Perdendo a virgindade

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Qual o quarentão que não olha para uma ninfetinha de 18 aninhos? Todos olham principalmente se essa ninfetinha fizer o tipo “amiguinha safada” da minha filha. Com o Luiz não foi diferente, pai de uma amiga de escola nos vimos pela primeira vez na praça de alimentação do shopping, hora do almoço, mesas lotadas, notei um homem mais velho sentado sozinho aguardando o almoço, não me fiz de tímida, me aproximei e pedi para sentar. Ele me olhou a principio sem graça, mas logo sorriu e me ofereceu o lugar. Tinha lá seus quase quarenta, moreno, alto, alguns fios grisalhos, olhos claros...sim era um tiozão! Apesar da discrição logo notei que volta e meia seu olhar parava nos meus peitinhos empinados escondidos por uma blusinha meio transparente. Eu conhecia aquele tipo de olhar... podia até imaginar sua boca faminta chupando meus peitos com vontade. A idéia me excitava. Ao final do lanche agradeci e segui meu caminho.

Na semana seguinte passei a ir ao shopping quase todos os dias na hora do almoço, nada! Eu já estava desistindo quando percebi que alguém me olhava na escada rolante, era ele. Meio discreto fez sinal...não pensei duas vezes. Nos encontramos na garagem, entrei no carro e ele perguntou se eu gostaria de almoçar com ele, topei na hora. Finalmente nos apresentamos e conversamos um pouco sobre nós. Ele era um advogado de 38 anos, bem casado, com dois filhos quase da minha idade. Tinha me achado uma gracinha, estava acostumado a sair com ninfetinhas. Eu lhe disse que gostava de sair com homens mais velhos. Que ainda não havia encontrado um cara para perder a virgindade, mas que não era um problema.

Pegamos logo uma rua bem movimentada, o carros com vidros escuros e fechados era uma forma de precaução. Logo pegamos uma estrada...costumávamos chamar de “rodovia do amor” pois eram centenas de motéis, um ao lado do outro, entramos em um mais afastado.

O quarto não era de muito luxo, mas tinha cheiro de luxúria e eu tinha certeza que ele procurava isso. Logo ligou para o serviço de quarto, eu fui até o banheiro tomei uma ducha e voltei molhada enrolada numa toalha.

Ele estava sentado na cama sem camisa e ficou ali me observando. Deixei a toalha cair ele levantou me segurou pela cintura e me levou até a cama.

Já sem a roupa deitou-se excitadíssimo sobre mim, podia sentir seu pênis enorme pressionando minha shaninha que aquela altura estava molhada de desejo. Senti sua língua lambendo-a delicadamente...depois abrindo bem minhas pernas e enfiando-a com movimentos rápidos e quentes...ali tive a primeira sensação de gozar com vontade. Eu tremia me contorcendo de prazer.

Ele me colocou de quatro...abriu minha bundinha e a lambeu enquanto esfregava o dedo no meu grelinho duro. Gozei mais uma vez.

Depois me levou para o sofá, onde sentou com o pau extremamente duro não precisou me pedir nada, abaixei e abocanhei aquela tora enquanto ele gemia de prazer. Gozou como um cavalo em minha boca, engoli com gosto. Ficamos ali agarrados nos beijando, me pegou no colo e me levou para o banho onde nos esfregamos com dois adolescentes.

Almoçamos uma salada com frango. Nos vestimos e ele me deixou na esquina de casa, já com meu telefone em mãos.

Era quase meia noite quando o telefone tocou, era ele. Na manhã seguinte matei aula e fomos novamente para um motel. Logo na estrada já trocamos carícias que o deixaram excitado. Tiramos nossas roupas pelo caminho do quarto, estávamos em ponto de bala.

Em dois tempos estávamos na cama onde só depois de muitos gemidos Luiz pode comprovar que eu realmente era virgem, percebi uma certa preocupação mas o tesão falava mais alto. Eu ainda que sem experiência me transformei numa putinha na cama levando Luiz ao delírio. O quarto cheirava a sexo, estávamos exaustos antes mesmo do almoço. Acabamos cochilando. Já acordamos prontos para outra trepada, eu cavalgava nele e sentia o enorme pau nas minhas entranhas. Gozavamos juntos.

Já passava das cinco quando deixamos o quarto eu estava descadeirada como dizia minha avó. Ele brincava dizendo que precisava de gemada.

Quase todos os dias nosso almoço era na cama.

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