me dá essa buceta vai, vou meter nela até você gozar igual ontem, minha gostosa.

- Então vai Amorzinho, faz sua gostosa gozar faz, vai, aaaaaaaah, mete na minha xoxotinha mete, seu safado, gostoso.

Ela sabia muito bem como me deixar louco, aquilo estava muito excitante, eu metia com vontade e ela gemendo baixinho, tentando não fazer muito barulho, afinal, estávamos com visita em casa, depois de um tempo, ela pediu pra vim por cima e começou uma cavalgada sensacional, se curvou e começou a falar perto do meu ouvido:

- Vai Amorzinho, não para, não para, aaaaaaaah, fode sua putinha fode.

Ouvindo aquilo fiquei maluco, comecei a chupar seus seios e ela começou a sentar mais e mais forte, até que senti seu corpo estremecer e sua bucetinha pressionar meu pau. Ainda não tinha gozado, então coloquei ela de quatro e apontei pro alvo:

- Amorzinho, vai com calma, isso dói.

Chupei o cuzinho dela deixando tudo preparado e comecei a forçar a entrada. Ela raramente me deixava comer seu cuzinho, só quando ela estava com muito tesão e esse era meu dia de sorte, meu pai foi entrando devagar e quando já estava todo dentro comecei a bombar, de início ela fazia cara de dor, mas depois sua expressão de prazer entregava que ela estava gostando.

- Devagar, vai com calma amorzinho, mete bem devagar.

Fui metendo naquele ritmo e comecei a massagear a bucetinha dela, se no começo a expressão dela era de dor, agora estava totalmente entregue e eu vendo aquilo comecei a meter mais e mais rápido.

- Esse cuzinho é só meu !

- Hahahaha, esse cuzinho não tem dono ! - disse ela.

- Cala boca sua piranha, esse cu é meu e eu meto nele e hora que eu quiser. - dei um tapa bem forte na bunda dela - Entendeu ?

- Então mete vai, seu puto, mete no meu cuzinho, aaaaaaaah, mete amorzinho, mete vai, aaaaaaaah.

Toda aquela putaria me deixou maluco comecei a meter mais forte até não aguentar e gozar enchendo seu cuzinho de porra.

- Aaaaaaaah, que delícia amorzinho, seu gostoso.

Depois de toda aquela putaria matinal, fomos tomar banho juntos, mas não aconteceu nada demais, falamos sobre a viagem. Quando chegamos na cozinha, Lorena estava preparando o café enquanto seu irmão ainda dormia, nos sentamos a mesa e ficamos conversando, um tempo depois chegou Pedro com uma cara de sono, ficamos conversando um tempo e depois fomos nos arrumar.

Chegamos na rodoviária, João e Bia já estavam lá nos esperando.

- Vocês demoraram hein ? - disse Bia.

- É que o casal aí teve uma longa noite. - disseram Pedro e Lorena.

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