Peguei o novinho

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Eu morava na praia, e lá temos vizinhos de muitos anos, por assim ser eu conhecia todos, jogava bola, taco entre outras brincadeiras que fazíamos no verão ou aos fim de semana que nos encontrávamos lá.

Entre muitos havia um menino que irei chamar de Ale. Então aquele menino com o passar dos anos foi ficando interessante, pq com seus 15 anos era tão atraente quanto um cara mais velho.

Então mais um verão chegou e lá estavamos nós, eu em uma bela tarde de sol, coloquei o biquíni e fui jogar uma água no carro, vi os meninos jogando bola na rua, mais fiquei ali lavando o carro ouvindo música.

Derrepente a bola cai dentro do meu terreno atrás de mim.

Então me viro pra pegar a bola e vejo aquele lindo menino me admirando, me desejando, eu um pouco sem graça fui até ele e entreguei a bola, perguntei se estava tudo bem e se ele precisava de mais alguma coisa.

Ele rapidamente falou que precisava do meu número de celular, eu com um pouco de medo dei, falei pra ter cuidado para que seus pais e avós não vissem.

Ele acenou com a cabeça q tomaria cuidado.

Dentro de alguns minutos:

Ale:Oi

Eu:Oi

Ale:Sou doido por vc.

Eu:Oi? Doido por mim? Eu tenho o dobro da sua idade praticamente. Isso não é possível.

Ale:Pq?

Eu:Pq não rola, isso é um crime.

Ale:Crime será eu ir mais um verão embora e não ter ficado com vc.

Eu:Para com isso garoto.

Ale: Nós vamos pedalar na praia quer ir?

Eu:Ok já estou indo.

Como eu era a tiazinha do grupo os pais não ligavam e adoravam que eu estaria com seus filhos achando que eu cuidaria deles.

Então pedalando eu um pouco mais atrás, ele me acompanha pra poder ficar perto.

Ale:Quero ir na sua casa hoje. Posso?

Eu pensei então e ver qual era desse garoto.

Ale:me dá um abraço?

Eu dei...

Na hora que dei ele levou a mão no meu rabo de cavalo, segurou firme, levou a boca na minha orelinha sussurando que adoraria ficar mais avontade com a tia p. Isso me arrepiou me fazendo concordar na mesma hora.

Eu:Ok, te espero lá mais tarde.

Ele abriu um sorriso e assim voltamos.

Eu tomei meu banho, coloquei meu pijama confortável, sentei no sofá, o qual ficava de frente a janela, que dava pra ver tudo na casa dele, assim eu vou a hora que ele foi pro banho, que jantou, vi sua família... Vi ele vindo na direção da minha casa, abri o portão e esperei no escuro da garagem.

Quando fui dar Oi ele já estava me agarrando e beijando, suas mãos curiosas deslizando pelo meu corpo, sua boca afoita pela minha...

Então ele me olha e diz:

Ale:Tia P. seus seios são divinos, deixa eu mamar eles?

Eu meia paralizada só respondi com a cabeça q sim.

Rapidamente ele estava ali, intercalando entre meus seios e minha boca a qual disse ter um sabor doce....

Eu não pensei duas vezes levei a mão até seu pau e comecei a acariciar com uma vontade louca de colocar a minha boquinha.

Então ele para, coloca meu cabelo atrás da orelha, sentindo minha mão o acariciar, sussura algo que me surpreendi.

Ale:Eu sou virgem!

Eu paralisia na hora...

Ale:Vc não vai me deixar ir mais um verão embora ser ter perdido com vc né? Pq vc é o meu amor de verão, faz três verão que queria ter te pegado.

Eu então falei:

Eu: Não vou deixar vc ir embora o 4 verão sem ter provado a tia P.

Afastei ele um pouco de mim, me agachei tirei seu pau pra fora, não pensei duas vezes...

Mamei, devorei aquele pau, passei a língua da cabeça as bolas subindo e engulindo ele todo até engasgar, mais não parei, ele então fica com as pernas bambas. Gemendo enquanto eu me delicio com aquele muleque, eu então levo uma das mãos até minha bucetinha começo me acariciar, meto dois dedos dentro dela, tiro e levo até a boca dele o fazendo chupar, quando ele sussurando me fala:

Ale:vou gozar assim.

Eu: Não goza.

Tiro minha boca do seu pau olho pra ele pego na sua mão, o levo pra dentro de casa, o sento no sofá, sento sobre ele puxando minha bermuda pro lado, encaixo o seu pau na minha bucetinha, ele então pega nos meus seios e mama, sentindo meu movimento suave de sobe e desce, eu sentindo sua boca me deliciando escorrendo meu mel sobre seu pau deixando ainda mais molhado, aumento a velocidade e diminuo, me ajoelho no sofá, mando ele foder a tia P, ele rapidamente faz. Ele entrelaça uma das mãos no meus cabelos puxa e soca sem dó, com força, seu corpo espalmando no meu, cada estocada um tapa na minha bunda,assim ele entre um gemido e outro resmunga:

Ale:vou gozar tia P.

Eu:Gosa pra tia goza, onde vc quer gozar?

Ale:Dentro da sua bucetinha, vou realizar meu sonho.

Eu: então realize, enche minha bucetinha de leitinho enche.

Então ele goza... Mais não para de bombar, continua socando com força, sem parar, eu ali acariciando minha bucetinha goso também...

Eu então peço pra ele meter essa boca na minha bucetinha:

Eu: vem cá e mete essa boca na minha bucetinha vem?

Me deitei no sofá e ele veio...

Meteu sua boca e eu gozei novamente na sua boca.

Sem menos esperar com o pau já duro novamente ele mete na minha bucetinha.

Assim na posição papai e mamãe, me beijando e socando com muita vontade. Ele então levanta minhas pernas, e fica ali admirando o pau entrando e saindo da minha bucetinha...

Falando que me adora. Eu vendo em seus olhos o desejo que ele tinha em mim.

Assim o empurrei e falei:

Eu:A tia P, vai te ensinar direitinho.

Sentei na mesa e mandei ele me foder ali, né beijando socando ele me pega no colo me põe sobre a pia eu desço empinou a bunda e ele soca assim, com muita vontade, muita força. Eu o paro, né agacho e mamo seu pau, que delícia ele sussura... Gemendo segurando meus cabelos me olhando de cima para baixo. Sentei sobre a pia ele meteu de novo, e logo gosou eu gostei junto com ele... Que sensação gostosa.

Um de frente pro outro olho no olho. Nos beijamos loucamente rindo da cena, curtindo o momento, fomos nos beijando até no sofá lá deitados trocamos alguns carinhos, pegamos no sono... Acordamos pela manhã com o dia amanhecendo,acordei ele com carinho, ele me beija novamente, se veste e vai embora. Então ficamos mais algumas vezes até o fim do verão.

O verão acabou, ele foi embora. Esse foi só mais um amor de verãoAguardo ansiosa aos comentários.

https://www.casadoscontos.com.br/texto/201807305

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