Ofereci minha namorada pra um grande amigo meu

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Me chamo Bruno e sou corninho da Paola (nomes fictícios), minha namorada. Estamos juntos há mais de 2 anos. Ela é um novinha, linda, 21 anos, 1,56m de pura safadeza e tesão, cabelos pretos até a bunda, branca.

Já éramos do meio, entramos há cerca de 1 ano. Tínhamos tido já 2 experiências, a primeira com um amigo da faculdade, Carlos, e a segunda com um PM, que conhecemos no bate papo da uol. Ela já me confessou que adora que o outro seja amigo meu, pois se sente mais desejada e com mais tesão, ao saber que, depois, meu amigo sempre olhará pra ela com desejo e outro olhar (ela gosta muito de se sentir desejada por qualquer homem, como muitas mulheres). Foram ótimas experiências, e nos iniciaram no meio, instigando sempre por mais e novas experiências. Indiretamente ela começou a me instigar para o desejo de vê-la sendo de outro macho e dominada por ele, quando nunca tinha passado nada parecido na minha mente (não era feliz e não sabia hehe). Hoje somos fissurados no meio cuckold e não me vejo mais não sendo corno, é uma experiência fantástica, prazerosa e que apimenta mais ainda o relacionamento, afinal, é uma grande prova de amor, de ambas as partes. Enfim, vamos ao que interessa..

Era mais uma deliciosa noite de amor e sexo minha e da Paola, afinal, namoramos à distância, e sempre que nos encontramos aproveitamos pra matar toda aquela saudade e liberar os orgasmos acumulados, sempre são experiências deliciosas e calorosas, com muito fogo. Paolo é viciada em sexo, quase sempre insaciável, às vezes me deixam surpresa com tanta tara, e acreditem, muito, muito safada na cama, realizando todos meu desejos e fetiches, das mais variadas formas. Depois das duas primeiras experiências, sempre fantasiávamos na hora do sexo outra pessoa com a gente, eu sendo um bom e velho corno manso e ela uma putinha safada. Nessa noite, Paola cavalgava incansavelmente em cima do meu pau. Essa é uma das posições em que ela sente mais prazer e fica, quando quer gozar, e mais uma vez eu podia sentir o calor e umidade de sua boceta deliciosa.. ela fica muito encharcada, coisa que não dá pra imaginar eu descrevendo, apenas quem já teve o prazer de prova-la sabe do que estou falando. Foi quando comecei a fantasiar outro cara com a gente, que sabia que a vontade dela mesmo era estar cavalgando em cima do pau de outro macho, já que ela era uma vadia e é ninfomaníaca por pau (Paola sempre me disse que gosta de pau grande e bem grosso, e que tem muita vontade de ser penetrada por um assim, mostrando o quão putinha e insaciável ela é, mas ainda não consegui realizar esse seu desejo). Aí que senti mais ainda sua boceta ficar bem molhadinha, no momento em que ela fechou os olhos e rebolava gostoso, fantasiando o que eu tinha acabado de falar.

Nossa, ela rebolava tão gostoso imaginando a cena, que eu estava me segurando pra não gozar (o que é difícil com ela rebolando, mas fui aprendendo com o tempo), e aproveitei o tesão dela para dizer que queria muito vê-la com mais outro amigo meu. Ela me disse que era só escolher, que era realizaria meu desejo, e começamos a fazer uma lista de possíveis amigos, com ela me ajudando nas indicações.. a lista começava a crescer, e eu percebia mais ainda o quanto tinha uma mulher safada e maravilhosa ao meu lado, que fazia de tudo por mim. Eis que com receio, já que imaginava uma reação contrária dela, pelo grau de amizade, indico um grande amigo meu, Caio, amigo dos tempos de colégio, de desabafar sobre relacionamentos e falar sempre de putarias, trocar vídeos pornôs no whats. Caio sempre foi o putão e pegador do colégio, tarado e viciado em boceta, não deixando passar uma oportunidade. Além desse fato, sermos grandes amigos me deixava com maior tesão ao imaginar Paola sendo dominada e fodida por Caio, já que tinha certeza que ele não deixaria passar a oportunidade e deixaria a namorada do amigo bem realizada na hora do sexo, fazendo um sexo bem selvagem, como ela gosta, sendo elogiada de puta, vadia, safada, cachorra e, claro, apanhando muito. Ela adora sem igual!

Paola me surpreendeu, ao dizer que nunca tinha passado pela cabeça dela, mas se era meu desejo, ela daria bem gostoso e seria putinha do meu amigo. A partir dali, vi que, realmente, ela tinha entrado de verdade no meio liberal e vestido a camisa do meu fetiche, mas também já estava curtindo o meio e gostando de se sentir desejada e fodida por outros caras também. Fiquei com tanto tesão que mandei ela ficar de quatro e comecei a socar com força dentro daquela vagina deliciosa e quentinha dela, quando soquei fundo e jorrei meu gozo dentro dela. Paola não toma anticoncepcional, nem gostamos de usar camisinha. Fazemos coito interrompido, mas ela sempre me pede pra gozar dentro dela, a vontade é grande, mas sempre ajo racionalmente. Só que nesse dia não pude controlar a vontade, ela gemia loucamente de tesão, e me implorava com a voz de vadia, que só ela sabe fazer, pra eu gozar dentro dela, pois nunca mais tinha sentido meu gozo. Ela gemia loucamente, enquanto sentia minha porra quente e em grande volume preenchendo a boceta dela, sem eu ter avisado.

Deitamos um ao lado do outro, bem cansados, e logo dormimos. Passou o dia e nunca mais tocamos no assunto, mal sabia ela que aquilo não saía da minha mente, agora só me aquietaria quando visse ela rebolando em cima do pau do meu amigo, fodendo bem gostoso e sendo puta dele, na minha frente. Paola foi embora e depois cheguei a tocar no assunto, mas discretamente, estava esperando o momento mais ideal e propício pra abordá-la. Chegou o período de férias e fui pra minha cidade (faço faculdade fora), ficaria poucos dias lá e tinha pouco tempo, mas como nunca mais tínhamos falado a respeito do sexo cuckold, fiquei receoso, ainda mais de falar sobre o Caio (quando passamos muito tempo sem falar sobre o assunto, fico com um pouco de vergonha de falar com ela e com medo da reação), só que eu precisava chegar ao assunto em tempo hábil, senão perderia a oportunidade e passaria mais um semestre com aquilo na cabeça e com a vontade de vê-la com meu amigo, e ficaria só para as férias de dezembro. Antes de abordá-la, queria ter a certeza de que Caio se interessaria no meio, já que é um assunto delicado e envolveria comer a namorada de um amigo, o que não é tão simples.

Certo dia, puxei assunto com ele no whats, perguntei como estava a vida e tal, e que estava chegando de férias, pra gente marcar uma saída. E fui logo dizendo que precisava contar uma experiência que tive, foi a forma que encontrei de abordar o assunto com ele. Disse que um amigo da faculdade (o que tivemos a primeira experiência), era noivo e tinha a fantasia de ser corno, e um dia, do nada, me mandou mensagem convidando para fazê-lo de corno e sua esposa de putinha (foi o contrário, no caso, só inverti a situação, pois não queria revelar de cara pra ele.. contarei nos próximos contos nossa primeira vez com Carlos) De imediato, Caio demostrou uma situação de espanto e não acreditar, mas se mostrando muito interessado em saber como foi e achando interessante a situação. Fui relatando os detalhes e mandei até foto minha transando com Paola, e dizendo que era eu com a noiva de Carlos. Caio ficou maluco com a foto, e vi que ele se mostrou um potencial comedor da minha namorada, que não seria difícil convencê-lo a isso. Logo após, quando vi que ele deu abertura pelo assunto e achou bacana, perguntei se ele já tinha ouvido falar sobre voyeurismo, se tinha vontade e o que achava. Ele disse que já tinha ouvido, sim, e achava bacana, mas não teria coragem de fazer com a namorada (ele namora também). Resolvi dizer que tinha vontade, mas não saberia se minha namorada toparia.. (mal sabia ele que ela já tinha sido até fodida por outro cara). Ele se mostrou surpreso, mas disse que teria coragem de ser voyeur de um casal. Então, resolvi dizer que se eles topassem, eu teria coragem de deixa-lo ser voyeur.. ele sorriu, surpreso, e disse que estava ali, pra qualquer coisa.

Quando já tinha abordado quase tudo, fui abrindo o jogo e disse que já tínhamos feito sexo na frente de um amigo, e ele ficou mais surpreso ainda e animado. Até a hora que não tinha mais receio e revelei que já tínhamos feito até ménage masculino, mas não sabia se ela toparia com ele (mal sabendo ele que ela toparia, sim, e ela já tinha topado hehe). Caio, incrédulo, ficou sem reação, já que é algo, de fato, delicado. Cada vez mais ficava nervoso, ansioso pra saber de tudo, com o coração acelerado e sem acreditar em tudo aquilo, achando que eu estava fantasiando. Ele chegou até a revelar que se masturbou inúmeras vezes pra foto que mandei, dizendo que era eu e a noiva de Carlos, o que me deu bastante tesão na hora, ao saber que ele já tinha sentido desejo por Paola e se masturbou pensando sabe lá o que com ela. Conversamos a noite toda e, no final, disse que já tinha conversado com ela a respeito, e ela já tinha topado transar com ele na minha frente. Caio já não acreditava mais, e nem sabia o que pensar, achando que tudo não passava de uma brincadeira. Como diz o ditado: “quando a esmola é grande, o santo desconfia”. Além de ela ser muito bonita, gostosa e chamar muita atenção, tinha a questão do fetiche envolvido e ele já quis ficar com ela, antes de namorarmos, o que devia instigá-lo mais ainda o desejo por ela. Fiquei de conversar com ela e dar a resposta pra ele.

Agora era a hora de abordá-la, pois já tinha certeza que ele toparia, só faltava combinarmos e sairmos os 3. Era de noite, quando fui pra casa dela. Ficamos conversando na calçada e eu sem saber como introduzir o assunto. Começamos a nos beijarmos e o clima foi esquentando, ali mesmo na calçada. Discretamente, puxei de lado o short dela e já pude sentir a boceta dela toda molhada, quando começamos a falar putaria. E ela me surpreendeu, perguntando se eu não ia querer que ela fizesse sexo com meu amigo, já que estávamos juntos na mesma cidade. Fiquei sem acreditar! Era tarde da noite, nem ela tinha como sair e nem teria tempo de avisar pra ele e sairmos ainda naquela noite. Ficou pra o outro dia! Fiquei de combinar com ele, assim que chegasse em casa, e ela já muito nervosa e ansiosa, ao mesmo tempo.

Cheguei em casa e a primeira coisa que fiz foi mandar mensagem pra ele, dizendo que já estava tudo certo e sairíamos no outro dia. Caio ficava, cada vez mais, assustado e nervoso, também, sem saber o que imaginar e como proceder, mas resolveu topar. No outro dia começamos os preparativos. Saí pra rua e fui comprar um lingerie pra ela usar com ele. Nunca tinha comprado pra ela usar nem comigo, e além de fantasiar ser corno, ir comprar uma lingerie pra ela usar com meu amigo me dava mais tesão ainda, e fazia eu me sentir um verdadeiro corno manso. O dia findava e a noite chegava, todos os 3 ficávamos mais ansiosos ainda pela noite que estava porvir. Acertei tudo com eles e fiquei de pegar Caio, e depois pegaria ela em casa. Mandei ela se produzir toda pra ele, ficar bem sensual pra meu amigo, que naquela noite ela seria toda dele. Nisso ela me disse que já tinha se depilado todinha pra ele, foi até pra o salão. Não queria decepcionar meu amigo, queria ficar bem linda e gostosa pra ele. Ficava espantado com a putinha que tinha ao meu lado. Que mulher!

Peguei Caio em casa e fui pegá-la numa pizzaria, ela tinha saído com os amigos dos tempos de colégio. Paola entrou no banco de trás e cumprimentou Caio, disse que a noite prometia. O clima foi ficando tenso, entre uma brincadeira e outra, pra quebrar o gelo e descontrair. Fomos direto pro motel. Minha vontade mesmo era de dizer pra ele ir pro banco de trás e começar a se pegarem ali mesmo. Sempre tive essa vontade de ser motorista, enquanto minha mulher ficava com outro cara no banco de trás, um sentimento de submissão à situação. Como era nossa primeira vez e ainda estávamos todos tensos, deixei isso pra outra oportunidade.

Chegamos la e começamos a conversar, os 3 sentados na cama do motel. O papo foi fluindo e ficando descontraído, ela me surpreendeu, mais uma vez, pois não ficou com vergonha e deixou meu amigo super à vontade, expondo os seus e os nossos desejos, conduzindo toda a situação. Chegou a tão esperada hora, e ela fez algo que não esperava, disse que queria que eu saísse e ficasse na garagem, que ela queria começar ficando com meu amigo a sós. Nunca tinha acontecido isso das outras vezes, eu sempre estava presente desde o começo, o que me deixou surpreso, ansioso e imaginando várias coisas, mas com muito tesão.. minha putinha seria de meu amigo, de uma vez por todas, e sem eu começar assistindo tudo, apenas usando minha imaginação. O silêncio reinava dentro do quarto, a luz ainda estava ligada, eu tentava ver algo pela fechadura, pelo espaço de baixo da porta, escutar algo, mas sem nenhuma pista. A situação embalava mais ainda minha imaginação. A vontade era de abrir aquela porta e dar de cara com tudo que estava acontecendo, mas permiti aos dois ter o momento deles, até pra meu amigo se acalmar e ficar mais à vontade com ela. Foi uma decisão difícil, mas necessária, deixei passar um bom tempo.

Imaginava que eles ainda estariam se beijando, quando eu entrasse. Resolvi entrar e dei de cara com algo que não esperava já.. Caio já tinha despido minha namorada toda, ela estava apenas de calcinha, deitada na cama e com as pernas abertas, enquanto ele segurava pro lado a calcinha dela com uma mão e com a outra explorava profundamente a boceta dela com um dedo. Paola gemia baixinho, deliciando-se com o momento, enquanto segurava seus seios e apertava com vontade (ela sente muito prazer nos seios). Caio apenas olhou pra mim, quando entrei, mas continuando o movimento com os dedos, e logo baixou a cabeça, sem se incomodar com a minha presença, sentindo-se dono da situação e da minha namorada. Ele masturbava ela de uma tal forma que ela se contorcia de prazer, ele também apertava o peito dela, com a outra mão, deixando-a com mais êxtase ainda.

Mas eu queria ver mesmo era eles se beijando.. ah, como imaginei esse momento! Pedi ao dois que se beijassem, pra eu ver. Paola se ajoelhou na beira da cama, toda peladinha já, despida por ele, enquanto Caio, ainda vestido, saboreava minha namorada de todas as formas, beijavam-se com todo desejo e ele explorava o corpo dela com as mãos. Nossa, que cena! Naquele momento, eu já estava com todo tesão do mundo, sentei na cama e comecei a me masturbar, aproveitando o momento da melhor forma, esperando o momento de vê-la sendo penetrada pelo meu amigo e comida em todas as posições, gemendo loucamente e me chamando de corno.

Paola é viciada mesmo em penetração, não gosta de perder muito tempo em pré-liminares, ela já não via a hora de ser penetrada e se deliciar com o pau ele dentro dela. Só que diante de toda a situação, por eu ser amigo dele e ser a primeira vez, além da namorada dele estar ligando e mandando mensagens, incansavelmente, ele não conseguiu uma excitação suficiente para penetração. Ela precisava de um pau dentro dela, não aguentava mais, e os dois pediram pra eu comê-la logo, que ele ficaria vendo.

Podia ver no rosto de Caio a expressão de não estar acreditando na situação e no momento, que estava ali vendo toda a cena. Ele apenas admirava a situação com o olhar fixo, sem demonstrar o que pensava e imaginava, apenas o encantamento diante do novo. Transamos loucamente, nos beijamos também, e comi minha putinha em todas as posições. Ela gemia e fazia uma cantiga maravilhosa de ser ouvida para os ouvidos do meu amigo. Vez ou outra pedia pra ela sair de cima do meu pau e beijá-lo. Fiquei um pouco tenso também, diante de toda situação, e não consegui gozar, o que deixou Paola um pouco frustrada. Mas foi uma noite maravilhosa, um pontapé inicial para novas e futuras emoções com meu amigo e ela. Caio, depois, só dizia que necessitava sentir a boceta de Paola com seu pau, que ela era safada e uma mulher deliciosa, e não via a hora desse momento chegar, que precisava de um momento a sós com ela, primeiro. Já Paola, não cansava de me relatar o quanto era gostoso o dedo dele, e que foi o dedo mais gostoso que sentiu em toda vida, que ele sabia como masturba-la de uma forma única e estimular seu ponto G, o que a deixou louca, e que não esperava a hora de senti-lo, novamente. E eu não esperava a hora de ser corno do meu amigo, de novo e de fato.

Caio tem um escritório, e depois dessa primeira vez, Paola tornou-se cliente fiel e assídua do seu escritório, fazendo uma visita deliciosa a ele, sempre que possível. Relatarei esses encontros nos próximos contos. Espero que tenham gostado desse e estejam ansiosos pra saber o que rolou entre os dois no escritório de Caio. Foi meu primeiro conto, vou melhorando, aos poucos. Ate mais!

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