O VOO DA ÁGUIA

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O VÔO DA ÁGUIA

Dizem que as coisas acontecem por acaso, mas eu acho que temos que fazer o acaso dar certo. Só acho.

Thais era de Recife e eu só conhecia através de um amigo, que era, digamos, seu namorado virtual. Eu dava suporte, pois ele era casado e tinha que fazer através de mim, alguns contatos e conversas. Nossos contatos frequentes nos aproximaram e a descoberta, por parte da esposa dele, do namoro, o afastou dela e acabou por nos unir.

Tive que consolá-la, pois não havia outra solução para aquele momento. E ainda tentei reconciliar os dois, sem sucesso. A confiança dela tinha acabado e não tinha como escapar daquela situação.

Eu era recém-separado, não queria mais confusão pra mim, só conhecer pessoas, sem envolvimento. No entanto, o mundo dá voltas e nos deixa em situação estranha, quase sem saída.

Pois bem, passei a me aproximar virtualmente dela e conversar quase que diariamente, primeiro para consolar, depois para agradar. Sim, tinha pintado um clima que eu jamais imaginaria, mas achava chato, pois ela era a antiga “namorada” de um amigo. Expliquei pra ele a situação, e disse que, se ele quisesse, não investiria na relação, pois me sentia um furo olho, termo usado para quem rouba a namorada do outro. Ele não gostou a principio, mas entendeu que tinha perdido e, com a mulher cada vez mais desconfiada, abriu mão de tentar uma reconciliação.

Um episódio inusitado fez com que nossa aproximação fosse mais rápida, pois ela estava sendo chantageada por um pretendente, que tinha lhe pedido fotos, e agora ameaçava ela e a família, querendo que ela fosse ao Rio, senão ele colocaria todas as fotos na internet. Com um plano elaborado, conseguimos localizar a empresa dele, e através de diversos e-mails para a empresa, identificamos e punimos o responsável pelas ofensas.

Ela ficou grata e como estava carente como eu, passou a ser companhia constante de minhas noites no notebook. Esses papos evoluíram para algo como um namorico e algumas declarações de carinho, sem amor. Até que um dia começamos a nos exibir, um ao outro pela telinha, e eram momentos deliciosos, pois aquela xaninha lisinha e os seios fartos eram meus companheiros para noites memoráveis. Passamos a fazer virtualmente tudo que queríamos ao vivo e nos tornamos amantes.

A relação fluiu e passei a me aproximar da família e amigos, de forma que era quase um da casa, mesmo estando bem longe.

Nossa chance surgiu quando fiz a proposta de passarmos uns dias juntos, numa praia, só nós dois, onde ela quisesse. Minha sorte foi que ela queria vir a São Paulo e o preço da passagem estava em promoção, logo, juntou a fome com a vontade de comer.

Aluguei um apartamento na baixada e avisei a ela. Foi angustiante esperar sua chegada ao aeroporto, pois o voo atrasou e fiquei em pânico. Legal que deu tudo certo e rumamos para praia com tudo que tínhamos direito. A correria nos impediu de comprar algo ou jantar, e chegamos famintos ao local. A saída era buscar algo para enganar o estômago ali por perto e rezar para que fosse algo que ela gostasse. Por fim, comprei alguns salgados, uma Coca-Cola e rumei para o cafofo.

Ao chegar ao apartamento, fui brindado com uma das visões mais maravilhosas que já tinha visto. Ela vestia uma camisola rosa bebê e mais nada. De banho tomado, perfumada e feliz, me sorriu com a doçura de uma menina. Nem sei onde larguei os salgados e o refrigerante, só me lembro de ter dado um beijo demorado nela e de arrancar aquela camisola, quase em câmera lenta, até chegar à grande xana rosada, onde eu perdi o tempo de permanência saboreando e sugando cada centímetro. Aquela buceta tinha um sabor especial, que eu imaginei que seja framboesa, pois ela adocicada e melada. Ela ficou desesperada com minha vontade de passar a língua em tudo, e suas sequências de gozo foram todas degustadas como se fosse o melhor dos iogurtes. Thais ficou estática, segurando os seios, olhos arregalados e buceta chorosa. Sinceramente, esqueci-me dos salgadinhos, aquela xana tirou minha fome ou transformou em algo bem mais gostoso.

Desejei tanto aquilo que me perdi no tempo, brincando com língua e dedos como quem recebe um presente novo. Eu sabia que tinha que parar, mas ainda não era hora. Degustei a buceta dela com alegria e tesão e só parei porque o pau estava parecendo ferro, querendo experimentar aquela rachinha. Estávamos no sofá, fomos para cama, e me deitei confortavelmente, para que ela brincasse um pouco na pica, que já estava rasgando a cueca. Percebi que ela era boa no negócio quando segurou o pau com firmeza e lambeu só a cabecinha. Depois disso, foi engolindo a pica com leveza, até sumir com ela na sua boca. Com movimentos lentos e contínuos, explorou cada pedacinho da pica, chupou o saco, dividiu as bolas, espalmou a mão na pica e lambeu a base, e finalmente engoliu de novo, deixando um rastro de baba que me impressionou. Agora era minha vez de sofrer, e o talento que ela deu na minha vara era o agradecimento pelo tratamento que a vulva dela recebeu.

Ela pressentiu meu desespero, e tateando no escuro, achou a camisinha, desenrolou e encapou toda a pica olhando pra ela, como quem deseja muito possui-la. Lentamente subiu na vara e foi descendo com a mão aberta no meu peito e a buceta comendo, literalmente, meu pau. Fiquei inerte e vi o trabalho da menina. A vulva melada abocanhou minha pica e foi até o talo. Não sobrou nada. Então ela sorriu. Na posição que estava, começou um movimento lento e cadenciado, como quem explora o potencial do pinto, para só depois completar o serviço. Eu sentia cada centímetro daquela xana quente e me deliciava com aqueles olhos castanhos me engolindo. Os seios grandes balançavam no ritmo certo e a sensação de prazer era infinita. Thais iniciou um galope gostoso, batendo a xana na virilha e subindo até a cabeça do pau, fazia isso com estilo, gostosamente. Naquela velocidade, eu me acabaria rápido e talvez ela nem gozasse, pois a buceta firme me prendia a pica, contraindo toda sua extensão num vaivém alucinante. O jeito era preparar um contra ataque e elevar a cintura de forma que ela não fosse tão alto, e batesse mais rápido na virilha. Deu certo, esse movimento fez com que ela se descontrolasse e passasse a galopar mais rápido, dizendo coisas desconexas, me xingando e finalmente anunciando:

- Vou gozar!

E assim foi, descarregou uma grande quantidade de muco e ensopou a cama nos melando. Como o tesão dela estava em alta, aproveitei e acelerei de baixo para cima, de forma a não dar tempo dela respirar. Foi a senha, batendo a mão forte no meu peito e depois segurando firme seus seios, gritou:

- Caralho, vou gozar de novo.

E outra carga gostosa do seu suco melado se fez presente e nos ensopamos de amor. Ao vê-la suando muito, inverti a posição e empurrei fundo a pica na buceta dela. O problema é que eu demoraria para gozar naquela posição, mas bombei sem pressa naquela xana, de forma a me deliciar com o momento. Nessa hora, os salgados estavam gelados e o refrigerante quente, mas quem se importa?

Naquele movimento eu iria até de manhã, mas ela me pediu gentilmente:

- Me pega de quatro.

Ai é minha perdição, não aguento bater numa xana, olhando para um cu. Mas, um guerreiro não foge da luta. E lá fui eu. O problema é que não tinha visto toda aquela bunda ainda e de quatro, o tamanho aumenta. Sinceramente, não dá pra descrever aquela bunda. Era maravilhosa. Extremamente grande e redonda, linda, exuberante, suculenta e desafiadora.

A minha previsão estava correta. Ao pega-la de quatro, segurando firmemente sua cintura, comecei a fazer um vaivém gostoso, para demorar. No entanto, a visão da bunda grande me tirou a concentração e, mesmo sem querer, acelerei, e empurrei, xinguei, praguejei e gritei a plenos pulmões:

- Amor vou gozar, vou gozar!

Minhas mãos firmes segurando a cintura dela foram a segurança para descarregar um rio de porra na camisinha, com a visão da bunda mais linda que já vi. Gozei chorando naquela buceta maravilhosa e fomos descendo até ficarmos deitados na cama, aconchegados um ao outro.

Ufa, lembrei-me dos salgadinhos e após um banho gostoso, saboreamos o salgado, que tivemos que esquentar no micro-ondas e o refrigerante precisou de muito gelo para descer.

Papo vai, papo vem, ficamos relembrando dos papos pela net e como era gostoso virar a noite nos saboreando virtualmente. Ficamos na cama nos curtindo, sem roupas, pois o calor era grande, mesmo na madrugada e o dia prometia. Sem deixar passar em branco, mencionei o fato de não conseguir segurar o gozo, olhando a grande bunda branca e redonda que ela possuía e manifestei meu interesse de brincar com ela um pouco.

Ela me olhou assustada e disse que aquilo ela nunca tinha feito e não se sentia confortável em fazer. Eu brinquei, nunca fez, mas um dia pode fazer, então porque não começa hoje?

Ela ficou pensativa, mas eu já tinha virado ela de ladinho, com a pica já pronta pra batalha, sem querer, querendo. Eu disse que colocaria na portinha e lá deixaria, ficando a critério dela mexer ou não, só pra ter a sensação de como era fazer anal.

Ah gente, eu sei que essa é velha, só a cabecinha, se doer eu tiro, deixa mais um pouco, mas foi exatamente assim que rolou. Em dado momento, eu disse, coloca dois dedos fundos na buceta, e mexe o bumbum pra ver se entra um pouco, aqui na portinha está gostoso, mas podemos ir mais e mais.

E assim, a cabecinha passou. A pressão do cu para expulsá-la era grande. A firmeza para proteger a posição era maior. Ouvi seu suspiro, um ai que gostoso, ai tá doendo, calma, não empurra.

Fui invadindo aquele bumbum de leite enquanto ela massageava a buceta mais freneticamente. A pica já fazia miséria lá dentro, indo cada vez mais fundo. Ora ela chorava, ora ela sorria e eu, como bom combatente, ia ocupando espaço.

Não tinha muito para onde ir, tinha metade da pica no rabo dela, e metade fora, ela não mexia com medo de doer, eu não voltava com medo de perder. Coloquei a mão no ombro dela e disse: agora é comigo. Empurrei devagar, fazendo um vaivém leve, depois um pouco mais intenso, ela aguentou firme e eu me senti confiante.

Só disse, mexe mais na buceta, quero entrar inteiro em você. Ela respondeu: será que eu aguento?

Respondi: se já aguentou até agora, aguenta tudo. E meti. Nossa, que delicia, que cu maravilhoso. Aquela posição, aquele movimento era um sonho. Enquanto fazia a penetração mais funda, senti o corpo dela tremer e ela dizer baixinho: que gostoso tomar no cu. Pra mim estava maravilhoso e ao ouvir isso, só pude acelerar gostosamente naquele rabo e quanto mais mexia, mais ela gemia, até que me disse:

- Vamos gozar juntos, vem.

Fui. E fui fundo, maravilhosamente bem. Aumentei a batida, acelerei os movimentos e anunciei:

- Também vou. E gozamos loucamente. Deliciosamente. E assim foi nos outros quatro dias. Ela voltou mais duas vezes, e foi tudo bem gostoso, até que a distância e o ciúme nos afastaram, apesar de nos falarmos diariamente.

O importante foi que vivemos momentos maravilhosos. Deliciosamente bons.

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