Cadela no cio

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Ela estava deitada de costas , as pernas abertas entre elas um cao ia aos poucos penetrando sua vagina. Sentia que mais de dez centimetros havia entrado e aquele grao enome no meio do pau mais parecia que so agora a cabeça estava entrando . ganiu como uma cadela ao sentir -se penetrada por aquele nodulo que parecia ficar enorme dentro dela.o cão corcoveava estocando em espirais fazendo ela gemer alucinada, ela acariciava os pelos do peito do animal. Outro cão levantou a perna esfregando o pau em seu rosto procurando sua boca , ela levou as mãos e troxe a vara entre seus lábios e mamou sofregadamente, olhou envergonhada para o velho Geremias que demonstrava através da suas surradas vestes uma ereção enorme entre as pernas , serrou os olhos languidamente .ate perceber que o velho trazia ate seus seios dois filhotes que mamaram seus pontudos bicos arrancando dela gritos de prazer , sentiu um orgasmo intenso demorado delirante urrou como uma cadela no cio ,abriu os olhos e despertou agitada pelo sonho tão real que estava tendo. suava as bicas. olhou Daniel que dormia ao seu lado , seu coração batia descompassado , levou as mãos entre as pernas , sentiu que seus liquidos vaginais escorriam pelas pernas tentou contatenar suas idéias , um temor misturado com desejo , uma sensação de prazer percorria seu corpo e Carolina voltou a adormecer. Pela manha acordou sentindo dores por todo o corpo , Daniel seu esposo já tinha ido trabalhar , então foi acordar as crianças para as preparar para irem para a escola , sentiu um rubor nas faces , ao se imaginar passando pela ponte onde o velho geremias todas as manhas a comprimentava rodeado pelos seus cães vira latas , que ele tanto cuidava . era sua rotina de todos os dias esperar o onibus escolar na entrada do condominio onde morava e depois fazer sua caminhada pela estrada de terra , andava cerca de cinco quilometros e passava todos os dias por sobre a ponte onde a muitos anos o velho geremias fizera sua morada, ao lado dos caes que ele cuidava. uma tosca cabana era seu refugio .o velho vivia da caridade das pessoas e tinha fama de macumbeiro , mas como não incomodava ninguem , não era importunado e levava sua vida ao lado dos seus animaes , . naquela manha quando se aproximou da ponte carolina sentiu o odor animaleco impregnando o ar . ao avistar o velho sentiu um rubor esquentar seu rosto e quando passou por ele ao comprimenta-lo, pareceu ouvir ele dizer

---BOM DIA CADELA.

Percorreu o mesmo percurso de sempre e ao retornar pela primeira vez três cães tinham subido o barranco e estavam no meio da estrada , seus olhares eram dossies abanavam o rabo .mas um misto de medo e excitaçao a envolveu e como se não fosse dona de suas vontades desceu o barranco se dirigindo ate o casebre obedecendo o chamado do velho geremias que alto e em bom som ordenava

--- VEMM VEMM VEMM CADELA VEM CADELA.

https://www.casadoscontos.com.br/texto/201807179

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