Sou uma sobrinha ninfeta

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Meu nome é Mariana, faço o tipo paniquete, tenho cabelos longos e bem pretos, tenho olhos de japa e curvas de brasileira, aos 14 anos tive minha primeira experiência na cama e foi maravilhosa, desde então descobri que não sei viver sem gozar, e embora eu saiba me virar muito bem sozinha, não há nada melhor do que outra pessoa fazer isso para você, eu encaro sexo como sapatos, gosto de ter vários, de cores, modelos e formas diferentes porque cada um se encaixa perfeitamente a um momento da vida. Apesar de eu morar em uma cidade grande como Florianópolis, esse meu modo de ver a vida unido a minha cede constante de prazer me rendeu uma certa fama que minha mãe repudiava, embora eu mesmo não me importasse, ela não perdia uma oportunidade de dizer que eu precisava tomar modos, ou que minhas roupas não me ajudavam em nada, o que ela esperava? Eu corria todo dia pelo menos três quilômetros fazia academia todo dia e aulas de dança duas vezes na semana, cuidava da minha alimentação tudo isso para manter meu corpo do jeitinho que eu queria, e com todo esse trabalho ela esperava que eu realmente fosse esconde-lo com roupas longas e largas? Minhas roupas eram sempre muito justas, ou curtas e decotadas o que sempre me rendeu diversos olhares por onde fosse, e eu sempre adorei tudo isso, tenho uma infinidade de aventuras em Floripa que adoraria compartilhar com vocês, mas como as regras do site não permitem optei por contar para vocês algo de uma nova fase.

Desde que decidi que minha faculdade seria jornalismo, sonhei em cursar em uma faculdade de peso em São Paulo, e meu sonho se tornou realidade quando consegui não só passar no vestibular como conseguir uma bolsa de estudo do valor integral do curso, o que para mim era fundamental já que não sou de uma família com muitas posses, mas essa era só a primeira parte do desafio, a segunda era conseguir arrumar um lugar em sampa para eu ficar, e quanto mais eu procurava mais via meu sonho indo embora, até que um dia curiando o facebook vi uma foto do meu tio em uma bar na Vila Madalena, dei um pulo da cama, pesei porque não? Além de meu tio ele é meu padrinho tenho certeza que vai me ajudar nessa. Na manhã seguinte infernizei minha mãe até que ela ligou para ele, nem precisou de muitas explicações para ele concordar e em poucas semanas minha mala estava pronta e boa parte de minhas coisas já estavam encaixotadas para no final do mês minha mãe despachar para mim, no dia da viajem até o último minuto minha mãe tentou me convencer a trocar de roupa, eu vestia um tubinho preto super curto e justo e um belo escarpam de veludo com um salto altíssimo, mas no final as lágrimas ocuparam o lugar das críticas.

Eu estava ansiosa para chegar a São Paulo e ver meu tio, apesar de duvidar que ele fosse me buscar no aeroporto, sinceramente me preparei para receber uma mensagem dele avisando que alguém viria ou com um endereço para eu pegar um taxi, mas assim que retirei minha bagagem recebi uma mensagem de que ele estava me esperando, ali no aeroporto, fui até o local em que ele me indicou e assim que o reconheci abri um belo sorriso, apesar de não ter mudado muito do que eu me lembrava, ele vestido de social, com o cabelo bem cortado e aquela pose de big boss fez meus instintos aflorarem, afinal eu estava em abstinência a quase duas semanas, toda a loucura da viagem não me permitiu nenhuma festinha de despedida, e ele parecia encantado ao me ver, o cumprimentei com um forte e demorado abraço, para matar a saudade e sentir seu cheiro, nesse momento tive a impressão de senti-lo excitado, mas nada que eu pudesse ter certeza, ele pegou minha mala e saímos do aeroporto conversando sobre a viagem, quando chegamos ao seu carro até suspirei, afinal qualquer mulher fica ainda mais linda dentro de um Porshe Cayenne, dali fomos até um restaurante e me surpreendi ao ver que seu primeiro pedido foi uma dose dubla de whisky com uma pedra de gelo, aquele homem estava tenso, e eu sabia diversar formas de fazer ele relaxar, terminado o almoço ele me levou para minha nova casa, um apartamento belíssimo na cobertura de um prédio no Morumbi, o prédio era antigo e não contava com área de lazer mas eu nem me importava com isso, eu tinha um quarto com suíte só para mim, assim que chegamos ele me apresentou toda a casa e disse para eu ficar a vontade ele estaria no escritório, em frente ao meu quarto trabalhando se eu precisa-se de qualquer coisa, era só chamar.

Ele foi trabalhar e eu desfiz minhas malas, tomei um belo banho em meu banheiro novo, e vesti meu curtíssimo baby-doll branco de cetim e fui ver tv, lá pelas 20h estava com fome, fui até a geladeira e lá tinha muitas coisas deliciosas mas eu queria muito experimentar as famosas pizzas de São Paulo, então fui até o escritório conversar com meu tio. Assim que abri a porta ele me olhou, e parecia me devorar com os olhos, naquele momento tive certeza que ele me desejava, falei sobre a pizza e ele concordou comigo, tenho certeza sem nem saber com o eu concordava, ele fechou seu notebook e pegou na sua carteira uma nota de cem, disse pra eu escolher o sabor da pizza e esperar ele pra jantar que ele ia tomar um banho, senti os olhos dele me seguindo enquanto eu voltava para a sala de tv, ele foi pro banho e resolvi surpreende-lo arrumando a mesa para jantar como fazíamos quando eu era criança, coloquei os souplas, os pratos, os talheres e os copos e assim que terminei o porteiro interfonou avisando que a pizza chegara e que ele estava levando pra mim, poucos minutos depois ouvi a campainha tocar na porta da cozinha era o porteiro, um belo rapaz de uniforme, que me inspirou uma oportunidade interessante, e ele não conseguiu tirar os olhos dos meus peitos, me entregou a pizza e pediu que eu conferisse o troco, estava tudo certo separei quatro reais e pedi que desse dois de caixinha pro motoboy e dois pra ele por ter subido a pizza, o porteiro pareceu muito feliz, não pelo dinheiro mas sim por eu ficar o encarando até a porta do elevador fechar.

Arrumei a pizza na mesa e poucos minutos depois meu tio apareceu com um pijama que parecia lhe deixar bem desconfortável, mas ele se mostrou surpreso com a mesa posta para o jantar, conversamos sobre familiares que a muito ele não via, assunto chato eu mesma queria era ação mas não sabia como quebrar o gelo, até que lá pelas 22h minha mãe me ligou em uma vídeo conferência e eu achei a oportunidade perfeita para dar o bote, assim que ele afastou a cadeira eu me sentei no colo dele para atendermos ela juntos, eu falava com minha mãe e sentia ele nervoso com toda aquela situação, sua respiração cada vez mais ofegante, então resolvi dar uma reboladinha “para me ajeitar melhor no seu colo” foi o que bastou para eu enfim sentir seu pau duro me cutucando, continuei a conversa com minha mãe e assim que encerei a ligação percebi ele com a cabeça baixa, nem dei tempo para ele vir com desculpas, deslizei para baixo ficando de joelhos na sua frente e comecei a acariciar seu pau por cima daquela fina bermuda e quando ele foi me repreender tirei aquela belezinha pra fora e cai de boca, acho que ouvi ele sugerindo que eu parece, mas logo em seguida ouvi um gemido o que me soou muito mais interessante, o pau dele é enorme deve ter uns 27cm e é bem grosso, já conhecia muitos modelos mas nada com tamanha potência, o que me fez ficar instantaneamente molhada, comecei a brincar com a língua por todo seu pau e suas bolas, dei uma pausinha pra prender o cabelo em um rabo de cavalo, enquanto dizia para ele que o faria muito feliz em minha estadia ali, ele me olhava com olhos de desejo, levantei minha blusa e meti o pau dele no meio dos meus peitos o que fez ele tremer, massageei seu pau com meus peitos enquanto minha língua deslizava sobre a cabeça de seu pau, enfim comecei a chupar ele com gosto, vi quando suas mãos seguraram firmemente a lateral da cadeira, e não pude resistir à tentação de tirar sua mão direita da cadeira e coloca-la na minha cabeça, foi então que meu tio me surpreendeu, ele segurou minha cabeça com força e começou a meter na minha boca, ele estava literalmente fudendo minha boca, aquilo era novo pra mim, novo, delicioso e sufocante, mas não demorou muito e senti sua porra escorrer pela minha garganta, que sensação deliciosa, a essa altura eu estava megamente excitada, louca pra gozar, me levantei empurrei delicadamente a louça para a outra ponta da mesa, tirei meu shortinhos e...

- “Titio você pode retribuir o carinho? Minha bucetinha esta doida para conhecer sua língua”

Meu deus que língua habilidosa, eu literalmente estava me derretendo com aquele oral, ele chupava meu grilinho e as vezes colocava a ponta da língua na portinha da minha buceta o que me fez enlouquecer, eu precisava daquele pauzão dentro de mim, comecei a falar tudo o que passava pela minha cabeça e percebi que ele foi ficando excitado de novo, eu já não aguentava mais, então praticamente implorei para ele me foder, ele se afastou a cadeira, me encarou ali em cima da mesa, e me perguntou se eu não queria ir para um lugar mais confortável, pedi que ele me esperasse no sofá, dei uma corridinha no quarto e peguei na minha bolsa uma camisinha, voltei já abrindo a embalagem, ele já estava posicionado no sofá se masturbando lentamente, a cena toda me deixou mais empolgada ainda, encapei o brinquedo da noite e me encaixei por cima dele, fui descendo devagarinho sentindo cada pedacinho daquela delicia entrando em mim, quando consegui acomodar todo ele dentro da minha buceta foi incrível, daí comecei a cavalgar ferozmente naquele homem delicioso, quando ele percebeu que eu estava começando a ficar cansada, me sugeriu mudarmos de posição, fiquei de quatro me apoiando nas costas do sofá, e ele começou a me fuder com força, ele segurou minha bunda com força, me deu uns tapinhas de leve, alternava o ritmo e me fazia gemer gostoso, eu já tinha feito naquela posição várias vezes mas até aquele momento nunca tinha gozado assim, e NOSSA como foi bom gozar daquele jeito eu literalmente fiquei escorrendo, sem força nas pernas nem para mudar de posição, e nesse momento ele se revelou um verdadeiro lorde, me pegou no colo e me levou até o meu banheiro, me sentou no balcão da pia, tirou a camisinha e jogou no lixinho, me deu um sorriso doce enquanto regulava a temperatura da água do chuveiro, me ajudou a descer e entrar no chuveiro, aquela água quentinha fez meu corpo relaxar, foi então que percebi que ele ainda estava em ponto de bala, o que tornou seu ato mais gentil ainda, eu até pensei em me virar e oferecer meu rabo pra ele fuder, mas eu realmente não estava preparada pra tudo aquilo, então resolvi dar um jeitinho com as próprias mãos não demorou muito até que ele gozasse, tomamos banho juntos, ao sair vesti uma camisolinha rosa e ele ficou só de cueca, deitou comigo na minha cama e acho que ficou por lá até eu dormir o que sinceramente não deve ter demorado nem cinco minutos.

Na manhã seguinte, acordei com a claridade do sol no quarto e vi na mesa de cabeceira uma garrafa de água e uma cartela de comprimidos junto com um bilhetinho dizendo:

- “Bom dia! A noite foi incrível, acho que vai precisar de um relaxante muscular. Pedi a Luíza que deixasse o café no jeito para você comer quando levantar, até mais tarde!”

Eu realmente fiquei feliz de ter um relaxante muscular, eu estava quebrada, e faminta o cheiro de café perfumava a casa o que me fez pular da cama e ir para a cozinha, estava animada para ver o que a tal Luiza havia preparado para o café, ao chegar tive uma adorável surpresa, ao contrário do que eu imaginava a Luiza era uma mulher com no máximo 23 anos, negra com os cabelos trançados, vestia uma calça de moletom preta e uma regata branca com decote v, ela era meu número e fiquei feliz em pensar que ela estaria em casa sozinha comigo três vezes na semana, bem achei que deveria me anunciar, então ajeitei meu cabelo e dei bom dia, ela se virou e antes de falar me olhou de cima a baixo e sorriu.

- Bom dia! Mariana é verdadeiramente um prazer lhe conhecer!

É parece que minha estadia em Sampa vai me render muitos contos.

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