Professora substituta Gilka

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Era uma tarde de novembro 2009, Gilka estava em minha sala de aula repondo matéria e substituindo o professor que havia faltado, ela era uma coroa de uns 55 anos mais ou menos, porém tinha um corpão, tinha seios arrebitados medios, um par de pernas grossas e compridas, e frequentemente usava um batom vermelho, sem contar a sua bunda, sempre fitava aquele rabo, e muitas vezes ele era alvo em minhas punhetas.

Nunca tinha rolado nenhuma química entre nós dois, a não ser nesse dia, ela trajava uma saia preta acima na altura do joelho, e uma camisa social branca, Gilka estava lá, sentada na cadeira, corrigindo as atividades que tinha dado, a sala estava uma baguça, os alunos estavam conversando muito alto, enquanto eu lia meu livro despercebidamente olhei para frente e não pude acreditar no que vi, ela estava sentada com as pernas entreabertas, possibilitando um pouco a visão de sua calcinha, comecei a olhar descaradamente para lá, imaginando aquela bocetinha na minha boca, lambendo e lambuzando ela inteira, eu estava tão hipnotizado que nem me dei conta de que Gilka estava olhando para mim com uma cara de assuntada enquanto eu literalmente lambia os beiços e sem saber oque fazer eu a encarei por segundos, e com medo olhei para o chão.

Depois disso ela não voltou a sentar na cadeira, ficou em pé corrigindo as atividades, até o final da aula não tive coragem de encara lá. No final da aula, ela pegou suas coisas e foi embora. Gilka retornou no dia seguinte para substituir o mesmo professor, dessa vez ela estava com uma calça comprida preta e branca, mas agora ela tinha um curativo na mão. Ela entrou na sala e a primeira coisa que fiz foi observar aquele rabo em destaque. No final da aula daquele, ela pediu para alguém a ajudar a levar seus materiais para a sala dos professores, eu me ofereci pensando em segundas intenções, conversando com ela no caminho, elogiei na lata que tinha gostado da saia dela no outro dia, e que realçava as sua coxas e a deixava mais nova, ela soltou algumas risadinhas, agradeceu e disse que me notou olhando para as suas prenas no outro dia, então eu resolvi chutar o balde, falei que eu estava em uma fase que sentiria tesão até por uma cabra, e que por ela ser muito atraente fisicamente falando, não conseguia tirar o olho dela, ela deu mais umas risadinhas, porém disse em tom de reprovação salpicado de sefadeza, “tenho idade para ser sua vó”, ai nessa hora que resolvi provocar ainda mais dizendo aquela famosa frase “panela velha é que faz comida boa”, então nesse exato momento chegamos no corredor da sala dos professores, ela me agradeceu pela ajuda e pelos elogios, que estavam mais para cantadas, e pediu para que voltasse para a sala de aula, respondi para ela,”e o beijinho de recompensa”, ela me olhou num tom de reprovação e surpresa, porém cedeu ao beijinho e um “abraçinho”, naquele abraço eu me aproveietei da situação para dar uma cafungada no seu pescoço e sentir o seu ferfume, fiz isso e percebi Gilka se contrair e soltar um suspiro de prazer, ela apertou minhas costas contra ela e então eu pus a mão na sua cintura, como não havia ninguém no corredor, ficamos ali uns dez segundos, até que ela se afastou e entrou nasala dos professores. Após aquele dia, só via a Gilka de loge, e muital poucas vezes, bati tanta punheta pensando nela nos dias que se passaram.

Depois dessas aventuras demorei para ter uma aula com a Gilka, o que nos leva para o próximo ponto da História, em dezembro do mesmo ano, já estava quase no encerramento do ano letivo em minha escola, já era quinta feira da ultima semana, e como disse só via a Gilka de longe, porém, na ultima semana de aula recebemos a noticia de nossa professora de português ter adoecido. Era uma segunda feira, e por ser quase final do ano letivo, tinha umas 10 pessoas na minha sala. Quando vi Gilka entrar pela sala com uma saia parecida com aquela do acontecimento, e uma meia calça preta, meu coração começou a bater forte, e comecei a encarar maliciosamente, foi quando ela de boa tarde para a classe.

Por ser encerramento de etapa e a professora de português ter faltado, Gilka disse que iria buscar jogos de tabuleiro para que budessemos descontrair, e me chamou para ajuda lá, levantei nahora. No caminho, coeçei a puxar assuntos sobre o clima e etc, ela respondia friamente sobre tudo oque eu perguntava, quilo me desanimou, e me colocou em uma situação de desconforto, notando isso, ela perguntou o que eu havia achado de seu vestido, disse para ela que estava um espetáculo, me disse algo que gelei, ela disse que havia gostado do abraço daquele dia e que se pudesse eu poderia dar mais um, não soube como reagir, mas fiz uma piadinha sobre, “adoraria abraça lá por traz ao invés de frente”, ela soltou risadinhas debochadas.

Chegando lá,era uma salinha pequena cheia de prateleira, entramos, encostamos a porta e ela soltou um frase que me deixou louco de tesão “ aqui seria um bom lugar para um abraço por tras “, e então começamos a selecionar os jogos, os mais legais ficavam nas prateleiras de baixo, quase no chão. Para minha alegria, Gilka se inclinou para pegalos ficando em uma posição que possibilitava a ampla visão daquele rabo tão cobiçado, sem querer eu soltei um ”minha nossa!” quase com um sussurro, ela pareceu ter ouvido e se inclinado um pouco mais, com a desculpa de ter empurrado o xedrex lá para tras, não resisti, e cheguei atrás dela a encoxando, e disse “ como você mesma disse, esse é um ótimo lugar para um abraço” ela se reclinou possibilitando que eu a abraçasse, comecei a roçar meu pau na bunda dela e ela começou a gemer de prazer, “isso, AH, que gostoso”, estava muito bom aquele abraço,aquela bunda rebolando na minha pica era todo que eu sempre tinha sonhado, eu urrava baixo no ouvido dela, e a chamava de safada, piranha, gostosa, ela consequentemente estava gostando. Eu estava quase gozando e disse “Sua puta, abaixa que eu vou gozar na sua cara!”, ela então disse,”não, quero que você goze no forro da minha calcinha”ela começou a se despir e enquanto isso eu tocava uma lentamente, quando tirou sua calcinha ela me deu, comecei a me punhetar fortemente enquanto ela falava putaria em meu ouvido. GOZEI, que sensação boa. Ela colocou a mesma calcinha, ela se vestiu e voltamos rapidamente para a sala de aula com qualquer jogo que tinha ali por cima. Ela me falou antes de entramos “venha amanha, vou ter uma surpresinha pra você, amorsinho”, fiquei maluco de tesão.

Na sexta feira, ultimo dia de aula, só tinha eu de aluno na escola. Estava eu e alguns professores, incluindo a Gilka. Ela estava usando uma saia semelhante as outras, porém mais curta e rodada. Como só havia eu de aluno na escola, Gilka se ofereceu para cuidar de mim enquanto era horário de aul, fomos para uma sala, no caminho ela me perguntou com um olhar de safada “está pronto para a surpresinha? “ eu disse que estava, e realmente estava, meu coração quase pulava para fora da boca e meu pau doía de tão duro que estava.

Ela nos conduzia a mesma salinha dos jogos, quando chegamos, ela trancou a porta e disse”eu quero que você me penetre fundo”, dizendo isso saltei para cima dela, ainda em pé, agarrando seus seios, mamando, mordendo, e chupando com toda força e vontade, eu mamei ela por uns vinte minutos quando ela disse que queria que eu colocasse o meu pinto na sua buceta, então tirei me pau para fora e ela sentou de pernas abertas em uma cadeira que tinha ali. A safada estava usando a mesma calcinha em que eu tinha gozado, ajoelhei e com brutalidade rasguei aquela meia- calça dando acesso a calcinha. Ah cara, coloquei o pau com a calcinha ali mesmo, Primeiro botei a cabeça e senti ela estremecer, depois fui acelerando e percebi que ela estava gostando, então comecei a estocar com força enquanto ela gemia, gemisa, e falava putarias “Ah seu Safado, Mete com força vai, vai,vai!”, estávamos ali, transando, prestes a gozar, “Ah vai, vamos gozar junto seu puto” ela sussurrava el meu ouvido com vontade. Gozamos juntos, Foi muito bom. Tranzanmos o resto do dia, Foi com certeza o melhor dia daquele ano. Ela me agradeceu por tudo e disse que estava louca para poder dar o cuzinho. Porém isso é assunto para um próximo conto...