UMA FODA PLURAL

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MULATA NOTA 10 - Quinta parte

Um mulherão daqueles e o gringo sequer conseguiu dar uma única foda com ela. Depois que gozou precocemente, não conseguiu mais ter ereção. Estava meio encabulado, deitado ao lado da bela morena de corpo perfeito, quando o celular dela tocou. Ela levantou-se, pegou-o entre suas roupas espalhadas no chão e atendeu. Esteve falando ao aparelho, depois desligou. Disse para o gringo:

- Vista-se. Estão querendo falar novamente contigo.

- À essa hora? Já passam das três da madrugada, porra.

- Ele é madrugador.

Pouco depois, saiam do hotel. O mesmo táxi de antes os aguardava na frente. O casal sentou-se na poltrona de trás. A morena cumprimentou o chofer:

- Oi, amor. Tudo bem?

- Eu, sim. Mas você está com cara de quem comeu e não gostou.

- Deixa quieto.

Não se falaram mais. O taxista encetou a marcha e estiveram rodando por uns tempos. Depois, pararam na frente do Copacabana Palace, um hotel tradicional do Rio de Janeiro. Subiram, os três, pelo elevador, até um determinado andar. A mulher tirou uma chave da bolsa e abriu a porta. Dentro, o careca os esperava, sentado a uma poltrona, assistindo TV. Não cumprimentou o americano. A mulher disse:

- Senta aí. Ele deve estar tomando banho. Sinto o cheiro do seu sabonete especial.

O gringo olhou em volta. O quarto parecia mais um apartamento completo, com vários cômodos. Não entendia como um traficante preferia pagar por todo aquele luxo, ao invés de construir algo próprio, talvez na favela, ao lado dos seus. O cara devia ser um gastador. Mas, o que mais lhe chamou a atenção foi um grande plástico forrando o chão. Teve um arrepio na espinha. A CIA usava desse artifício, quando não queria deixar rastro de um assassinato em um aposento, principalmente em um hotel. O som alto da tevê indicava que a intenção era mesmo aquela. Mas o loiro manteve o sangue-frio. Se tinha escapado da primeira tentativa de morte, também tinha certeza de que escaparia novamente. Só lamentava ter expulsado a pílula do estômago. Sua parceira poderia salva-lo, se ainda o estivesse monitorando. Azar o dele.

O bonitão saiu do banheiro nu, se enxugando com uma toalha. Johnny ficou de queixo caído, quando percebeu a sua anomalia: um par de seios belíssimos e um enorme caralho entre as pernas. Uma pica mais grossa e bem maior do que a sua.

- Divertiu-se com a minha assistente?

- Sim. Muito. - Falou o gringo, escondendo o fato de ter brochado.

- Okay. Agora é a minha vez de me divertir. Chupa!

- Como é que é?

- Eu disse: chupa!

- Ah, porra, eu não vou chupar teu caralho.

Os dois homens na sala sacaram, cada um, uma pistola, e apontaram para o americano.

- Sacanagem, cara. Eu gosto é de fêmea, porra.

- E eu gosto de macho. Quanto mais macho, melhor. Costumo comer-lhe o cu. Mas hoje eu só quero uma chupada.

A contragosto, o americano resolveu-se a fazer o jogo do marginal. Depois, mataria os três sem piedade, e com requinte de crueldade. Ajoelhou-se e botou o caralho ainda mole na boca.

- Se ele morder, matem-no. Sem pena. Mas cuidado para não acertar em mim.

Os dois se posicionam melhor na sala. Usavam pistolas com silenciadores. A mulher parecia alheia à cena, assistindo a tevê.

O loiro chupou, punhetando o homenina enquanto o fazia, torcendo para que ele gozasse logo. Demorou, mas conseguiu que ejaculasse. Engasgou-se com a enorme quantidade de porra lançada pela aberração. Cuspiu no plástico que cobria o assoalho e passou a mão nos lábios. Estava enojado.

Só então, a morena levantou-se, agachou-se entre as pernas do bonitão e mamou o leitinho que escorria, até que não sobrou nem um pingo. Voltou ao seu lugar no sofá. O sujeito agradeceu, pegou cinco copos e encheu-os de uísque, oferecendo a todos. O americano pegou um, querendo se livrar do gosto de porra na boca. Só então, percebeu que o traveco era uma cópia fiel da morena, ou vice-e-versa. Se usasse uma peruca de cabelos longos, poderia muito bem se passar por ela.

O vozeirão do homenina se fes ouvir:

- Pra teu azar, você foi enganado, puto. Não sou o traficante que você queria se encontrar.

O loiro engasgou-se com a bebida, tossindo-a fora. Ficou furioso. Quis esganar o travesti, mas a morena o dominou com facilidade, com uma chave de braço e pescoço.

- Fique quieto, senão vai ser pior pra você. - Disse ela.

O cara aquietou-se. Ela o largou. Arquejante, ele perguntou:

- Para que a farsa? O que querem de mim, porras?

- Chegou aonde eu queria. Pela arma que usa, logo percebi que era da CIA. Pensei na tua proposta e percebi que a coisa é bem maior do que me contou. À CIA, não interessa uma simples especulação imobiliária. Tem coisa grande aí, escondida. Mas não me interessa. Quero que me ajude a pegar o traficante, ou nós te denunciamos ao serviço secreto brasileiro. Garanto que eles te fariam cantar igual a um passarinho. São uns sádicos.

- E você, o que é, porra? Vai tomar no teu cu!

- Todos riram. Mas guardaram as armas. O homenina vestiu-se.

- E aí, topa ou não topa?

- Não. Podem me denunciar ao serviço secreto. Fui treinado para resistir à tortura. Não direi nada. - Falou o americano, achando que, se fosse preso, a CIA negociaria sua soltura.

O homenina esteve pensativo, depois perguntou à morena:

- Ele está armado?

- Não. Confisquei-lhe novamente a pistola, e ele nem percebeu.

O loiro gelou. Tinha que matar aqueles quatro. De repente, lançou-se sobre o careca. Acreditava que era o mais difícil de ser dominado. Tiraria sua pistola e atiraria nele. Os outros, inclusive a morena, pareciam menos perigosos. Atiraria neles depois. A aberração estava desarmada. Ele só teria que ter um pouco de sorte.

Não teve. Justamente a morena atirou nele, pelas costas, quando se atracou com o careca. Depois, o loiro levou um chute na cara, dado pelo homenina. Apagou.

- Americano burro. E agora, o que faremos, Cassandra? - Perguntou a morena.

Cassandra, o homenina, disse:

- Agora, chamem Zezinha para cuidar dele. Ainda vamos precisar desse imbecil. Depois que ela tratá-lo, retirem suas coisas e paguem a conta do hotel. Não iremos mais ficar instalados aqui. Mas a operação continua.

**************************

Rebeka havia apenas fingido ir-se embora. Afastou-se de carro, depois voltou com ele e estacionou-o do outro lado da rua. Ficou de tocaia. Sabia que quem raptou o ex-namorado iria mandar alguém ficar por perto, vigilante. Estranhou quando o loiro saiu do hotel de madrugada, acompanhado de uma mulher. Primeiro, ficou com ciúmes. Depois, resolveu seguir o taxi que tinha pego o casal. Passou pelo veículo e continuou seguindo-o, só que à frente do táxi. Quando este parou, ela estacionou mais adiante. Viu quando o trio pegou o elevador e estranhou o taxista entrar no hotel com os passageiros. Havia algo errado ali. O loiro devia ter sido sequestrado, novamente. Ainda traçava um plano de assalto, quando viu o motorista do táxi sair do hotel com a morena, acompanhada agora de dois sujeitos: um moreno lindo e um careca. Mas nada do seu ex-namorado sair com eles. Preparava-se para entrar no estabelecimento, quando uma mulata chegou afobada, com uma valise médica nas mãos. Rebeka deu um tempo.

O americano acordou sendo tratado pela mulata. Sorriu e disse:

- Estou no céu?

- Deixe de brincadeiras. Por pouco você não morreu. O tiro foi mortal. Vai ter que ficar de repouso, por uns tempos. E fique quieto.

- Você é enfermeira?

- Não. Sou médica. Fui contratada pelo capitão do tráfico para cuidar de seus homens, caso fossem feridos à bala ou padecessem de doença grave, já que não podem ir a um hospital. Assim, não são pegos pela Polícia.

- E teu namorado é o homenina?

- Claro que não. Ele só gosta de foder cu de macho. AK-47 se apaixonou por mim, e me mantém perto dele à pulso. Eu o detesto. Ele é muito violento. Mas aí, conheci os irmãos agentes federais e passei a colaborar com eles, às escondidas do traficante.

- Agentes federais? Bem que desconfiei. Son of a bitch. Tô fodido e mal pago.

- Não. Colabore com eles e eu me responsabilizo por você. Não irão te prender, se eu pedir. Mas, em troca, terá que me levar mesmo para os Estados Unidos, quando acabar tudo isso.

- Por que se envolveu nessa história, mulata?

- Terminei meus estudos e fiquei sem trabalho, lá no Recife, onde eu morava. O Açougueiro me convidou para vir para cá. Aí, eu...

- O Açougueiro é o careca?

- Isso mesmo. Ele já trabalhava junto com o casal de gêmeos, policiais federais. O taxista foi, ou é, namorado da morena. Sempre trabalharam juntos. Aí, eu consegui um emprego num hospital daqui. Mas, no início, como não tinha onde morar, aluguei um casebre na Rocinha. O marginal descobriu que eu sou médica, então me obrigou a sair do emprego. Ele me pagava uma bolada para cuidar dos seus asseclas feridos. Depois, se apaixonou por mim. Aí, minha vida virou um inferno.

- Não se preocupe. Quando tudo isso acabar, te levo comigo.

Rebeka invadiu o apê justamente no momento em que o ex-namorado proferia essas palavras. Estava irada. O ciúme a estava corroendo. Entrou armada com uma pistola com silenciador. Golpeou a mulata com ela. A jovem caiu, desmaiada. Então, ela apontou o revólver para o loiro.

- Você veio me salvar novamente, minha...

PLOP! PLOP! PLOP!

Os três tiros acertaram o corpo do agente da CIA, que estremeceu. Ela colocou a própria arma na mão direita da mulata. Estava usando luvas, portanto não deixou digitais. Depois, retirou de uma bolsa uma pequena câmera digital e fotografou várias vezes a cena. Em seguida, saiu deixando a porta do quarto escancarada. Logo alguém descobriria o crime. A mulata não a tinha visto se aproximar do casal. Não poderia dizer quem a atacou. Isso, se conseguisse convencer a polícia de que não cometera o assassinato. Tinha lágrimas nos olhos. Gostava do cara. Mas havia sido decretada a eliminação do agente, pela CIA, se fizesse mais merda na missão. E ele fez. Ela foi incumbida de mata-lo.

Quando a mulata despertou, a Polícia já estava no quarto, examinando o cadáver. Uma paramédica pediu para examiná-la e Zezinha deixou. Um policial perguntou o que tinha acontecido, mas ouviu um vozeirão atrás de si:

- Deixe que eu cuido dela.

Era o homemnina. Mostrou o distintivo da Polícia Federal. O policial afastou-se. O agente federal estava acompanhado do careca, que perguntou a Zezinha:

- Você está bem?

- Sim, mas menstruei de repente.

Ele deu um sorriso. Ela entendeu muito bem o significado daquilo. Baixou a cabeça, envergonhada. Não queria repetir a sua vida devassa, de antes de sair do Recife e ir morar no Rio. Na época, para pagar seus estudos, fazia programas com o Açougueiro, sempre que estava menstruada. Ia se negar a ter sexo com o careca, depois voltou atrás. Disse, baixinho:

- Está bem, mas só se for a três.

O careca sorriu mais ainda. Pediu licença. Saiu e foi fazer uma ligação, do lado de fora do quarto.

***************************

Não era preciso mais fazer ceimômias. Os três entraram no quarto de um motel modesto da zona oeste do Rio e foram logo tirando a roupa. O mais animado era o careca. O taxista, no entanto, já estava de pau duro. Repetira aquela cena várias vezes: o Açougueiro se deitava, a mulata o chupava e empinava a bunda para ele. Ela passava o sangue menstrual no cu e depois estrepava a boceta no pau do careca. Quando este começava a gozar, o taxista apontava o caralho para o cu menstruado.

Ela gemia arrastado, todas as vezes que ele a penetrava. Depois, ele tirava toda a rola fora. Enfiava de novo.

- Aaaaaaaaaaahh... Confesso que estava com saudades disso. Não posso fazê-lo com o traficante. Ele não me dividiria com ninguém.

O taxista enfiou até o talo, depois ficou fazendo os movimentos de coito. O careca gemeu:

- Porra, estou sentindo teu caralho roçar no meu, por dentro dela.

Ela pediu:

- Fodam-me com força e deixem de falar, se bem que essas palavras me excitam. Mas só quero ouvi-las quando estiver trepando com apenas um de vocês. Quem se habilita?

- Se não estiver menstruada, deixo que o garotão aí te encha de pica.

E continuaram a meter, até que a mulata começou a gozar pela frente e por trás. Ficou alucinada, rebolando sem parar. Até que ambos gozaram dentro dela, quase ao mesmo tempo. Ela, ao sentir-se inundada de porra pelos dois lados, gozou também.

https://www.casadoscontos.com.br/texto/201803615

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