Pulando a cerca

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Sou casada com um homem 40 anos mais velho, claro que de uns tempos pra cá eu comecei a ciscar em outros terreiros sempre com muita discrição.

O conheci muito nova, como contei. Transamos no meu aniversário de 18 anos e casamos dois anos depois por que num descuido engravidei. Hoje tenho 25 anos, ele é empresário e eu arquiteta, vivemos muito bem, eu, ele e nossa filha.

Minha primeira pulada de cerca aconteceu a mais ou menos um ano, eu havia viajado para um congresso e percebi que o barman do hotel não tirava os olhos de mim. Realmente era um cara interessante. Dois dias antes de viajar descobri que meu marido andava de muita conversinha com uma moça recém contratada, talvez com vingança resolvi dar o troco. O nome era Rafael, um gato, 23 anos de puro tesão. Era minha última noite no hotel, depois de dois drinks tomei coragem em mandar que ele levasse um drink no meu quarto ao fim do expediente. ja passava da meia noite quando ele bateu na porta, eu estava bem a vontade, com um penhoar negro totalmente transparente que deixava meu corpo nú à mostra, ele entrou já me agarrando, era bem afoito, o volume na calça jeans anunciava uma noite de muita luxuria. Fiquei jogada no sofá olhando ele se livrar das roupas, quando abandonou a cueca vi soltar um órgão incomum...era uma rola grande e grossa que parecia crescer a cada segundo. Aquele monumento entrou rasgando minha boca...estava quente, pulsava...tentei chupar aquilo tudo mas era muita pica para uma boca delicada percebendo ele pegou nos meus cabelos e forçou senti a cabeça na garganta, três bombadas e eu quase morrera engasgada.

Rafael me levantou pegando meus cabelos me virou de costa, senti a cabeça procurando minha bunda ele me jogou de quatro na cama, a cabeça era imensa e meu rabinho apertado demais, Rafael tirou do bolso uma dessas pomadas e meteu no meu cú. Ainda assim senti muita dor, aquele mastro enorme me preencheu, eu sentia ele latejar dentro de mim, Rafael empurrava com força cada vez que eu gemia forte senti suas bolas esfregando na minha bunda, Rafael parecia possuído, começou a bombar com muita força mesmo quando eu pedia chorando para parar. Ele sabia se controlar, custou a me dar aquele jato forte de leite, ficamos engatados como cães, sentia seu pau soltando as últimas gotas. Quando finalmente ele tirou o pau senti meu rabo arregaçado. Ele me puxou para o banho, minha bunda doía muito, eu estava acostumada aquilo, o pau do meu marido não era pequeno. Ficamos na cama fazendo um meia nove gostoso percebi que gozei naquela língua maravilhosa, Rafael deitou e mandou que eu o cavalgasse...a posição onde eu me realizava além do mais com um pau daquele. Fiz o rapaz gritar de tesão. Eu sabia matar um homem daquela forma. Pedia para que ele me chamasse de sua puta e ele gritava para que eu não parasse. Por fim eu soltei um grito. Uma gozada maravilhosa, nunca havia imaginado sentir aquilo. Rafael estava morto, eu soltava leite de tão excitada.

Demos um tempinho para recuperar a força; acabamos dormindo. Mais uma vez Rafael veio na minha bunda, agora me colocara de frango assado...pude ver o tesão que saia dos seus olhos a cada bombada. Gozou como um cavalo indomável. Rafael por fim adormeceu acordamos já com o sol a pino meu avião sairia em 3 horas. Pedi o café da manhã no quarto para que pudesse aproveitar mais aquele gato. Trepamos novamente. Eu não aguentava sentar. Por fim nos despedimos. Deixei o hotel e aquela pica deliciosa para traz.

Depois de ter transado com Rafael eu pegara coragem para dar para outros. Evito fazer isso na minha cidade.

Quando viajo à trabalho pelo menos uma vez por mês sempre arrumo um macho que me satisfaça.

Em uma das minhas viagens ao interior do estado para ver uma obra meu carro furou o pneu, a estrada não era principal e eu não conseguia troca-lo sozinha. Fazia um calor grande e eu estava numa calça jeans bem justa e numa blusa decotada. Encostei no carro e fiquei aguardando algum filho de Deus para me ajudar. Depois de quase uma hora de espera, surgiu um caminhão. Parou. Desceu um negro bem forte vestia uma calça larga e uma camiseta folgada, me olhou e perguntou o que era, expliquei, ele foi ao caminhão, voltou com uma garrafa de água e me deu. Em dois minutos resolveu o problema do pneu. Agradecida abri a carteira. Ele me olhou como quem diz ...quero dinheiro não dona quero e te comer. Eu já havia percebido o quanto ee olhava para meus peitos. E percebera também o tamanho daquele pau. Ou melhor tora.

_ Então dona, posso ser útil em mais alguma coisa- disse massageando sua ferramenta e já colocando-a para fora. Trocar o óleo... disse maliciosamente.

Eu não tinha muita escolha...tirei a calça jeans, encostei no caput do carro...

_ah a madame gosta de uma mangueira no rabo né, deixa com o negão aqui vou fazer a senhora revirar esse zoinho.

Sem maiores cerimônias ele abriu o zíper, antes porém me fez sentar no banco e pagar um boquete, o pau suado alimentou ainda mais o meu tesão. Depois dele quase gozar me botou encostada no carro, encapou o ferro , engatou na minha traseira e mandou ver. O carro balançava com a força dele, eu gemia forte enquanto ele apertava meus peitos com muita força.

- isso madame grita pros passarinhos ouvir...rebola mulher .

Eu estava dando para um jegue. O pau dele era excomunal. Eu estava morta e ele nada de gozar. Meu cu ardia.

Ele me virou de frente, meteu o pau na minha xana e me puxou pra ele vi estrelas, o pau dele deve ter entrado no meu útero, a camisinha devia ser GG.

Ele subia e descia comigo no seu pau ...pensei que desmaiaria. O bicho deu uns urros e percebi que ele havia gozado. Tirou a camisinha lotada de leite e jogou no meu rosto.

_ madame tem que aprender a trepar.

Ainda insatisfeito levantou minha blusa e mamou nos meus peitos. Chupava com muita força. Até estava gostoso. Depois me colocou no caput novamente abriu minhas pernas e meteu uma língua gigante que remexia dentro da minha buceta molhada. Eu implorei para ele não parar, gozei como uma cadela. Fiquei ali nua no caput enquanto ele se ajeitava.

_ vamos bota logo essas roupas madame, daqui a dois quilômetros tem um posto de gasolina é bom a senhora tomar um banho. Realmente eu cheirava a sexo.

_la tem um cafofo das primas se quiser te dou mais um trato.

Segui o caminhão dele até o tal posto, logo ao lado tinha uma casinha com umas mulheres na porta, faziam a vida ali com os caminhoneiros, o negão chamava-se Tião.

_Zuleide deixa a moça tomar um banho. Teve um problema no carro sorte que o negão aqui ajudou.

A tal Zuleide me olhou com cara de pouca amizade...me indicou o banheiro simples e com agua fria, voltei ao carro peguei toalha e roupas limpas. Meu rabo doía muito, estava arregaçado,

_ se a madame quiser dar uma descançada,,,deve ta com a traseira doendo de tanto guiar,

_ se a dona Zuleide permitir umas 3 horinhas serão suficiente ainda tenho muita estrada pela frente.

A dona do bordel balançou a cabeça. Tião me levou para traz da casa onde haviam pequenos cômodos agrupados. Algumas meninas bem novas desfilavam semi nuas pelo terreiro, Tião conhecia todas. Me colocou no ultimo quartinho.

_esse é o melhor, tem chuveiro e tudo.

Um cheiro de mofo saiu do comodo ao abrir a porta. Tinha uma cama com lençóis encardidos. Tião entrou e fechou a porta. O homem tirou a roupa sem muita cerimônia e entrou no pequeno quadradinho chamado banheiro.

Ele era ainda mais forte sem a roupa, o pau em repouso tinha um tamanho assustador, tirei a roupa deitei aguardando que aquele macho da estrada me comesse. A toalha mal dava para secar aquele corpo todo. Tião parou ali me olhando abri as pernas e ele buscou a camisinha e veio, agora com mais calma, senti um enorme prazer com aquele macho dentro de mim, eu gemia tão alto que certamente quem estava no quintal ouviria. Vi estrelas de prazer, Tião gritava palavras de ordem.

_ não para madame, rebola mais pro teu macho isso ...

Eu gritava de prazer ate que não aguentei e gozei como uma cadela, Tião ainda estava firme e forte, não se incomodando com a minha exaustão me virou de bruços, buscou uns travesseiros empoeirados, cobertas e colocou debaixo de mim, abriu minhas nádegas e meteu a língua dei um gemido forte e pedi que ele metesse. Tião obedeceu, Meteu a cabeça inchada no meu cu e empurrou gritei, Tião pedia que eu rebolasse, embora eu estivesse sem forças tentava obedecer. O pau dele ia me alargando, eu perdia as forças, ele me puxava e metia sem dó.

_calma madame ta quase, o negão aqui ta chegando lá...

Senti na hora que Tião gozou, soltou um urro de animal que certamente ecoou pelo pátio. Deixou o corpo cair sobre o meu e ficamos ali engatados eu sem força para mexer. Tião virou-me de lado, botou a mão nos meus peitos e suspirou satisfeito. Acabei adormecendo ao lado dele, acordei com a noite caindo. Tião roncava num sono profundo, tomei um banho, coloquei minhas roupas e sai do comodo. No pátios alguns homens bebiam numa mesa improvisada, uns com mulheres semi nuas em seu colo. A maioria me olhou. Uma das mulheres gritou

_ Mexe com a branquinha aí não, comida do Negão essa é de classe.

Zuleide estava enfeitada na porta para receber os cientes, a luz vermelha identificava o pequeno bordel, deixei a bolsa no carro voltei para agradecer a hospitalidade deixei uma nota de 100 reais, ela sorriu animada. Certamente ganhara mais comigo que com todas suas meninas, entrei no carro e segui meu caminho.

Sempre terei alguma aventura para contar. São essas trepadas que apimentam meu casamento, volto renovada para os braços do meu marido. E com muito fogo! Apesar da idade, João dá de 10 a 0 em muito garotão.

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